BETO LEMELA, Contador, Administrador com pós graduação em Recursos Humanos e Professor de Português, entre outras coisas:
"Se você não quer ser esquecido quando morrer, escreva coisas que vale a pena ler ou faça coisas que vale a pena escrever" e
"Os homens que tentam fazer algo e falham são infinitamente melhores do que aqueles que tentam fazer NADA e conseguem"
Cada vez mais pessoas acreditam que as modificações de profundo alcance, que estão ocorrendo, na maior parte das áreas da vida, eventualmente irão nos levar a um ‘outro mundo’ – um mundo cujos traços, por enquanto, mal podemos entrever.
A era que está por terminar caracterizou-se pela eficiência, velocidade, conforto, prestígio social e mobilidade ilimitada – características para as quais o automóvel é um símbolo.
A era que está por vir será – é a nossa esperança – caracterizada por: viver em harmonia com a natureza; tecnologia suave; economias plenamente sustentáveis; um sentimento voltado às necessidades mais profundas do ser humano, como a capacidade de obter satisfação das coisas que estão ao nosso alcance.
Um símbolo para isso poderia ser... a bicicleta.
Na Holanda, um dos países mais desenvolvidos do Mundo e com excelente qualidade de vida, o uso da bicicleta é incentivado pelo governo e assim, metade da população anda de bicicletas.
Confira vídeo do Jornal da Record, na Holanda metade da população usa bicicletas
Vantagens da Bicicleta sobre o Automóvel
• Produz pouquíssimo ruído, e não emite gases (ou seja: poluição atmosférica e sonora iguais a zero);
• A velocidade de deslocamento está adaptada às capacidades de percepção, reação e assimilação humanas, as quais levaram centenas de milhares de anos para se desenvolver (o carro oportuniza o deslocamento a velocidade muito acima da capacidade humana de processar dados e tomar decisões com razoável segurança);
• De lambuja, a bicicleta oportuniza a atividade física necessária para a saúde e o bem-estar geral da pessoa (pedalar regularmente reduz a suscetibilidade a males relacionados com o estilo de vida moderno, tais como hipertensão, obesidade, e outros);
• Andar de bicicleta meia hora por dia aumenta o metabolismo em oito calorias ao minuto, consumindo onze quilos de gordura por ano;
• A tecnologia empregada é visível e de fácil compreensão;
• É facilmente reparável, quase sempre pelo próprio usuário;
• Sua fabricação consome pouca energia e matéria-prima;
• Com a bicicleta pode-se percorrer 1000 km, usando a quantidade de energia correspondente a um litro de gasolina;
• Deslocando-se a 15 km/h, um ciclista gasta uma quantidade de energia menor do que aquela que é gasta por um carro apenas para manter os faróis ligados;
• Na bicicleta, o “motor” tem sua força, eficiência e durabilidade aumentadas, quanto mais ele é usado;
• Uma infra-estrutura simples e barata é suficiente;
• É possível, em grande parte, reciclar;
• Há pouca exigência de espaço físico;
• A consciência é influenciada positivamente, através da vivência direta do meio ambiente (por exemplo: percepção de odores, temperatura e mudanças de umidade, ao atravessar um trecho de mata);
• Fomento à capacidade de se conectar socialmente, através do contato visual e auditivo permanente com os demais participantes do tráfego;
• Deslocamento de porta a porta;
• Também utilizável por crianças e idosos;
• Frustração e estresse podem ser transformados em propulsão útil - ao invés de se depositarem prejudicialmente nas artérias.
Confira vídeo JCONLINE - A revolução das bicicletas no Mundo
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Fonte: extraído de “Liegeräder – Hinweise zu Konstruktion und Bau” –traduzido por Artur Elias Carneito: Site: http://werner.stiffel.bei.t-online.de
No passado, como a expectativa de vida do brasileiro era curta, a aposentadoria servia para “descansar sentado, esperando a morte chegar”, mas atualmente, com a longevidade e com o arrocho da pensão, o idoso aposentado é muitas vezes obrigado a voltar ao mercado de trabalho.
