BETO LEMELA, Contador, Administrador com pós graduação em Recursos Humanos e Professor de Português, entre outras coisas:
"Se você não quer ser esquecido quando morrer, escreva coisas que vale a pena ler ou faça coisas que vale a pena escrever" e
"Os homens que tentam fazer algo e falham são infinitamente melhores do que aqueles que tentam fazer NADA e conseguem"
Peço desculpas aos meus leitores por não estar postando nada neste blog nas ultimas semanas, mas acredito que seja do conhecimento da maioria que estou de LUTO, pois perdi no dia 11 de janeiro meu cão labrador, chamado ÔNIX (tema de uma postagem neste blog em 13/06/10) e que me acompanhou nos últimos doze anos.
Alguns poderão não entender como me deixei abater até este ponto, não me permitindo pesquisar, escrever e postar temas que me interessam e que acredito possam realmente acrescentar algo aos meus leitores e amigos, pois para muitos meu LUTO deve ser apenas pela perda de “um simples animal de estimação” , mas acontece que eu o considerava como um filho, infelizmente. Há muito tempo os psicólogos reconheceram que o luto experimentado pelos proprietários de animais após a morte destes é o mesmo experimentado após a morte de uma pessoa. A morte de um animal de estimação significa a perda da fonte de um amor incondicional. Não há mais para o proprietário o objeto de carinho e proteção. Assim, o proprietário perde o contato com "o mundo natural." Esses sentimentos podem ser especialmente intensos nos idosos, solitários, ou casais sem filhos (para quem o animal é também um substituto da criança).
E após a morte do bichinho normalmente vem os sentimentos de culpa, tristeza, impotência e raiva. Geralmente a perda começa com um choque, quando tudo parece surreal, como um pesadelo.
Depois vem as dúvidas: “Por que agora?“ “ Por que o meu bebê?“.
Depois o sentimento de culpa : ..“devia ter feito mais“ , “devia ter ficado ao lado dele” , “ se eu soubesse que ele estava partindo teria feito assim e assado”, “ Por que não procurei outro veterinário ?”.
Depois bate a raiva : “O remédio (ou a falta dele) matou meu bebê “, “ Aquele veterinário não era competente“, “ Não devia ter seguido aquela orientação“.
Depois vem uma tristeza que parece não ter fim: tudo lembra o animalzinho e tudo o que lhe pertencia passa a virar relíquia : o paninho, a vasilha de comida e água, o brinquedo preferido, a coleira...e o cheirinho que ficou nos pertences do animal, são um alivio para o coração.
A tristeza é tão profunda que não dá vontade de fazer nada, as tarefas diárias viram um martírio, há alteração no sono e no apetite (pra mais ou pra menos). Um cansaço gigantesco toma conta do corpo e da mente...
Confira vídeo da TV Record no Hoje em Dia de 20 de maio de 2011: O repórter Marcos Penna acompanhou a história de um casal de idosos que teve o carro e a cadela roubados. No estúdio a participação do psicólogo e técnico em terapia assistida por animais Leonardo Curi e da criadora Celma Morais, que abordaram o apego e a tristeza da perda dos animais de estimação.
________________________________________ AS FASES DO LUTO
Na verdade o processo do luto não é um objeto concreto que pode ser dividido em fases distintas. O luto é um processo contínuo, com cada pessoa vivenciando-o de uma forma diferente. Dividir o luto em "fases" ajuda a pessoa enlutada a entender que as seus sentimentos são normais. Algumas pessoas passam rápido por todas as fases, enquanto outras parecem ficar "presas" numa fase específica.
Rapidamente, as fases do luto são as seguintes:
1. CHOQUE E NEGAÇÃO A realidade da morte ainda não foi aceita. Ele ou ela se sente atordoado e atônito - como se tudo aquilo fosse "irreal."
2. RAIVA A pessoa enlutada frequentemente se volta contra a família, amigos, elas mesmas, Deus, o veterinário ou o mundo em geral. Vão aparecer também sentimentos de culpa ou medo nesse estágio.
3. BARGANHA Nessa fase a pessoa pede por um trato ou uma recompensa de Deus, do veterinário ou do padre. Comentários do tipo "Eu vou à Igreja todo dia se o meu animal voltar para mim" são comuns.
4. DEPRESSÃO A depressão ocorre como uma reação à mudança do modo de vida ocasionada pela perda. A pessoa enlutada se sente extremamente triste, desesperançada, inútil e cansada. Ele ou ela sente falta do animal e pensa nele constantemente.
