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sábado, 18 de maio de 2013

DESORDEM COM PROGRESSO

           Indiscutivelmente, o Brasil é um país repleto de contrastes, inclusive sob o ponto de vista socioeconômico. Se, por um lado, é uma das economias mais pujantes do globo, sendo considerado “rico”, por outro, ainda é permeado por diversos problemas sociais, os quais qualificam-no como subdesenvolvido”.
   

          Historicamente, o Brasil sempre esteve relegado às margens da economia mundial, seja como colônia de exploração, seja como integrante do chamado “Terceiro Mundo”. Hoje, no entanto, a situação é bem diferente. O país possui o sexto maior PIB do mundo e é visto, por muitos economistas, como uma das economias mais dinâmicas e promissoras do século XXI. A participação brasileira nos principais fóruns econômicos e o aumento de sua relevância política corroboram tal visão. Apesar disso, mantém o status de subdesenvolvido pela enorme desigualdade socioeconômica aqui presente e por seu baixo IDH em comparação com o mundo desenvolvido. Parcela considerável da população vive em condições de pobreza ou miséria absoluta, não participando efetivamente dos frutos gerados pelo crescimento do país. Além disso, a situação infraestrutural das cidades e a qualidade dos sistemas de saúde, educação, moradia, transporte e segurança estão muito aquém do ideal. Por fim, a corrupção, a má administração do dinheiro público e a atuação ineficaz da maior parte dos governantes contribuem para a manutenção desse quadro de contrastes. O Brasil é uma nação rica. O grande problema é que essa riqueza não se traduz em conquistas sociais e em melhoria geral da qualidade de vida da população. Para que isso seja possível é necessária uma série de medidas com vistas a debelar os problemas diagnosticados. A primeira delas e, talvez a mais importante, seja o investimento maciço no setor educacional, objetivando um desenvolvimento à semelhança de países como o Japão. Somente assim, poderemos abandonar nosso título de “subdesenvolvido” e nos firmar, de uma vez por todas, como o lugar onde reinam a ordem e o progresso. Por enquanto, infelizmente, continuamos sendo um país de contrastes.  

 Por: Morison Greco Menezes Filho - Twitter: @morisonfilho

Assista ao vídeo sobre desigualdade social no Brasil:

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domingo, 10 de abril de 2011

POR QUE ESCREVER UM BLOG?

O Termo blog surgiu lá pelos anos de 1997 quando um internauta de nome John Barger batizou seu diário pessoal na rede como “weblog”. Mais adiante, outro internauta dividiu o termo em duas partes para criar o trocadilho “we blog” (algo como nós blogamos). A partir daí, a expressão acabou se consagrando como sinônimo de qualquer registro ou diário mantido na Internet, onde os “blogueiros” escrevem textos próprios ou reproduzem de terceiros (com a autoria mencionada), publicam fotos, vídeos ou links para as mais variadas finalidades.

Seja como for, essa “novidade” vem se tornando popular e constituindo atualmente uma “mídia alternativa” com audiência capaz de provocar inveja aos meios de comunicação convencional.

Outro grande fator responsável pela popularidade dos blogs remete a duas propostas básicas da própria internet: a liberdade de expressão (por meio de uma ferramenta tão simples você publica o que quiser) e a interatividade (assim que o texto é publicado você já pode receber comentários dos visitantes).

Por que escrever um Blog? Para registrar experiências cotidianas? Para revigorar um dos passatempos mais antigos da humanidade: o falar de si mesmo e dos outros? Seria a necessidade do ego, também tão antigo quanto o mito de Narciso? Por que, enfim, se expor?

Escrever é conversar consigo mesmo e com os outros; é organizar idéias e abrir a mente ao diálogo. Devemos estar abertos a aprender com a própria experiência e escrever sobre o que lemos, ouvimos e vivemos.

Esta disposição ao diálogo, a aprender com o mundo e os que vivem no mundo, é fundamental a quem se propõe a ensinar. O educador precisa ser educado e este processo é permanente. Como sou, entre outras coisas, professor, preciso participar desse processo o tempo todo, que estiver vivo.

Escrever é lutar contra a natureza, isto é, contra a potencial perda de memória que avança com o passar dos anos (e já passei dos cinqüenta).

Escrever é, simplesmente, uma necessidade e que espero ao utilizar este recurso, que este espaço seja mais uma possibilidade para aprender-ensinar, dialogar, COMPARTILHAR IDÉIAS.

Particularmente, ao resolver escrever o meu blog, decidi dividir com os meus amigos e leitores todos os assuntos e temas que me interessam e foram objetos dos meus estudos e pesquisas. Acredito sinceramente que ao fazê-lo, estou sendo menos egoísta e compartilhando com todas as matérias que nos levam a reflexão, mudanças de postura e comportamento, além de oferecer subsídios para aumentar os conhecimentos sobre determinados assuntos.

Não tenho a menor pretensão de ser o DONO DA VERDADE, pois tenho conhecimento de todas as minhas limitações e reconheço que ainda sei muito pouco da vida, do mundo e dos acontecimentos.

Toda moeda tem dois lados e toda história ou acontecimento tem pelo menos duas versões. O problema é que nem sempre a gente está disposta a ver o outro lado, quer saber a opinião do outro, saber ser imparcial ou saber reconhecer quem está certo, optando muitas vezes por opiniões arcaicas e superadas construída por líderes, religiosos e pensadores do passado. Estamos no século XXI e precisamos estar abertos ao novo, as diferenças e com o fim de todo e qualquer tipo de preconceito: A grande batalha da minha vida.