Hoje, a concepção de aposentadoria está bem diferente, e ao invés de ser desejada, chega a ser temida por alguns. Afinal, como se adaptar a uma vida de ociosidade depois de anos de trabalho? Para algumas poucas pessoas o fim da vida profissional não é problema. Alguns descobrem antes mesmo da aposentadoria, atividades que preenchem o tempo livre, como ginástica, viagens ao lado do companheiro (a) ou amigos, clube da terceira idade, ou mesmo alguma atividade remunerada que sirva como um “bico”, sem vínculo empregatício. Mas para outros, acostumados à correria do dia-a-dia de uma empresa, a idéia de ficar parado assusta bastante. Por esse motivo, vários estabelecimentos, como o Grupo Pão de Açúcar, Pizza Hut e o HSBC, entre outras, oferecem vagas para pessoas idosas. E essas pessoas não buscam apenas complementação de renda, mas também o bem-estar de se sentir útil e ativo por mais tempo.
Confira video do Jornal Hoje – Mercado de Trabalho para Terceira Idade
A velhice é um processo íntimo, natural e inevitável, quando ocorrem mudanças significativas de natureza física, psicológica e social. Essas alterações são encaradas de formas diferentes pelas pessoas, e aquelas que optam por se manter em atividade, evitam, na maioria das vezes, um quadro de depressão que é freqüente para quem se depara, de uma hora para outra, com um tempo livre que ela não teve durante toda a vida e ao qual não está habituada.
Geralmente o empregado mais antigo é respeitado em seu ambiente de trabalho, e quando vem a aposentadoria, ele enfrenta o preconceito da sociedade pelo fato de ele ser um cidadão da terceira idade. Esse quadro muitas vezes leva a pessoa a se reciclar e se requalificar para voltar à ativa, e daí surge um profissional inovador e que interessa muito ao mercado de trabalho.
Estudos científicos recentes comprovam que, com o passar do tempo, a inteligência não sofre qualquer tipo de perda, pois ela tem relação com fatores próprios, como a educação, o padrão de vida, a vitalidade física, mental e emocional. A saúde desses fatores depende muito de como a pessoa encara a vida e se prepara para a chegada da “melhor idade”. Pouco a pouco as empresas estão percebendo que nem sempre é viável dispensar funcionários inteligentes, experientes e ainda com energia para contribuir muito no dia-a-dia profissional. As vagas para candidatos maduros têm aumentado gradativamente, sinal de que o preconceito está finalmente sendo vencido.
Embora os idosos ainda estejam distantes da preferência das empresas quando elegem seus projetos sociais, essa população vem crescendo e se impondo, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). São 14,5 milhões, cerca de 8,6% da população brasileira, conforme o Censo 2000. Em 1991 o pessoal com mais de 60 anos correspondia a 7,3%.
É um contingente poderoso. Segundo o Censo IBGE, 62,4% dos idosos e 37,6% das idosas são arrimos de família. Juntos, somam uma população de 8,9 milhões, dos quais 54,5% garantem o sustento dos filhos e até dos netos. Graças às aposentadorias, esses velhos são responsáveis por mais de 90% do total de rendimento mensal do domicílio, conforme a pesquisa Indicadores Sociais Municipais do IBGE.
Confira video do Jornal Futura – Idosos no Mercado de Trabalho
Na Europa, onde a população idosa é quase a maioria, devido ao envelhecimento dos povos e a baixa natalidade, é comum se ver trabalhadores produtivos em idade bem avançada, muitas vezes ao lado de jovens, e não há qualquer tipo de discriminação, muito pelo contrário, suas experiências são valorizadas.
Espera-se que no Brasil, como na Europa e no Japão, com o envelhecimento da população, e com os projetos governamentais de postergação da aposentadoria, impondo idades mais avançadas que as atuais, que também a mentalidade de “todas” as empresas não apenas valorizem essa mão de obra, como além de mantê-la não dispensando seus empregados idosos, que também contratem trabalhadores da terceira idade, formando uma “nova onda”, como é o correto e saudável.
