Sua primeira aparição nas telas foi em 1952 e ao completar 18 anos, ela se casou com o diretor de cinema Roger Vadim (que também foi marido de Jane Fonda e Catherine Deneuve). A união durou cinco anos. Vadim foi responsável por lançá-la em "E Deus Criou a Mulher" (1956) e ainda a dirigiu em "Quer Dançar Comigo?" e "Amores Célebres".
Com o sucesso de seus filmes franceses, Brigitte participou de uma produção americana em 1954, "Um ato de amor", com Kirk Douglas, tornando-se popular nos Estados Unidos. Ela não agia como as estrelas da época, cheias de estratégias de conquista e frases de duplo sentido. Sua sensualidade vinha do corpo perfeito, da boca carnuda, do olhar expressivo e de um comportamento livre, incomum para as mulheres da época. BB chegou a ser considerada a versão francesa de Marilyn Monroe.
No decorrer da carreira filmou vários clássicos do cinema e foi dirigida por alguns dos maiores diretores europeus, sempre com grande sucesso e sendo considerada uma das responsáveis pelo grande bilheteria do cinema francês durante aqueles anos. Casou-se várias vezes e ainda teve inúmeros namorados, mas apenas um filho, que deixou ser criado pelo pai.
No decorrer da carreira filmou vários clássicos do cinema e foi dirigida por alguns dos maiores diretores europeus, sempre com grande sucesso e sendo considerada uma das responsáveis pelo grande bilheteria do cinema francês durante aqueles anos. Casou-se várias vezes e ainda teve inúmeros namorados, mas apenas um filho, que deixou ser criado pelo pai.
Aos 39 anos, BB se retirou da vida artística. Pouco antes de deixar as telas, declarou à imprensa francesa que não sentia prazer em ser atriz. Por três vezes tentou o suicídio. Passando a desprezar sua aparência, dedicou-se a defender a natureza e os animais. Sua luta era pelo fim da venda de gatos e cachorros em anúncios classificados, pela proibição do uso de animais selvagens em circos, pelo final das touradas e das brigas de galo, e pelo fim da criação de animais para a fabricação de casacos de pele.
Em 1992 ela se casou com Bernard d´Ormale, político francês de extrema direita. Longe dos estúdios cinematográficos, a atriz envelheceu de forma amarga. Seu livro "Um Grito no Silêncio", publicado em 2003, provocou grande polêmica. Brigitte foi acusada de exaltar o preconceito contra negros, homossexuais e imigrantes e se tornou uma vergonha para os franceses, que preferiram se fixar na imagem da jovem loura sexy da década de 1960.
Lembro-me da admiração incontida que sentia por essa estrela na minha adolescencia, comprando todas as revistas que publicavam notícias sobre Brigitte e tentando assistir sem sucesso seus filmes, pois na época era menor e todos os seus filmes costumavam ser impróprios. Hoje me sinto ligeiramente triste ao ver a sua imagem decadente e envelhecida, quando sua contemporanea Sophia Loren, que tem a mesma idade que ela, continua deslumbrante e atuante. Mas o meu consolo é acompanhar a sua dedicação a causa protetora dos animais, que também amo. Acho que sempre soube que tínhamos algo em comum........
Confira vídeo - Brigitte Bardot (sua voz) comentando o filme "Les Petroleuses" com ela e Claudia Cardinale
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