Assim sendo, conto com todos os meus amigos e conhecidos para além de ler os meus textos que me enviem criticas (boas ou ruins), sugestões e contribuições para as novas postagens no intuito de tentar melhorar sempre o Blog.


Confira vídeo sobre uma reportagem com blogueiros





BLOG É UM ÓTIMO PORTFÓLIO ON-LINE:

Augusto Nunes entrevista ALEXANDRE INAGAKI, 36 anos, jornalista e consultor em mídias sociais, além do blogueiro que criou o blog “Pensar enlouquece. Pense Nisso” em 1999, além de “Pop Cabeça”. Foi um dos criadores do portal Inter Ney Blogs, é curador da área de blogs do Campus Party Brasil e consultor do projeto editorial YahoO!Posts, onde publica suas colunas quinzenalmente, às quintas-feiras.


Alexandre diz o que mudou de lá para cá e fala sobre as premiações que já recebeu com a página, que possui 25 mil assinantes e mais de 6 mil visitas diárias.

Conta também o que mais coloca na sua página e que já conseguiu vários trabalhos através do Blog.

Na sua coluna recomenda para quem quer incrementar o seu blog, que visite o e-Videolog, escola de vídeos on-line: excelente iniciativa na qual videologgers mais experientes ensinam os novatos a editar vídeos, escolher trilhas sonoras e encontrar programas gratuitos de edição, dentre diversas dicas valiosas para quem deseja transformar suas idéias em realidade.


Confira vídeo com a entrevista de ALEXANDRE INAGAKI a Augusto Nunes (parte 1/2




COMO ESCREVER UM BLOG ?

A pergunta mais impertinente e a primeira que se deva fazer é: Sobre o que eu escreverei? Outra pergunta: Eu sei escrever? Hoje a internet vive um momento tão intenso que são milhares de blogs diariamente criados, assim como milhares deles são deixados ao vento sem sequer uma visita de seu criador.

SOBRE O QUE ESCREVER?

É uma pergunta difícil de responder. Pergunte-se sobre o que você mais busca na internet. Este conteúdo buscado você teria condições de expor suas idéias, teria alguma experiência para falar do assunto sugerido? Como eu tenho interesses variados e sou professor de português, formado em LETRAS, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E ADMINISTRAÇÃO COM PÓS EM ADMINISTRAÇÃO DE RH, pesquiso e escrevo sobre os assuntos que são os meus focos do momento.

Hoje penso que escrevo razoavelmente, pelo menos entre home page e por assuntos de busca na internet, meu blog vêm obtendo cerca de mil acessos diários, mas tenho a certeza que meus primeiros artigos e matérias eram nada atrativos a meu ponto de vista. Com o passar do tempo, fui adquirindo alguma experiência com base em muitas leituras que pratico todos os dias, sejam elas técnicas ou literárias.

Penso que o melhor que você tem a fazer é dicas sobre o que gosta. Somente assim você terá uma vontade extra de criar e criar. Seu blog terá mais sentido para você se o assunto escolhido fizer parte de seu cotidiano.

PODERIA EU ESCREVER UM BLOG?

Muitos e muitos escrevem por escrever, mas saiba que para ter uma boa credibilidade e conseguir uma audiência razoável é preciso teclar muito. Como tudo o que se faz na vida, escrever é algo que se adquire com muita prática e dedicação. A leitura é uma ótima aliada a escrita. Ler livros, jornais, revistas sites editoriais e blogs renomados podem ser uma boa forma de aprender a escrever.

Com a educação pública precária em que vivemos dificilmente algum aluno que não se esforce muito além do que é pedido em aula saberá escrever uma redação corretamente. Seguidamente vemos por aí as “pérolas do Enem ano 2000 e reticências” com absurdos escritos e respondidos. O aluno que estuda em uma escola pública tem muito menos chance de passar em um vestibular público que um aluno de escolas particulares, salvo os realmente esforçados. O ponto deste artigo não é este, mas se você é um aluno de escola pública sabe de que estou falando e o culpado disto não é somente você. O que fazer para melhorar? Leia muito e pratique a sua escrita. Quanto mais escrever e ler mais terá ânimo para fazê-lo, e cada vez irá quer ler, torna-se um vício e este com certeza é benéfico.

O ABANDONO DOS CRIADORES:

Assim como milhares de blogs são criados, milhares são deixados ao vento. O tempo é para a maioria das pessoas algo tão precioso que não se pode desperdiçar sequer um segundo, então como proceder para manter o blog atualizado? Crie rotinas de atualizações. Quem disse que o blog precisa ser diariamente atualizado?

Nossa vida corriqueira, tão presa ao relógio e as programações diárias faz com que você sequer tenha tempo para realizar tarefas pessoais, sendo assim como vai ter chance de atualizar seu blog? É a rotina de atualizações pode se tornar uma parte integrante de sua programação semanal. Escrever de dois a três vezes por semana já é atualização constante, e fará com que seus usuários as esperem de forma ansiosa.

Seja inesperado, faça com que os navegantes de seu site tenham motivo para voltar na próxima atualização e continuar a ler a sequência do texto publicado na semana que passou.

Confira vídeo com a entrevista de ALEXANDRE INAGAKI a Augusto Nunes (parte 2/2)




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segunda-feira, 28 de março de 2011

CARLOS SALDANHA, UM BRASILEIRO NOTÁVEL

Pouca gente sabe no Brasil, mas um dos diretores mais talentosos, criativo, premiado e reconhecido no mundo inteiro, com suas duas últimas longas metragem entre os filmes de maior bilheteria de todos os tempos, é o brasileiro: CARLOS SALDANHA, nascido no Rio de Janeiro em 20 de julho de 1968.