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Na próxima sexta-feira, dia 3 de setembro, estréia em 400 salas o aguardado filme NOSSO LAR, com direção de Wagner Assis, baseado na obra de Chico Xavier. Filmado como uma superprodução nacional promete imagens lindíssimas para deleite de todos os espectadores. É um filme que não pode deixar de ser assistido por todos aqueles que conhecem a obra desse importante espírita. Nosso Lar conta a história do médico André Luiz, que, ao despertar no mundo espiritual, depara-se com criaturas assustadoras, que vivem em lugar escuro e sombrio. Surpreende-se ao perceber que, apesar da morte, continua vivo, tem fome, sede, frio e outras sensações materiais. Depois de longo período de sofrimento, é recolhido por espíritos dessa zona de purgação e levado para uma colônia chamada Nosso lar. Lá, passa a conhecer melhor o Além, a aprender lições e adquirir conhecimentos que mudarão completamente o seu modo de enxergar a vida. Com saudades de parentes e amigos, sente vontade de voltar a Terra. E volta, mas para que perceba que a vida continua.
Nosso Lar é o um dos livros - o mais vendido até hoje - psicografados pelo médium brasileiro Chico Xavier, que compõem uma coleção intitulada A Vida no Mundo Espiritual, atribuída ao espírito André Luiz. No movimento espírita brasileiro essa coleção é também conhecida como Série Nosso Lar.
Clássico da literatura espírita brasileira, Nosso lar é um romance que versa sobre os primeiros anos do médico André Luiz após sua morte, numa "colônia espiritual", espécie de cidade onde se reúnem espíritos para aprender e trabalhar entre uma encarnação e outra. O romance levanta questões acerca do sentido do trabalho justo e dignificante e da Lei de Causa e Efeito a que todos os espíritos, segundo o espiritismo, estariam submetidos.
Confira vídeo com o trailer oficial do filme: NOSSO LAR
A novelista Ivani Ribeiro teve o livro Nosso lar entre suas bases para escrever a novela A viagem, que até agora teve produzidas duas versões, ambas com sucesso e impulsionando a venda de literatura relacionada ao tema.
Nosso Lar, obteve o primeiro lugar entre os dez melhores livros espíritas publicados no século XX, segundo pesquisa realizada em 1999 pela "Candeia Organização Espírita de Difusão e Cultura".
Desenhos minuciosos e detalhados do mapa da cidade "Nosso Lar" assim como a arquitetura das edificações, ministérios e casas, foram criados pela médium Heigorina Cunha através de suas observações realizadas durante suas saídas do corpo (desdobramento) em março de 1979, conduzidas e orientadas pelo espírito Lucius. Estes desenhos serviram de inspiração para criar o visual arquitetônico da cidade que se vê no Nosso Lar (filme). Seus desenhos foram esclarecidos e confirmados por Chico Xavier de que se tratava realmente da cidade “Nosso Lar”.
Assista também: Chico Xavier, o filme (2010), de Daniel Filho Bezerra de Menezes, diário de um espírito (2008) de Joe Pimentel e Glauber Filho O Sexto Sentido (1999), de M.Night Shyamalan Amor além da Vida (1998), de Vincent Ward
Atrair moradores ao CENTRO DE SÃO PAULO, é, hoje, o principal desafio de quem pensa políticas publicas para esse pedaço da cidade. Especialistas insistem que o aumento da segurança e a conservação do patrimônio só virão quando se reverter o decréscimo populacional. Nas ultimas décadas a região perdeu cerca de 400 mil moradores e acabou bastante degradada, mas nos últimos anos a administração pública vem investindo bastante na construção de grandes equipamentos culturais, reformas das praças e ruas, mas seria preciso também focar a questão habitacional, sem destinar toda a área para os ricos ou somente para os pobres, mas mesclando a classe média com gente de menor poder aquisitivo e, além disso, promover políticas de incentivo a requalificação de edifícios antigos, em vez de estimular apenas novas construções, pois a arquitetura do Centro de São Paulo é muita rica e linda. Uma das características marcantes dos prédios do Centro de São Paulo são a ausência de garagens coletivas e como também as áreas de estacionamento público são tão escassas, a Secretaria dos Transportes já prevê a construção de três edifícios-garagem na região, com 400 vagas de zona azul vertical cada um, porém, é claro que o número fica muito aquém da real necessidade de vagas. O estacionamento público que fica embaixo da Praça Roosevelt está abandonado e desativado e numa região repletas de salas de teatro, bares e restaurante, sendo inadmissível que perdure essa situação.