5. ACEITAÇÃO A aceitação acontece quando as mudanças que a perda trouxe para a pessoa se estabilizam em um novo estilo de vida.
A intensidade e a duração do processo de luto dependem de vários fatores. A idade do proprietário, circunstâncias referentes à morte, relacionamento do animal com o proprietário e com os outros membros da família são todos fatores importantes. Uma morte recente de uma pessoa importante na vida do proprietário também pode afetar como se lida com a morte do animal. Geralmente crianças se recuperam mais rápido , enquanto os idosos são os que mais demoram a se recuperar. Às vezes a morte de um animal de estimação vai permitir que o proprietário finalmente lamente a perda de uma pessoa cuja morte ainda não tivesse sido aceita.
FICANDO CURADO
Passado algum tempo, o processo de luto chega ao fim. Ainda assim há diversas coisas que o proprietário entristecido pode fazer para apressar esse processo:
1. Dê a si mesmo permissão para sofrer. • só VOCÊ sabe o que o animal representava para você.
2. Organize um tributo ao seu animal. • faz que a perda pareça real e ajuda a concretizar. • permite que a pessoa expresse seus sentimentos e reflita. • reforça o apoio social.
3. Descanse bastante, coma bem e faça exercícios.
4. Fique rodeado de pessoas que entendam o que você está passando. • deixe que outros cuidem de você. • se beneficie de grupos de apoio para pessoas que perderam seus animais.
5. Aprenda tudo o que puder sobre o processo do luto. - ajuda os proprietários a perceber que o que eles sentem é normal (como estou fazendo ao pesquisar para esta postagem).
6. Aceite os sentimentos que vêm com a dor. • fale, escreva, cante ou desenhe.
7. Permita a você mesmo pequenos prazeres.
8. Seja paciente com você. • NÃO deixe que ninguém diga o quanto o processo de luto deve durar.
9. Dê a si mesmo a permissão da recaída. • isso VAI acabar e sua vida VAI ser normal de novo. • a dor é como as ondas do oceano: no começo as ondas vêm rápidas e fortes, mas conforme o tempo passa, elas ficam menos intensas e mais esporádicas. • não se surpreenda se feriados, cheiros, palavras ou sons provoquem uma recaída.
10. Não tenha medo de pedir ajuda. • grupos de apoio para a perda de animais • conselheiros emocionais.
11. Tenha certeza de consultar sua "Força Maior." • religiosa ou espiritual.
CONCLUSÃO:
O luto é provavelmente a sensação mais confusa, frustrante e emocional que uma pessoa pode sentir. É ainda mais para proprietários de animais. A sociedade em geral não dá a essas pessoas "permissão" para demonstrar a sua dor abertamente. Dessa forma, os proprietários frequentemente se sentem isolados e sozinhos. Felizmente mais e mais recursos ficam disponíveis para ajudas essas pessoas a perceber que elas NÃO estão sozinhas e que o que elas sentem é completamente normal.
Confira vídeo do SBT: Adriana Roveroni - Fala comportamento (SBT Fala Cidade) - A perda do animal de estimação
Fonte: Margaret Muns MV é a veterinária do site da Best Friends: http://www.bestfriends.org - No Members & Pets Forum
Links:
Paginas Espiritas : Os animais são nossos irmãos: http://www.paginaespirita.com.br/os_animais_sao_nossos_irmaos.htm
06/06/11 – Solidão, estamos com fome de amor 10/04/11 – Por que escrever um blog? 12/12/10 – Recomeçar 30/07/10 – Os animais no plano espiritual 22/06/10 – A questão espiritual dos animais 13/06/10 - Ônix, meu cão labrador
A população mundial superará a barreira dos 7 bilhões de pessoas em 2011, sendo a África o continente que mais cresce, segundo estudo bianual publicado pelo Instituto Francês de Estudos Demográficos (Ined) neste mês de agosto.
Segundo o relatório, a população mundial levou 12 anos para chegar aos 7 bilhões, depois de superar os 6 bilhões em 1999.
De acordo com as projeções do Ined, a Terra terá 8 bilhões de pessoas em 2025.
Este ano, o crescimento se estabilizará durante um século, situando-se entre 9 e 10 bilhões de pessoas, segundo o Ined - que faz seus estudos em paralelo aos da ONU, o Banco Mundial e outros institutos nacionais.