É um animador que ganhou destaque nos Estados Unidos como diretor de diversos filmes animados: A Era do Gelo I, II, III e brevemente IV, Robôs, Gone Nutty e para ser lançando em abril de 2011 a sua homenagem a cidade natal: RIO 3D.

Foi também produtor em outros: Sobrevivendo ao Kid e A aventura perdida de Scrat.

Saldanha cursou Mestrado em Artes e se especializou em animação por computação gráfica na School of Visual Arts, em New York.

Atualmente é considerado uma das personalidades mais criativas e talentosas da BLUE SKY STUDIOS, o maior do mundo no gênero.

CARLOS SALDANHA EM ENTREVISTA A REVISTA MOVIE




Dos mesmos criadores de A ERA DO GELO, com direção de CARLOS SALDANHA, RIO 3D, conta a história de uma arara que troca a sua gaiola pela aventura de voar até o RIO DE JANEIRO. A produção tem vozes de Anne Hathaway e Rodrigo Santoro, além de músicas de Sergio Mendes.



CARLOS SALDANHA FALA SOBRE RIO 3D



O filme RIO 3D conta a história de Blu, uma arara azul rara que pensa que é a última de sua espécie. Quando Blu descobre que há uma ‘outra’ ele deixa o conforto de sua gaiola em uma pequena cidade de Minnesota e vai para o Rio de Janeiro. Mas longe de ser amor à primeira vista entre o domesticado e incapacitado de voar e a feminista e independente, que voa alto, Jewel.

Inesperadamente jogados juntos, eles embarcam na aventura de uma vida, onde aprendem sobre amizade, amor, coragem e estar aberto às muitas maravilhas da vida. “Rio” reúne uma fauna de personagens vibrantes, uma história comovente, mergulhos coloridos, uma música latina contemporânea e cheia de energia.

Anne Hathaway, uma das atrizes famosas que deu sua voz aos personagens, esteve no Rio de Janeiro a semana passada para a pré-estréia, extremamente simpática, encantando a todos que a conheceram.

Rio 3D é uma produção imperdível, não apenas por sua premiada e fantástica produção, mas pela linda homenagem ao Rio de Janeiro que será sede da próxima olimpíada e o filme, com certeza, servirá de divulgação antecipada da Cidade Maravilhosa em todo o mundo, principalmente agora que vem diminuindo o seu nível de violência, com as unidades apaziguadoras nas principais comunidades cariocas.

Vamos torcer para que o filme, além de homenagem, sirva como uma semente para o imenso fluxo turístico que está previsto para o Rio e todo o Brasil nos próximos anos.

TRAILER LEGENDADO DE RIO 3D



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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

COMO ENTRAR NO MERCADO DE TRABALHO

O ensino brasileiro não vem oferecendo a formação e a qualificação necessária aos jovens, que são considerados inexperientes e despreparados para entrar no Mercado de Trabalho, resultado de uma educação de má qualidade oferecida no País, infelizmente.

Quando a economia brasileira reaqueceu, as empresas e o governo se preocuparam com as novas tecnologias e os equipamentos, se esquecendo que as máquinas necessitam de homens (e mulheres) para a sua operação. Assim, atualmente, há muitas vagas e falta de candidatos qualificados para ocupá-las.

Ter um bom currículo com formação adequada e experiência ainda é um forte requisito para se garantir uma vaga de emprego. Contudo, atualmente, é bastante importante ter uma boa rede de contatos a fim de que a vaga seja encontrada e adquirida com a indicação de um amigo ou conhecido. Essa rede, conhecida como network, é fundamental já que em muitas profissões há mais vagas do que procura. Diante dessa realidade, mesmo se tendo uma formação adequada, sem uma indicação fica difícil conseguir um bom emprego.

Entretanto nem só uma boa formação educacional é garantia de aquisição de vaga, é preciso ter um perfil profissional que garanta para a empresa um algo a mais. Esse perfil de candidato deve ser de liderança, de garantia de rentabilidade e de maiores resultados para a empresa. Qualificação adequada é importante, dependendo da vaga que se pretende conquistar. Também não resolve ter qualificação para uma área e buscar um emprego em outra. A empresa busca a qualificação adequada ao cargo que será preenchido. Dominar a língua inglesa é primordial em alguns empregos. Em outros, esse conhecimento aumenta as chances da conquista da vaga.

Os concursos públicos são ótimas oportunidades de emprego. Alguns exigem formação específica. São indicados para pessoas que buscam estabilidade profissional. Empregos temporários também são possibilidades de qualificação profissional, experiência para o currículo e possibilidade, ainda que remota, de efetivação. É igualmente vantajoso, pois os benefícios são os mesmos que os dos empregos comuns com a diferença de ser por tempo pré-determinado. Os estágios, sejam eles remunerados ou não, também são excelentes possibilidades de abertura de caminhos para bons empregos posteriormente ou para efetivação após o cumprimento do contrato

Confira vídeo do São Paulo Acontece: Jovens tem dificuldade de entrar no Mercado de Trabalho



Antes de iniciar todos os seus esforços no intuito de entrar numa faculdade, pense se não vale à pena fazer um curso de nível técnico profissionalizante, pois no Brasil há falta de técnicos e sobrando universitários.

Qual é a vantagem de ter feito técnico antes de fazer a faculdade?