Confira vídeo da Band – São Paulo Acontece – Centro de São Paulo ainda convive com a degradação
A reforma da Praça Roosevelt, um dos maiores pólos culturais da cidade atualmente, está prevista há quase uma década, porém vem sendo postergada continuamente, com as mais variadas desculpas pela prefeitura. Recentemente saíram notícias que viabilizaram o financiamento e que as obras começariam nos próximos meses, com a duração de dois anos de obras. Vamos torcer que finalmente saia das falsas promessas e se torne realidade essa intervenção, tão necessária para os moradores (como eu) e freqüentadores desse local tão maravilhoso.
Assim como a região da Cracolândia, chamada agora de “Nova Luz”, com projetos tão grandiosos de intervenção, que a tornaria outra área revitalizada, prospera e turística, pois dispõe de importantes equipamentos culturais, como: Pinacoteca, Museu da Língua Portuguesa, Praça da Luz, entre outros, porém que continua abandonada, com poucos investimentos no momento, além da reforma das calçadas da Av. Duque de Caxias.
Para este pedaço está planejado não apenas a atração de novas moradias, mas também de empresas, numa operação urbana que pretende, a partir do ano que vem, repaginar completamente o local, a partir de uma ferramenta de gestão chamada concessão urbanística, entregando a área a um consorcio que, sob a supervisão da prefeitura, poderá desapropriar o que convier, num plano urbanístico semelhante aos ocorridos nos centros de Londres e Manchester, na Inglaterra, garantindo a presença de serviços, áreas verdes e espaços atraentes para as novas empresas que se mudarem para a “Nova Luz”.
Será um projeto piloto, que poderá estender-se para o resto do Centro, além de outras áreas degradadas da cidade, que precisam de intervenção e os órgãos públicos não dispõe de dinheiro, nem muita vontade.
Outro grande problema do Centro, além do abandono, da segurança e das drogas, é a presença de milhares de moradores de rua, que ocupam as calçadas e praças como se fossem as suas residências, para dormir, lavar e trocar de roupa, além de, em público, fazerem todas as suas necessidades físicas e sexuais, É muito constrangedor tal situação, fora o incomodo que causam com as suas abordagens.
Mas a solução social, dessa quase calamidade pública, tão imensa é a sua população atingida, esbarra na falta de vontade dos órgãos públicos e de algumas entidades não governamentais, que defendem a liberdade de ir e vir desses moradores.
Confira vídeo de Sonia Francine comentando os prédios abandonados no Centro de São Paulo
Esquecendo todos esses problemas, é maravilhoso morar no Centro de São Paulo, pois é uma região extremamente bem servida de transporte, tanto de ônibus como metrô, com bons hospitais, excelente localização e infra-estrutura (a melhor da cidade, certamente), as melhores lojas, bancos e shoppings, magníficos equipamentos culturais, cinemas, teatros, restaurantes, bares e mercados e o que é mais gostoso, 24 horas por dia, pois é uma região que nunca dorme. A Praça Roosevelt, onde moro, é vibrante à noite, porém durante o dia parece até numa cidade do interior de tão tranqüila e aos domingos ainda há uma feira livre bem em frente, além de toda área da praça para caminhar a pé com meus cães, fazer exercício e tomar sol. Nem sinto a falta da praia de Santos, a minha cidade natal.
E, futuramente, com a desapropriação pela prefeitura de São Paulo da enorme área com uma verdadeira floresta na Rua Augusta com Caio Prado, o chamado “Parque Augusta”, apenas a uma quadra e com excelente visão do meu apartamento. Tem lugar melhor?