Em 2011, o crescimento demográfico mundial cairá 1,1% em 2011, visto que contrasta com o aumento de 2% alcançados há 50 anos, segundo o estudo.
A desaceleração do crescimento responde à diminuição da taxa de fecundidade mundial, que caiu a uma média de 2,5 anos por mulher contra cinco filhos em 1950.
Confira vídeo: POPULAÇÃO MUNDIAL CHEGA A 7 BILHÕES EM 2011 da revista NATIONAL GEOGRAPHIC BRASIL que vai discutir os desafios do crescimento da população mundial, que está prestes a atingir esta elevada marca de habitantes. A série de grandes reportagens começou na edição de janeiro. Neste vídeo, veja detalhes da reportagem de capa de revista NATIONAL GEOGRAPHIC BRASIL de janeiro.
O Ined destaca as enormes diferenças entre alguns países, como por exemplo no Níger (sete filhos por mulher) frente a Taiwan (com taxa de 0,9).
A África é o continente onde o crescimento demográfico continuará em clara ascenção, principalmente na zona subsaariana, assim como uma parte da Península Arábica e as regiões que vão do Afeganistão ao norte da Índia.
A população africana poderia quadruplicar em um século, segundo o Ined, passando de 800 milhões de pessoas no ano 2000 para 3,6 bilhões em 2100, apesar da alta mortalidade causada pela Aids.
"Em menos de um século, uma em cada três pessoas viverá na África, contra uma em cada sete hoje em dia", explicou à AFP o investigador Gilles Pison, autor do estudo.
Confira vídeo da BBC: Quantas pessoas podem viver na Terra? (Parte ¼) Em um programa especial, o naturalista Sir David Attenborough investiga se o mundo ruma a uma crise populacional. Em sua longeva carreira, ele observou a população humana mais que dobrar, de 2.5 bilhão em 1950 para quase 7 bilhões. David reflete sobre os efeitos profundos desse rápido crescimento, para o homem e para o meio ambiente. Embora a maior parte do crescimento projetado da população provenha do mundo em desenvolvimento, é o estilo de vida de muitos países do ocidente que mais impacta o planeta. Alguns peritos sustentam que os consumidores da Grã-Bretanha usam duas vezes e meia a parcela que teriam direito sobre os recursos. David afirma que não é apenas obrigação do homem se comprometer a ter famílias pequenas, mas de mudar sua forma de vida pelo bem da humanidade e do planeta.
Atualmente, os países mais populosos do mundo são China (1,33 bilhão), Índia (1,17 bilhão), Estados Unidos (306,8 milhões), Indonésia (243,3 milhões), Brasil (191,5 milhões), Paquistão (180,8 milhões) e Nigéria (162,3 milhões).
Estes países representam mais da metade da população mundial.
Em menos de 10 anos, a Índia se tornará o país com mais habitantes da Terra, com um crescimento anual de 28 milhões de pessoas, superando a China, que aumenta anualmente 16,3 milhões de pessoas.
Segundo o estudo, a classificação dos países mais populosos mudará pouco em 2050: a Índia terá 1,69 bilhão de habitantes, à frente da China 1,31 bilhão, a Nigéria 433 milhões, os Estados Unidos, 423 milhões.
O Paquistão se situará na quinta posição, seguido da Indonésia, enquanto Bangladesh alcançará o sétimo lugar, desbancando o Brasil.
A União Europeia tem atualmente 502,2 milhões de habitantes, mas registrará um leve crescimento até 2050, quando o Ined prevê que alcance os 513 milhões.
A população da Espanha, com 46,2 milhões de pessoas, praticamente não crescerá até a metade do século XXI, quando chegar aos 49 milhões.
Confira vídeo da BBC – Quantas pessoas podem viver na Terra? (Parte 2/4)
A América Latina sofrerá um crescimento importante até 2050, passando de 596 milhões de habitantes a 746 milhões de pessoas.
Em 40 anos, o México será o país que terá o maior crescimento - à frente do Brasil -, passando de 114,8 milhões de pessoas para 144 milhões. Será seguido de Argentina (de 40,5 para 58 milhões), Venezuela (de 29,3 a 42 milhões), Guatemala (de 14,7 a 27 milhões) e Bolívia (de 10,1 a 17 milhões).
Por outro lado, o Japão é o país do mundo com maior número de pessoas idosas - 23% da população têm 65 anos ou mais -, à frente da Alemanha (21%).