Experiência. Você ganha muita experiência. Acaba saindo na frente de muita gente que faz faculdade e não tem essa experiência de trabalho mesmo, de vivência, de rotina, e isso a gente consegue ter com o técnico”..

A falta de técnicos é tão acentuada que muitas empresas estão fazendo parcerias com escolas profissionalizantes. Uma recente pesquisa, da Confederação Nacional das Indústrias, mostra que 61% das empresas pesquisadas estão capacitando seus próprios técnicos.

O caminho mais indicado é dar um passo de cada vez. Fazer um curso técnico, conseguir um bom emprego e depois investir em cursos de especialização, incluindo o curso superior mais adequado.

Confira vídeo exibido no FANTÁSTICO: Como entrar no Mercado de Trabalho sem nível superior




Outra boa opção, no intuito de antecipar a sua formação, em curso mais rápido e barato são os tecnológicos, que oferecem muitas opções e vêm atraindo mais interessados a cada ano.

E, apesar de não conceder bacharelado, é um curso de nível superior, com formação específica e voltada para as grandes necessidades de mão de obra qualificada no mercado de trabalho brasileiro. E é muito recomendado para quem já exerce determinada função e deseja se especializar ou aprimorar os seus conhecimentos na área.

O número de cursos superiores de tecnologia cresceu 96,67% entre 2004 e 2006, passando de 1.804 para 3.548 em todo o país, segundo dados do Ministério da Educação. Só no Estado de São Paulo, de 1998 a 2004, a quantidade de alunos ingressantes nas graduações tecnológicas aumentou 395%, de acordo com o Censo Nacional da Educação Superior realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

A formação está em sintonia com o mercado de trabalho, mas as empresas valorizam esses cursos e recebem os profissionais que acabam de se formar? Não há uma pesquisa nacional que responda sobre a empregabilidade dos tecnólogos, mas alguns números indicam que a aceitação tem sido grande nos últimos anos

Houve uma ampliação do leque de alunos que procuram os cursos superiores de tecnologia. O perfil clássico de quem cursava o tecnólogo era o de pessoas que já estavam no mercado, mas pensavam em fazer um curso superior porque não haviam concluído a faculdade ou mesmo nunca haviam tido a oportunidade de começar uma graduação. Eram alunos, geralmente na faixa dos 25, 30 anos, que desejavam adquirir mais conhecimento e ter a chance de progressão na carreira.

Alunos com esse perfil continuam a procurar os cursos superiores de tecnologia. Mas agora eles têm a companhia de muitos outros grupos. O mercado de curso superior de tecnologia, pela existência de novas profissões, se expandiu. Em vez de ser curso de curta duração para adulto, o tecnólogo virou opção para novas profissões. E, com isso, o público se diversificou. Temos desde o jovem que saiu do ensino médio e quer seguir uma carreira que nem tem uma graduação tradicional como opção até o médico que faz o curso de gastronomia por hobby.


Confira vídeo exibido no FANTASTICO: Curso Tecnológico é bem aceito no Mercado de Trabalho



A graduação em TECNÓLOGO é mais especifica e voltada para as necessidades da área de formação, em um curso mais rápido e objetivo. Para quem não pode cursar uma faculdade, é uma excelente opção de graduação, que vem oferecendo grande aceitação do mercado de trabalho, pois desde que o Governo reconheceu esses cursos em 1997, é cada vez maior o número de candidatos admitidos com essa formação tecnológica.

A UNIMONTE, da cidade de Santos, oferece essa graduação desde o inicio do reconhecimento dos cursos pelo MEC e seus alunos formandos vem obtendo muitas e excelentes vagas no Mercado de Trabalho, alguns com excelente remuneração, inclusive.

E, depois, há ainda a possibilidade de uma pós, com uma especialização mais específica, valorizando o currículo profissional do candidato.

Confira vídeo do SP Record: 90% dos Tecnólogos conseguem emprego



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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

HACKERS, O QUE É?

Originalmente, e para certos programadores, HACKERS (singular: hacker) são indivíduos que elaboram e modificam software e hardware de computadores, seja desenvolvendo funcionalidades novas, seja adaptando as antigas.

Originário do inglês, o termo hacker é utilizado no português. Os hackers utilizam todo o seu conhecimento para melhorar softwares de forma legal. Eles geralmente são de classe média ou alta, com idade de 12 a 28 anos. Além de a maioria dos hackers serem usuários avançados de Software Livre como os BSD Unix (Berkeley Software Distribution) e o GNU/Linux. A verdadeira expressão para invasores de computadores é denominada “Cracker” e o termo designa programadores maliciosos e ciberpiratas que agem com o intuito de violar ilegal ou imoralmente sistemas cibernéticos

Existe uma Ética Hacker. Equivocadamente é usado referindo-se a pessoas relativamente sem habilidade em programação e sem ética, como criminosos que quebram a segurança de sistemas, agindo ilegalmente e fora da ética hacker. O problema é quando os crackers e script kiddies são referidos como hackers pela imprensa, por falta de conhecimento, gerando uma discussão sem fim.

Nesse sentido, os hackers seriam as pessoas que criaram a Internet, fizeram do sistema operacional Unix o que ele é hoje, mantêm a Usenet, fazem a World Wide Web funcionar, e mantém a cultura de desenvolvimento livre conhecida atualmente. É comum o uso da palavra hacker fora do contexto eletrônico/computacional, sendo utilizada para definir não somente as pessoas ligadas a informática, mas sim os especialistas que praticam o hacking em diversas áreas.