Confira vídeo da TV Cultura – Caminhada noturna pelo Centro de São Paulo
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A respeito das Eleições 2010, em alguns momentos, fiquei dividido entre a vontade de chorar e a de rir com o nível dos candidatos que se apresentam na propaganda gratuita da TV. Não bastasse, infelizmente, os principais protagonistas desta eleição que estão bem sofríveis, nos obrigando simplesmente a votar no “menos pior”, os outros candidatos ao Senado, Câmara dos Deputados e Assembléias dos Estados parecem uma piada de mau gosto, dignos daquelas chanchadas da Atlântida meio século atrás. Para se constatar que de lá pra cá, pouca coisa mudou, desde então.
Candidatos que deveriam ter as candidaturas impugnadas pela lei das Fichas Limpas como Paulo Maluf (739.827 votos em 2006), Orestes Quércia, Joaquim Roriz e José Genoino, com tantos escândalos por corrupção e processos que estão envolvidos, acusados e com recursos em andamento (provavelmente por toda a eternidade, como acontece na justiça brasileira para quem possa contratar um bom advogado) mas aparecem na TV com as maiores caras de pau se candidatando para as eleições de outubro. Está certo que nesta semana Paulo Maluf foi impugnado, mas pode recorrer e garante que será eleito, pois “rouba, mas faz!” O brasileiro já está tão acostumado a conviver com as denuncias de corrupções contra os nossos políticos, que conformado acha “normal”, que “faz parte” e morre de rir com a comédia eleitoral, muitas vezes até votando por galhofa, porque como afirma o candidato TIRIRICA: “pior do que está não vai ficar!”.
É muito triste, verdadeiramente lamentável ver a que ponto chegamos assistir na TV tipos como: Ronaldo Ésper, Tiririca, Maguila, Agnaldo Timóteo, Moacir Franco, Netinho de Paula, Marcelinho Carioca, Mulher Pêra, Batoré, Salete Campari, Vampeta, Reginaldo Rossi, Tati Quebra-Barraco, Túlio Maravilha e Romário, entre muitos outros, se candidatando para as mordomias dos nossos Senado, Congresso e Assembléias.
Sabe-se que os nossos políticos são os mais bem remunerados do mundo e os que menos trabalham, pois para eles o trabalho começa na terça (às vezes quarta) e terminam na quinta-feira. Que final de semana longo, não é mesmo?
E, este ano, por causa das eleições, já estão de recesso, apesar de continuarem ganhando os salários e mordomias absurdas. Até eu que sou mais bobinho, gostaria de me candidatar para essa baita mamata.
A maioria dos novos candidatos é como o Tiririca: ri, quer ser, mas não sabe o que faz um deputado federal, por exemplo. Mas o palhaço Tiririca, se eleito deputado federal, ao menos será um profissional no Congresso Nacional. Já basta de amadores!
O que essas pessoas poderão contribuir para melhorar o desempenho na Câmara, cujo nível de corrupção e mediocridade já extrapolou nos últimos anos a mais pessimista previsão?
É claro que absolutamente nada, mas repetindo o slogan de nosso querido Tiririca: PIOR DO QUE ESTÁ, NÃO VAI FICAR!
E que Deus tenha piedade e nos proteja!
"Um povo ignorante é um instrumento cego da sua própria destruição" - Simon Bolivar
Confira vídeo de propaganda eleitoral com candidatos “famosos”
Apesar da alta taxa de desemprego no mercado de trabalho brasileiro, uma área oferece muitas vagas que não são ocupadas por falta de mão de obra qualificada: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO. A Tecnologia da Informação (TI) pode ser definida como um conjunto de todas as atividades e soluções providas por recursos de computação. Na verdade, as aplicações para TI são tantas - estão ligadas às mais diversas áreas - que existem várias definições e nenhuma consegue determiná-la por completo.
O TERMO
A TI é uma grande força em áreas como finanças, planejamento de transportes, design, produção de bens, assim como na imprensa, nas atividades editoriais, no rádio e na televisão. O desenvolvimento cada vez mais rápido de novas tecnologias de informação modificou as bibliotecas e os centros de documentação (principais locais de armazenamento de informação), introduzindo novas formas de organização e acesso aos dados e obras armazenadas; reduziu custos e acelerou a produção dos jornais e possibilitou a formação instantânea de redes televisivas de âmbito mundial.