O país asiático também é aquele com maior expectativa de vida, 83 anos, enquanto a média mundial é de 70 anos.
A expectativa de vida na União Europeia é de 80 anos, enquanto Afeganistão e Zimbábue têm as mais baixas, com 44 e 46 anos, respectivamente.
Confira vídeo da BBC – Quantas pessoas podem viver na Terra? (Parte 3/4)
O CRESCIMENTO ACELERADO DA POPULAÇÃO SEGUINDO A DOUTRINA ESPIRÍTA:
Já no século XIX uma das "novidades" trazidas à luz do conhecimento através de "O Livro dos Espíritos", publicado por Allan Kardec, codificador da Doutrina Espírita. Trata-se de um livro de perguntas e respostas, perguntas formuladas por Kardec e respondidas psicograficamente pelos espíritos encarregados de trazer à luz os novos conhecimentos.
No seu Livro nos foi esclarecido que os espíritos podem ser classificados em diferentes escalas de evolução, e vivem e reencarnam em mundos (planetas) coerentes com a sua escala evolutiva.
O planeta terra encontra-se neste momento na terceira escala (degrau) evolutiva, conhecida como "mundos de expiação e provas", onde o mal ainda prevalece na maioria das ações e pensamentos dos seres inteligentes que nele vivem. Mas isto está mudando, e muito rapidamente! Cada vez mais pessoas tomam consciência das consequências de suas ações em relação à vida futura (como espírito, bem entendido!). E passam a praticar ações focadas no bem, independentemente da fé que professem.
Pois bem! Esta mudança de atitudes eleva a chamada "psicosfera" do planeta como um todo. Por tudo isso, a terra está prestes a ser "promovida", de planeta de expiação e provas a planeta de regeneração. Vai subir um degrau na escala da evolução. A partir daí, aqui só encarnarão espíritos que tiverem um real compromisso com as práticas visando o bem geral.
E o que acontecerão com aqueles que insistirem nas ações egoístas, mesquinhas, gananciosas, que visam somente seu próprio bem estar sem ligar a mínima para as consequências para os seus irmãos ("próximos", como chamava Jesus)? Ou seja, os que ainda insistem na prática do mal? Ora, vão permanecer no mesmo degrau, certo? serão "convidados" a mudar de endereço, tá certo? Não vai haver condições para eles permanecerem aqui no planeta terra!
Confira vídeo da BBC – Quantas pessoas podem viver na Terra? (Parte 4/4)
Por esta razão o planeta Terra teve a sua população aumentada drasticamente neste ultimo século, pois trata-se da ultima chance dos espíritos em evolução conseguirem atingir neste planeta o seu desenvolvimento, podendo permanecer aqui depois que a Terra, finalmente, passar a ser apenas de “regeneração”. Os espíritos que não conseguirem atingir o desenvolvimento necessário serão atraídos magneticamente para o planeta mais próximo que estiver sintonizado com as suas vibrações magnéticas. A verdade é que não sabemos em qual constelação ele se encontra, e provavelmente nunca saberemos no nosso nível de conhecimento, porém o que nos foi esclarecido é que a população que lá reside está vivendo a pré-história, para fazer uma comparação com a evolução do planeta Terra. Os espíritos que para lá migrarão, terão entre outras coisas a missão de promover mais rapidamente o progresso para os que lá já estão.
Na verdade, ainda estamos muito longe de compreender bem esta questão. Existe na internet uma quantidade enorme de sites com debates sobre o assunto, com outras tantas teorias advindas de pessoas com as mais diversas linhas de pensamento e todas devem ser pesquisadas no intuito aumentarmos o nosso precário conhecimento, além de nos incentivarmos a melhorar cada vez mais para atingirmos a nossa evolução e quem sabe permanecer na Terra promovida em nossas próximas encarnações.
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15/05/11 - Tráfico humano de pessoas, como funciona
14/01/11 - Enchentes de janeiro no mundo
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17/07/10 - Mudanças Climáticas, uma nova realidade (Parte I)
Na medida em que a humanidade evolui, os véus do desconhecido vão se descortinando e o conhecimento das leis espirituais, que antes era privilégio de poucos, vai sendo revelado abertamente aos pesquisadores isentos de preconceitos.
A utilização da APOMETRIA pode ser considerada como parte da evolução no tratamento espiritual, embora muitos espíritas e espiritualistas ainda não a aceitem ou a utilizem, talvez por falta de uma divulgação adequada e uma maior interação com o assunto.