Confira video do JORNAL DA RECORD: Como as vítimas tentam se defender do HACKERS



É importante lembrar que existe toda uma cultura por trás desse sentido da palavra hacker. A Cultura hacker define diversos pontos para estilo e atitude e, por mais que pareça estranho, muitas das pessoas que se tornam os chamados programadores extraordionários possuem esse estilo e atitude naturalmente e casual.

O termo hoje também é usado para representar todos os que são bons naquilo que fazem, como os artesãos que usavam como principal ferramenta de trabalho o machado, ou Picasso com sua arte fabulosa, eles foram os primeiros hackers. Atualmente o termo indica um bom especialista em qualquer área. Este termo adquiriu esta definição somente após seu uso na informática, designando especialistas em computação.

Os hackers e crackers são indíviduos da sociedade moderna, e possuem conhecimentos avançados na área tecnológica e de informática, mas a diferença básica entre eles é que os hackers somente constróem coisas para o bem e os crackers destróem, e quando constróem, fazem somente para fins pessoais.

Confira video do JORNAL DA RECORD: Crimes Cibernéticos



O termo "hacker de computador" apareceu pela primeira vez em meados da década de 1960. O hacker era um programador, uma pessoa que criava códigos de computação. Os hackers eram visionários que conseguiam enxergar novas maneiras de usar os computadores, criando programas que ninguém poderia imaginar. Eles foram os pioneiros da indústria da computação, construindo desde pequenos aplicativos para sistemas operacionais. Nesse sentido, pessoas como Bill Gates, Steve Jobs e Steve Wozniak eram todos hackers - eles viram o potencial do que os computadores eram capazes de fazer e criaram maneiras de ter acesso a esse potencial.

Uma característica comum entre esses hackers era o grande senso de curiosidades, que às vezes beirava a obsessão. Esses hackers eram orgulhosos não só por sua habilidade de criar novos programas, mas também por aprender como outros programas e sistemas funcionavam. Quando havia bug, uma seção de códigos errados que impediam o bom funcionamento do programa, os hackers criavam e distribuíam pequenas seções de códigos chamados "patches" para solucionar o problema. Alguns conseguiam empregos que alavancavam suas habilidades, sendo pagos pelo que eles adorariam fazer de graça.

Conforme os computadores foram evoluindo, os engenheiros de computação começaram a juntar máquinas individuais em rede, formando um sistema. Logo, o termo "hacker" adquiriu um novo significado: uma pessoa que utilizava computadores para explorar uma rede à qual o hacker não pertencia. Geralmente, os hackers não eram mal-intencionados. Eles só queriam saber como as redes de computadores funcionavam e consideravam qualquer barreira entre eles e esse conhecimento como um desafio.

Na verdade, isso ainda ocorre hoje em dia. Há muitas histórias sobre hackers mal-intencionados sabotando sistemas de computação, infiltrando-se em redes e espalhando vírus pelos computadores, mas, a maioria dos hackers é só curiosa; eles querem saber todas as complexidades do mundo da computação. Alguns usam o conhecimento para ajudar corporações e governos a criar melhores medidas de segurança. Outros usam suas habilidades para ações menos éticas

Confira video da TV TEM (Afiliada da Globo) : Profissão HACKER



A caixa de ferramentas dos hackers

O principal recurso com o qual os hackers contam, além da ingenuidade do usuário, é o código de computador. Há uma grande comunidade de hackers na Internet (em inglês), mas só alguns poucos programam códigos. Muitos hackers buscam e baixam códigos escritos por outras pessoas. Há milhares de programas diferentes que os hackers utilizam para explorar computadores e redes. Esses programas dão aos hackers muito poder sobre os usuários e empresas inocentes, pois se o hacker for habilidoso o bastante para saber como um sistema funciona, ele poderá projetar programas para explorá-lo.

Os hackers mal-intencionados utilizam programas para:

Obter senhas: há diversas maneiras de obter senhas de outras pessoas, desde adivinhações a simples algoritmos que geram combinações de letras, números e símbolos. O método de obter senhas por erros e acertos é chamado brute force attack, o que significa que o hacker tenta gerar todas as combinações possíveis para obter o acesso. Outra maneira de obter senhas é utilizar um "dictionary attack", programa que insere palavras comuns em campos de senha.
Infectar computadores ou sistemas com um vírus: os vírus de computador são programas projetados para que se dupliquem e causem problemas desde destruir um computador até apagar todo o conteúdo do hard drive de um sistema. O hacker pode instalar um vírus infiltrando-se em um sistema, mas é muito mais comum que eles criem vírus simples e os mandem a possíveis vítimas por e-mail, mensagens instantâneas, páginas na internet com conteúdo que pode ser baixado ou redes peer-to-peer (p2p).
Registrar teclas pressionadas no teclado: alguns programas permitem aos hackers rever cada tecla pressionada por um usuário de computador. Assim que for instalado no computador da vítima, o programa, chamado keylogger, registra cada tecla pressionada, dando ao hacker tudo o que ele necessita para se infiltrar em um sistema ou até roubar identidades.
Obter acesso de modo clandestino: assim como a obtenção de senhas, alguns hackers criam programas que buscam caminhos desprotegidos em sistemas e computadores de rede. Na época em que a internet surgiu, muitos sistemas de computação tinham segurança limitada, tornando possível para um hacker encontrar um caminho para entrar no sistema sem nome de usuário ou senha. Os hackers também conseguem obter acesso de modo clandestino infectando um computador ou sistema com um "Trojan horse".
Criar computadores-zumbi: o computador-zumbi, ou "bot", é um computador que pode ser utilizado pelo hacker para enviar spam ou fazer ataques a sistemas ou redes de computadores (DDoS). Após uma vítima executar um código aparentemente inocente, abre-se uma conexão entre esse computador e o sistema do hacker. O hacker consegue, secretamente, controlar o computador da vítima, utilizando-o para cometer crimes ou espalhar spam.
Fazer espionagem em e-mails: os hackers criaram um código que permite a eles interceptar e ler mensagens de e-mail, o que seria equivalente na internet a um interceptor de conversas telefônicas. Hoje em dia, a maioria dos programas de e-mail utiliza criptografia tão complexa, que mesmo que um hacker intercepte a mensagem, não será capaz de lê-la.