Além disso, tal desenvolvimento facilitou e intensificou a comunicação pessoal e institucional, através de programas de processamento de texto, de formação de bancos de dados, de editoração eletrônica, bem como de tecnologias que permitem a transmissão de documentos, envio de mensagens e arquivos, assim como consultas a computadores remotos (via rede mundiais de computadores, como a internet). A difusão das novas tecnologias de informação trouxe também impasse e problemas, relativos principalmente à privacidade dos indivíduos e ao seu direito à informação, pois os cidadãos geralmente não têm acesso a grande quantidade de informação sobre eles, coletadas por instituições particulares ou públicas.
Confira vídeo Jornal Hoje sobre Vagas de Tecnologia da Informação
As tecnologias da informação não incluem somente componentes de máquina. Existem tecnologias intelectuais usadas para lidar com o ciclo da informação, como técnicas de classificação, por exemplo, que não requerem uso de máquinas apenas em um esquema. Esse esquema pode, também, ser incluído em um software que será usado, mas isso não elimina o fato de que a técnica já existia independentemente do software. As tecnologias de classificação e organização de informações existem desde que as bibliotecas começaram a ser formadas. Qualquer livro sobre organização de bibliotecas traz essas tecnologias.
Os maiores desenvolvedores mundiais desse tipo de tecnologia são Suécia, Cingapura, Dinamarca, Suíça e Estados Unidos, segundo o Relatório Global de Tecnologia da Informação 2009-2010 do Fórum Econômico Mundial. O Brasil é o 61º nesse ranking.
TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO (TI) NAS ORGANIZAÇÕES
Impactos dos Sistemas de Informação (SI) / Tecnologias de Informação (TI) nas organizações
A introdução de SI/TI numa organização irá provocar um conjunto de alterações, nomeadamente em nível das relações da organização com o meio envolvente (analisadas em termos de eficácia) e em nível de impactos internos na organização (analisados através da eficiência).
As TI são um recurso valioso e provocam repercussões em todos os níveis da estrutura organizacional:
1. no nível estratégico, quando uma ação é suscetível de aumentar a coerência entre a organização e o meio envolvente, que por sua vez se traduz num aumento de eficácia em termos de cumprimento da missão organizacional; 2. nos níveis operacional e administrativo, quando existem efeitos endógenos, traduzidos em aumento da eficiência organizacional em termos de opções estratégicas. No entanto, ao ser feita essa distinção, não significa que ela seja estanque, independente, pois existem impactos simultâneos nos vários níveis: estratégico, operacional e tático.
Assim, temos que os SI permitem às organizações a oferta de produtos a preços mais baixos, que, aliados a um bom serviço e à boa relação com os clientes, resultam numa vantagem competitiva adicional, através de elementos de valor acrescentado cujo efeito será a fidelidade dos clientes.
Confira vídeo Jornal da Record sobre Vagas de Tecnologia de Informação
A utilização de SI pode provocar, também, alterações nas condições competitivas de determinado mercado, em termos de alteração do equilíbrio dentro do setor de atividade, dissuasão e criação de barreiras à entrada de novos concorrentes. Os SI/TI permitem, ainda, desenvolver novos produtos/serviços aos clientes ou diferenciar os já existentes dos da concorrência e que atraem o cliente de forma preferencial em relação à concorrência.
A utilização de alta tecnologia vai permitir uma relação mais estreita e permanente entre empresa e fornecedores, na medida em que qualquer pedido/sugestão da parte da empresa é passível de ser atendido/testado pelos fornecedores. A tecnologia permitiu uma modificação na maneira de pensar e de agir dos produtores e consumidores.
As Tecnologias de Informação têm reconhecidamente impactos no nível interno das organizações: na estrutura orgânica e no papel de enquadramento/coordenação na organização; em nível psicossociológico e das relações pessoais; no subsistema de objetivos e valores das pessoas que trabalham nas organizações; bem como no subsistema tecnológico. Os maiores benefícios aparecem quando as estratégias organizacionais, as estruturas e os processos são alterados conjuntamente com os investimentos em TI. As TI’s permitem, assim, ultrapassar todo um conjunto de barreiras na medida em que existe uma nova maneira de pensar, pois em tempo real é possível às empresas agir e reagir rapidamente aos clientes, mercados e concorrência.
TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E SEU IMPACTO NA SEGURANÇA EMPRESARIAL
A Tecnologia da Informação segue em avanço constante, mas ao mesmo tempo sua gestão no quesito segurança não acompanha o mesmo ritmo das políticas de segurança e não está ainda em um patamar que pode ser considerado eficiente. Com tantos recursos disponíveis e possibilidades quase ilimitadas, os gestores esquecem que agora sua empresa possui mais uma porta para o mundo, porta esta que, se aberta, pode dar a um individuo valiosas informações sobre sua organização.
Temos então um caso em que a tecnologia da informação se torna um risco devido a problemas de gerenciamento, é importante ressaltar os problemas que a tecnologia traz para as empresas além de seus benefícios, pois segurança também gera custos e, quando lidamos com alta tecnologia, os investimentos nunca são pequenos nessa área.
Confira vídeo Jornal do SBT sobre Mercado de Trabalho na área de TI em expansão
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Desde a criação, a Terra sempre esteve em constantes mudanças de temperatura, em ciclos de milhares de anos de aquecimento e glaciação causados por fenômenos naturais. A partir da Revolução Industrial, o planeta passou a enfrentar uma nova realidade: a mudança de temperatura causada pelo homem através da poluição. Este problema começou a ser sentido nos microclimas, com o aumento da temperatura nos grandes centros urbanos e mais recentemente no macroclima, com o aumento do nível do mar, uma ameaça em escala global que pode causar escassez de alimentos e graves problemas sociais. São vários os fatores, apontados por ecologistas e cientistas, que provocam essas MUDANÇAS CLIMÁTICAS, tais como o efeito estufa, buraco na camada de ozônio, poluição atmosférica e aumento na produção de gás carbônico. A principal conseqüência é o aquecimento do clima da Terra, provocando o aumento da temperatura dos oceanos e o derretimento das geleiras. Entre previsões apocalípticas e a realidade há uma grande distância, já que as projeções com modelos matemáticos levam em conta diferentes variáveis, mas o fato é que o planeta está ficando mais quente e o nível do mar está subindo.
Há alguns fatos que podem ser considerados como indícios do aquecimento global e da elevação dos oceanos. O nível do mar está subindo e em alguns lugares os efeitos já estão sendo sentidos. A ilha Tuvalu, que fica no Sul do Oceano Pacífico, enfrenta o aumento da ocorrência de ciclones tropicais na última década, causados pelo aumento da temperatura das águas superficiais do oceano, o que interfere na ocorrência das tempestades. Mas o problema maior é a elevação do nível do mar, inundando as áreas mais baixas, com a água salgada contaminando a água potável e a agricultura. Os líderes da população de 11 mil habitantes decidiram abandonar a ilha neste ano, e serão recebidos pelo governo da Nova Zelândia.
Na Holanda, onde boa parte do território da costa do país foi construído através de diques no mar do Norte, há muita preocupação com a subida das águas e são feitos monitoramentos constantes.
O Brasil, que possui um dos maiores litorais do Mundo, seria seriamente afetado e grandes cidades como SANTOS, onde funciona o maior porto da America Latina, provavelmente está fadada a desaparecer do mapa.
PRINCIPAIS QUESTÕES PARA ENTENDER AS MUDANÇAS CLIMÁTICAS
O que é aquecimento global?
O aquecimento global é resultado do lançamento excessivo de gases de efeito estufa (GEEs), sobretudo o dióxido de carbono (CO2), na atmosfera. Esses gases formam uma espécie de cobertor cada dia mais espesso que torna o planeta cada vez mais quente e não permite a saída de radiação solar.
O que é efeito estufa? O efeito estufa é um fenômeno natural para manter o planeta aquecido. Desta forma é possível a vida na Terra. O problema é que, ao lançar muitos gases de efeito estufa (GEEs) na atmosfera, o planeta se torna quente cada vez mais, podendo levar à extinção da vida na Terra.
Quais as causas das mudanças climáticas?
As mudanças climáticas, outro nome para o aquecimento global, acontecem quando são lançados mais gases de efeito estufa (GEEs) do que as florestas e os oceanos são capazes de absorver.