A APOMETRIA é uma técnica que consiste no desdobramento espiritual (emancipação da alma, viagem astral ou projeção da consciência) por intermédio do comando da mente. "Representa o clássico desdobramento entre os componentes materiais somáticos do homem e sua constituição espiritual", de acordo com a definição do livro Apometria- Novos Horizontes da Medicina Espiritual, escrito pelo médico Vitor Ronaldo Costa e publicado pela Casa Editora O Clarim, em 1997 (vide foto abaixo). Esse estado de emancipação da alma dá maior possibilidade ao médium de executar as tarefas assistenciais no plano espiritual, por poder expandir, dessa maneira, sua capacidade sensitiva, além de permitir que esteja no mesmo plano de atuação do desencarnado. Ao mesmo tempo, o paciente, que também fica em estado de emancipação, facilita seu atendimento. Isso ocorre porque no plano astral o campo energético, assim como os desequilíbrios, podem ser observados de uma forma mais ampla pela equipe tanto de trabalhadores encarnados como pelos espíritos benfeitores.
Porém, os estudiosos sérios alertam que não se trata de mediunismo e que deve ser utilizada por pessoas habilitadas, capazes e envolvidas em bons propósitos. "Tenhamos sempre em mente que a APOMETRIA é apenas um instrumento auxiliar de manuseio anímico-mediúnico, aplicado com a finalidade de facilitar o acesso do médium à intimidade energética do indivíduo enfermo", relata o médico e autor Vitor Ronaldo em seu livro. Ele complementa dizendo que a técnica da APOMETRIA, quando bem aplicada e sob a cobertura dos bons espíritos, realmente se destaca no diagnóstico de certeza e na condução da terapêutica mais indicada.
Confira vídeo - TV MUNDO MAIOR - APOMETRIA
A DESCOBERTA
Implantada pelo farmacêutico-bioquímico porto-riquenho dr. Luiz Rodrigues, recebeu primeiramente o nome de HIPNOMETRIA, mas foi fundamentada e desenvolvida cientificamente pelo médico gaúcho Dr.José Lacerda de Azevedo. Dr. Lacerda nasceu em 12 de junho de 1919, em Porto Alegre. Cursou o Instituto de Belas Artes e depois se formou em medicina pela Universidade do Rio Grande de Sul, em 1950. Antes mesmo de tornar-se doutor, em 1947, casou-se com Yolanda da Cunha Lacerda, uma prima que só veio a conhecer na idade adulta e que se tornou mais tarde sua grande companheira de ideais.
Cientista e pesquisador nato, Dr. Lacerda sempre buscou respostas para o desconhecido e foi esse desafio que o impulsionou a fundamentar cientificamente a APOMETRIA. Tudo começou no ano de 1965, quando o pesquisador Dr. Luiz Rodrigues visitou o Hospital Espírita de Porto Alegre, local onde o Dr. Lacerda participava de trabalhos de atendimento socorrista. O médico assistiu duas dessas sessões e ficou impressionado com as demonstrações de HIPNOMETRIA apresentadas pelo farmacêutico, que não se considerava espírita. Desde então, iniciou sérias investigações sobre o assunto. Resolveu fazer experiências e escolheu sua esposa, Yolanda, para dar início às investigações. Para tanto, cumpriu a metodologia preconizada pelo pesquisador porto-riquenho. Logo constatou a eficiência da técnica, embora tenha preferido adotar a expressão grega APOMETRIA. "APÓ" significa "além de" e "METRON" se refere à "medida" por julgar mais apropriado ao invés de HIPNOMETRIA, já que não havia a presença de sono durante a aplicação da técnica.
Confira video A VIDA CONTINUA – APOMETRIA (Parte 1)
Esse foi o ponto de partida para que o médico passasse a pesquisar o assunto cada vez mais, com o objetivo de socorrer os enfermos e implantar a terapêutica espiritual. Mas os estudos cresceram mesmo quando o Dr. Lacerda recebeu um convite do então presidente do Hospital Espírita de Porto Alegre, Conrado Ferrari, para assumir a Divisão de Pesquisas e levar em frente os experimentos APOMÉTRICOS. Para que o grupo pudesse intensificar os experimentos o trabalho foi implantado em uma casa, que inicialmente era designada para abrigar os próprios funcionários do hospital. Pelo fato da casa ser rodeada de flores e vegetação exuberante ficou conhecida como a Casa do Jardim.