Fontes: Wikipédia
http://informatica.hsw.uol.com.br/hacker.htm


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terça-feira, 14 de dezembro de 2010

MEDICINA NA ARGENTINA SEM VESTIBULAR

Quantos jovens brasileiros não sonham em fazer um curso de medicina e ficam apenas na utopia, por falta de condição financeira de arcar com os custos de uma universidade particular, entre R$ 3.000,00 e R$ 5.000,00 mensais. A outra alternativa: uma Universidade Pública, encontrarão centenas de concorrentes para cada vaga, que torna o acesso quase a sorte grande de uma mega sena.


Agora, por incrível que possa parecer, surgiu a chance de estudar medicina na ARGENTINA e sem vestibular, inclusive, pelo custo de U$ 2.000,00 anuais. O custo de um mês no Brasil para uma universidade particular.

O Brasil é famoso por ter uma das cargas tributárias mais altas do mundo, com pouco retorno aos brasileiros. É famoso pelos juros exorbitantes. É famoso pela péssima distribuição de renda. É famoso pela corrupção. É famoso pela educação sem qualquer qualidade e agora também famoso pelos cursos superiores de medicina caríssimos, enquanto em países do MERCOSUL custam 10 % do praticado no nosso país.


Confira vídeo da TV Globo – FACULDADE DE MEDICINA NA ARGENTINA SEM VESTIBULAR POR 2 MIL DOLÁRES ANUAIS.




Se o curso for realizado numa universidade particular da Argentina, será de apenas 6 anos, como no Brasil, porém se for numa universidade pública, é necessário 1 ano do CBC (ciclo básico comum), a faculdade acaba sendo 7 anos, 1 a mais que no Brasil para se formar. E depois de formado o diploma só é "reconhecido" pelo MEC para fazer a REVALIDAÇÃO! Ou seja, ninguém se forma lá, já podendo atuar aqui. A revalidação atualmente é basicamente constituida de duas provas, teórica e prática (e dizem que não é nada fácil passar, quem sabe no futuro isso mude). Quem não consegue revalidar o diploma (o que acontece com muita freqüência) tem que fazer uns 2-4 anos ainda em alguma particular aqui no Brasil, para obter o diploma brasileiro valido para atuar no país.

Confira video da TV Record – Argentina em Verde e Amarelo



Fontes: http://www.medicinanaargentina.com.br/

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sábado, 13 de novembro de 2010

CINQUENTÕES E O MERCADO DE TRABALHO DE HOJE



Na década de 90 quando um trabalhador de 50 anos ficava desempregado suas perspectivas de conseguir um novo emprego eram quase nulas, porque não se dava valor à experiência, que muitas empresas consideravam, inclusive, ultrapassada, optando por profissionais recém formados, que custavam bem menos e teoricamente vinham com uma bagagem profissional mais atualizada.

Atualmente, felizmente, essa ótica mudou completamente (ou quase) e os recrutadores de Recursos Humanos já procuram com muito interesse os profissionais de mais de 50 anos e com experiência em qualquer área de trabalho.

Os profissionais acima de 50 anos ocupam 18% do mercado de trabalho e de 2002 a 2006 a procura e recolocação desses trabalhadores cresceu 2,7% e a tendência é que continue a aumentar, devido a sua recente valorização e reconhecimento.


Confira vídeo MGTV - Reportagem sobre mercado de trabalho



Mas se você ficou desempregado com essa idade, há alguns cuidados que ajudarão a sua rápida recolocação.

Faça um currículo moderno e eficaz, dando ênfase aos seus pontos fortes, e procure distribuí-lo nas empresas que gostaria de trabalhar e que tenha conhecidos, que poderão indicá-lo.

Não tenha vergonha por estar desempregado, use a sua REDE DE CONTATOS, informando não estar trabalhando e a sua disponibilidade e experiência.

Distribua cartões, envie mensagens por e-mail, faça inscrição grátis em empresas de recolocação na internet (geralmente oferecem uma semana grátis para conhecer o produto), procure agencias de emprego. Não fique abatido dentro da sua casa esperando uma proposta bater a sua porta.

Avalie a sua qualificação e analise a possibilidade de fazer uma reciclagem, ou até mesmo, uma nova requalificação profissional. Nunca é tarde para mudar ou recomeçar.

Eu, com duas faculdades e uma pós graduação, aos 50 anos resolvi fazer uma nova faculdade no intuito de iniciar uma nova profissão, a de professor, inclusive visando outra aposentadoria, além do INSS, já que não tive chance ou oportunidade de fazer uma previdência privada.

E, além da faculdade de LETRAS, não me canso de procurar cursos on-line, visando o meu aprimoramento profissional, além da imprescindível atualização, porque o mundo não pára e diariamente surgem novas tecnologias e metodologias. Se você ficar parado, não estará estacionado, mas regredindo e ficando cada dia mais ultrapassado e obsoleto.