Isso acontece de diversas maneiras. As principais são: a queima de combustíveis fósseis (como petróleo, carvão e gás natural) e o desmatamento (no Brasil, o desmatamento é o principal responsável por nossas emissões de GEEs).
Quais os efeitos do aquecimento global?
São várias as conseqüências do aquecimento global. Algumas delas já podem ser sentidas em diferentes partes do planeta como o aumento da intensidade de eventos de extremos climáticos (furacões, tempestades tropicais, inundações, ondas de calor, seca ou deslizamentos de terra). Além disso, os cientistas hoje já observam o aumento do nível do mar por causa do derretimento das calotas polares e o aumento da temperatura média do planeta em 0,8º C desde a Revolução Industrial. Acima de 2º C, efeitos potencialmente catastróficos poderiam acontecer, comprometendo seriamente os esforços de desenvolvimento dos países. Em alguns casos, países inteiros poderão ser engolidos pelo aumento do nível do mar e comunidades terão que migrar devido ao aumento das regiões áridas.
Como o desmatamento influencia na mudança do clima?
Ao desmatar, muitas pessoas queimam a madeira que não tem valor comercial. O gás carbônico (CO2) contido na fumaça oriunda desse incêndio sobe para a atmosfera e se acumula a outros gases aumentando o efeito estufa. No Brasil, 75% das emissões são provenientes do desmatamento.
Quais as soluções para combater o aumento do efeito estufa?
Existem várias maneiras de reduzir as emissões dos gases de efeito estufa. Diminuir o desmatamento, incentivar o uso de energias renováveis não-convencionais, eficiência energética e a reciclagem de materiais, melhorar o transporte público são algumas das possibilidades.
O que é eficiência energética?
Eficiência energética é nada mais que aproveitar melhor a energia sem desperdiçá-la. Por exemplo, quando se diz que uma lâmpada é eficiente, isso quer dizer que ela ilumina o mesmo que as outras, consumindo menos energia. Ou seja, mesma iluminação, com menos gasto de energia.
O que são energias renováveis não-convencionais?
São energias que não vêm de combustíveis fósseis (como petróleo e gás natural) e também não inclui a hidroeletricidade. As energias renováveis não-convencionais mais conhecidas são a solar, onde se aproveita a luz e o calor do sol para gerar energia, a biomassa, oriunda mais comumente do bagaço da cana-de-açúcar e a eólica, dos ventos.
O que é Convenção do Clima?
É uma reunião anual da Organização das Nações Unidas (ONU) onde os países membros discutem as questões mais importantes sobre mudanças climáticas. A primeira convenção mundial aconteceu em 1992. O nome oficial do evento é Convenção-Quadro da Nações Unidas sobre Mudanças do Clima (UNFCC, sigla em inglês).
O que é Protocolo de Quioto?
É o único tratado internacional que estipula reduções obrigatórias de emissões causadoras do efeito estufa. O documento foi ratificado por 168 países. Os Estados Unidos, maiores emissores mundiais, e a Austrália não fazem parte do Protocolo de Quioto.
O que é Fundo de Adaptação?
Um mecanismo financiado pelos países desenvolvidos para que os países em desenvolvimento possam lidar com os efeitos das mudanças climáticas. Hoje, cada projeto de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) paga 2% do seu valor para este Fundo, mas o dinheiro ainda não está sendo empregado.
Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) é um instrumento criado para reduzir as emissões de gases causadores do efeito estufa. Mas, para compreender melhor o que isso significa é preciso voltar ao ano de 1997, quando a comunidade internacional fechou um acordo para reduzir as emissões de gases causadores do efeito estufa, o Protocolo de Quioto. Neste mecanismo da Convenção do Clima, os países desenvolvidos têm até 2012 para reduzir suas emissões em 5,2% tomando como base o ano de 1990. Além de cortar localmente suas emissões, os países desenvolvidos podem também comprar uma parcela de suas metas em créditos de carbono gerados em projetos em outros países. A Implementação Conjunta garante créditos obtidos de países desenvolvidos e o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) permite que estes créditos venham de países em desenvolvimento, como o Brasil.
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