Confira vídeo Recolocação no Mercado de Trabalho




Mas é evidente que não basta ter mais de 50 anos ou grande experiência em qualquer área, para conseguir rapidamente uma rápida recolocação. É preciso atualização na sua área e requalificação, procurando fazer sempre cursos voltados a novos conhecimentos tecnológicos, operacionais e administrativos.

Conhecimentos de informática são imprescindíveis e não se concebe que alguém não domine, mesmo como simples usuário, essa ferramenta primordial de trabalho na atualidade.

Há disponível no mercado vários e excelentes cursos de atualização profissional, alguns até grátis, alguns on-line, oferecidos por diversas instituições, que valem a pena fazê-los, pois são elaborados dentro das mais modernas técnicas e com conhecimentos necessários e realmente usuais em cada área de trabalho.

O conhecimento de uma ou duas línguas estrangeiras também ajuda bastante. Antigamente era o inglês a língua mais importante e exigida para alguns cargos que requerem domínio dessa comunicação, principalmente para uso da informática, porém, atualmente, o espanhol e o mandarim estão também ocupando um espaço muito importante na recolocação de profissionais que dominam essas línguas no intuito de abastecer a comunicação no comercio exterior com nações latino americanas e a China, principalmente.

Confira vídeo Experiência e Qualificação Profissional - Fatores de Sucesso



Se você gostou dessa postagem, veja também os meus posts abaixo, que completarão com muita qualidade este assunto:

09/09/10 – Mercado de Trabalho após os 40 anos
31/08/10 – Idosos, Mercado volta a oferecer Vagas
23/08/10 – Tecnologia da Informação, há Vagas, falta Qualificados
29/05/10 – Saiba como estudar pela Internet
25/05/10 – No Brasil falta mão de obra qualificada

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

REDE SOCIAL, O QUE É?

Uma REDE SOCIAL é uma estrutura social composta por pessoas ou organizações, conectadas por um ou vários tipos de relações, que partilham valores e objetivos comuns. Uma das características fundamentais na definição das redes é a sua abertura e porosidade, possibilitando relacionamentos horizontais e não hierárquicos entre os participantes. "Redes não são, portanto, apenas uma outra forma de estrutura, mas quase uma não estrutura, no sentido de que parte de sua força está na habilidade de se fazer e desfazer rapidamente."

Muito embora um dos princípios da rede seja sua abertura e porosidade, por ser uma ligação social, a conexão fundamental entre as pessoas se dá através da identidade. "Os limites das redes não são limites de separação, mas limites de identidade. (...) Não é um limite físico, mas um limite de expectativas, de confiança e lealdade, o qual é permanentemente mantido e renegociado pela rede de comunicações."

As REDES SOCIAIS podem operar em diferentes níveis, como, por exemplo, redes de relacionamentos (facebook, orkut, myspace, twitter, blogs), redes profissionais (linkedin), redes comunitárias (redes sociais em bairros ou cidades), redes políticas, dentre outras, e permitem analisar a forma como as organizações desenvolvem a sua atividade, como os indivíduos alcançam os seus objetivos ou medir o capital social – o valor que os indivíduos obtêm da rede social.

Um ponto em comum dentre os diversos tipos de rede social é o compartilhamento de informações, conhecimentos, interesses e esforços em busca de objetivos comuns. A intensificação da formação das redes sociais, nesse sentido, reflete um processo de fortalecimento da Sociedade Civil, em um contexto de maior participação democrática e mobilização social.

Confira vídeo da Agencia Click sobre REDES SOCIAIS



ANÁLISE DE REDES SOCIAIS

A Análise de Redes Sociais (relacionada com a network theory) surgiu como uma técnica chave na sociologia moderna. Esta tem, também, vindo ser aplicada e desenvolvida no âmbito de disciplinas tão diversas como a antropologia, a biologia, os estudos de comunicação, a economia, a geografia, as ciências da informação ou a psicologia social.

A ideia de rede social começou a ser usada há cerca de um século atrás, para designar um conjunto complexo de relações entre membros de um sistema social a diferentes dimensões, desde a interpessoal à internacional.

Em 1954, J. A. Barnes começou a usar o termo sistematicamente para mostrar os padrões dos laços, incorporando os conceitos tradicionalmente usados quer pela sociedade quer pelos cientistas sociais: grupos bem definidos (ex.: tribos, famílias) e categorias sociais (ex.: genero, grupo étnico).

Acadêmicos como S.D. Berkowitz, Stephen Borgatti, Ronald Burt, Kathleen Carley, Martin Everett, Katherine Faust, Linton Freeman, Mark Granovetter, David Knoke, David Krackhardt, Peter Marsden, Nicholas Mullins, Anatol Rapoport, Stanley Wasserman, Barry Wellman, Douglas R. White ou Harrison White expandiram e difundiram o uso sistemático da Análise de Redes Sociais.

Confira video TV Globo – Fantástico – Sobre REDES SOCIAIS na Internet



Se você gostou dessa postagem, leia também:

19/10/10 - Sionismo, você sabe o que é?
24/09/10 - Bullying, você sabe o que é?


Fonte: Wikipédia a enciclopédia livre

quarta-feira, 2 de junho de 2010

TALENTO, CRIATIVIDADE E TECNOLOGIA




Com apenas papel, celular (no caso o Nokia 5800) e uma música, gravaram para um festival a animação “ELIO”, abaixo, demonstrando que com criatividade e talento pode-se fazer muitas coisas.


Saiba mais: http://eliofilm.wordpress.com

Fonte: http://blogs.estadao.com.br

Assista o vídeo com essa animação Elio from Rob Diaz on Vimeo.


terça-feira, 25 de maio de 2010

TECNOLOGIA: O QUE É BitTORRENT ?


O BitTorrent é uma tecnologia criada por Bram Cohen que permite o compartilhamento de qualquer tipo de arquivo pela internet, sendo muito utilizado para a distribuição de vídeos, músicas e softwares. Sua forma de trabalho é muito eficaz e evita, por exemplo, que determinados usuários só façam download, mas não compartilhem arquivos (a não ser que alguém utilize algum macete para burlar isso). Isso porque a taxa de download é, de forma certa, equivalente à taxa de upload, ou seja, somente compartilhando é que você consegue baixar arquivos. Por esta razão, quando o usuário está iniciando um determinado download, a velocidade utilizada pode ser lenta e vai aumentando de acordo com o que já foi baixado do arquivo. Quanto mais o usuário tiver de um arquivo, mais pode compartilhar, beneficiando um número maior de pessoas.

Razões para usar o BitTorrent

As características mencionadas anteriormente certamente são suficientes para justificar o uso do BitTorrent. No entanto, há outros bons motivos:

- Segurança: o BitTorrent é muito seguro, pois compartilha apenas o arquivo que você estiver baixando ou já baixou. A tecnologia não faz uso de diretórios compartilhados, o que evita, por exemplo, que vírus se instalem nestas pastas e contaminem o computador de outro usuário;

- Multi-plataforma: o BitTorrent é multi-plataforma, ou seja, não é destinado a um único sistema operacional. Você pode utilizá-lo no Windows, no Mac OS e no Linux, por exemplo;

- Código-fonte aberto: pelo menos em parte. Em relação ao protocolo BitTorrent em si, o código-fonte continua aberto, pelo menos por enquanto. Para saber mais sobre o assunto, visite o site do BitTorrent para desenvolvedores;

- Gratuito: você não precisa pagar nada para usá-lo (no entanto, você pode fazer donativos aos mantenedores do serviço);

- Continua de onde parou: você não precisa deixar seu computador ligado até o download terminar. É possível interrompê-lo e posteriormente o BitTorrent continua de onde parou.

Como o BitTorrent funciona:

Para que você possa fazer download (e upload) pelo BitTorrent, é necessário que cada item compartilhado esteja associado a um arquivo denominado torrent, cuja extensão é .torrent (por exemplo, infowester.torrent). Trata-se de um arquivo pequeno e simples, mas que contém as informações necessárias para o compartilhamento, como local onde o arquivo está e a sequência que verifica a integridade deste. Esse arquivo pode estar disponível em um site e, quando acessado, inicia o download do arquivo compartilhado (desde que o BitTorrent esteja instalado no computador do usuário). Isso significa que você precisa achar um torrent do arquivo que você deseja baixar. Para encontrar torrents você pode usar sites voltados a este fim. Há vários na internet, basta digitar a palavra "torrent" em mecanismos de busca para localizá-los.

Quando o usuário inicia um download, o tracker é consultado para que a lista de computadores que possui o arquivo em questão seja informada. Enquanto o download estiver sendo feito, o computador se comunicará periodicamente com o tracker para informar o quanto de download já foi feito e para saber o quanto falta. É importante ao tracker conhecer o quanto já foi baixado para que assim ele possa indicar essa máquina a outro computador que esteja precisando do "pedaço" do arquivo que o primeiro já tem. Desse modo, quanto mais computadores estiverem compartilhando aquele conteúdo, mais rápido será o download, pois haverá mais opções de fontes.
Um fato interessante é que se por alguma razão o tracker parar de funcionar (quando isso ocorre, geralmente é temporário) o swarm continua compartilhando o arquivo que lhe cabe, afinal, cada computador sabe de onde fazer o download. No entanto, nenhuma outra máquina poderá fazer parte desse swarm enquanto não houver tracker que possa direcioná-la.

Onde baixar:

Você pode baixar uma versão do BitTorrent apropriada para seu sistema operacional diretamente do site oficial da tecnologia: www.bittorrent.com. No entanto, como o BitTorrent em si é um protocolo, você pode procurar em sites de downloads ferramentas criadas por terceiros que trabalham com a tecnologia. Há várias opções disponíveis, com diferentes recursos, para as mais diversas plataformas (no Linux, é possível usá-lo até mesmo por linha de comando). Um dos mais conhecidos é o gratuito ABC, disponível em pingpong-abc.sourceforge.net como software livre. O navegador de internet Opera também é uma opção, pois contém um cliente de BitTorrent por padrão.

Finalizando:

Não é exagero chamar o BitTorrent de uma grande invenção. Trata-se de uma tecnologia bastante funcional e transparente. Com a popularização das conexões de banda larga, a possibilidade - e a necessidade - de compartilhar arquivos dos mais diversos tipos se torna realidade para cada vez mais pessoas. Mas, como nada é perfeito, há determinados tipos de arquivos que, por não serem tão populares, acabam sendo de difícil obtenção pelo BitTorrent. Mas há uma compensação: o padrão é excelente para lidar com arquivos grandes, mesmo aqueles que contêm vários gigabytes, característica especialmente útil para agora, quando vídeos em alta definição- e mais pesados, consequentemente - estão cada vez mais populares.

Fonte: www.infowester

Veja vídeo de BitTorrent para iniciantes