Por muitos anos as pesquisas foram crescendo e se aprimorando, mas foi na década de 80 que os trabalhos de APOMETRIA se expandiram, principalmente na região sul do país. Em 1990 surgiu a idéia de um encontro de grupos de APOMETRIA e, em 1992, o projeto se concretizou. Criou-se a Sociedade Brasileira de Apometria, com o objetivo de promover o intercâmbio entre os grupos e difundir o conhecimento sobre a técnica.
Em decorrência do empenho em expandir o assunto, o médico gaúcho publicou dois livros: Espírito/Matéria - Novos Horizontes para a Medicina e Energia e Espírito. O primeiro está com a edição esgotada.
Dr. Lacerda desencarnou em 1997, porém o resultado de seu trabalho permanece.
Confira vídeo A VIDA CONTINUA – APOMETRIA (Parte 2)
A UTILIZAÇÃO
Por intermédio da projeção do perispírito, o médium pode ver e ouvir os espíritos, até mesmo trabalhar no resgate de espíritos sofredores. De acordo com Dr. Lacerda, no atendimento aos enfermos, por meio da projeção, coloca-se o médium em contato com as entidades médicas do plano espiritual. Simultaneamente, o mesmo procedimento é feito com o doente, o que possibilita o atendimento do corpo espiritual do enfermo pelos médicos desencarnados, assistidos pelos médiuns em projeção que relatam os fatos que estão ocorrendo durante o tratamento.
Também pode ser utilizada como técnica eficaz no tratamento das obsessões. Essa eficácia acontece em virtude dos espíritos protetores se encontrarem no mesmo plano dos assistidos, podendo agir com maior profundidade e mais rapidez.
Vale lembrar que a projeção do perispírito, tanto do médium quanto do enfermo é obtida por intermédio do emprego de um determinado número de impulsos magnéticos, semelhantes aos passes. Embora a APOMETRIA seja uma técnica bastante simples, sua aplicação exige cuidados especiais, como uma cobertura espiritual de nível elevado. Deve ser realizada por grupos de trabalho constituídos para essa finalidade, com atividades regulares como qualquer outro grupo dedicado aos trabalhos de caridade, além da harmonia entre os componentes da equipe. A APOMETRIA tem sido utilizada por muitos grupos como técnica eficiente em auxiliar nos processos obsessivos, já que em geral, as perturbações espirituais decorrem da ação de obsessores. Os espíritos obsessores – na verdade, espíritos infelizes – são afastados, recolhidos e conduzidos para hospitais espirituais, de acordo com seu padrão vibratório. O estado de emancipação da alma possibilita que os médiuns possam observar melhor as ligações obsessivas, as áreas do organismo perispiritual atingidas, entre outros fatores.
Isso torna o tratamento muito mais completo por possibilitar o atendimento tanto do paciente quanto dos espíritos perturbadores que o acompanham. Na maioria das vezes, o enfermo nada registra, a não ser em casos de pessoas com maior sensibilidade.
Confira vídeo A VIDA CONTINUA – APOMETRIA (Parte 3)
TRATAMENTO INTEGRAL
Chegará um tempo em que a medicina tratará o Homem de forma integral, unindo os tratamentos físico e espiritual realizados por médicos encarnados e desencarnados. Mesmo porque, a maioria das doenças se inicia no perispírito e depois se manifesta no corpo físico.
Segundo relatos de pesquisadores e de grupos que utilizam a metodologia, independente de religião ou credo, sua aplicação adequada poderá cada vez mais ajudar a expandir o campo da medicina integral. E quanto mais conhecida essa técnica, mais auxiliará os espíritas nos trabalhos de desobsessão e atendimentos espirituais. Paralelamente, novos horizontes se abrirão quando a medicina reconhecer a existência do espírito e que uma infinidade de enfermidades que se manifestam na atualidade podem ter sido causadas no corpo perispiritual em existência passada.
A partir de 2011, o Espiritismo deixa de ser um estudo exclusivo de centros espíritas espalhados pelo território nacional e passa a ser ensinado em faculdades. O Paraná sai na frente e anuncia para 2011 o primeiro curso superior de Teologia Espírita do Brasil, com direito a diploma, beca e tudo o que é de direito em graduação universitária.
O Brasil é conhecido como o país do Espiritismo com cerca de 2 milhões e 300 mil adeptos. Embora a doutrina tenha surgido na França há cerca de um século e meio, através do educador e pesquisador francês Alan Kardec, foi no Brasil que a crença e experiências tiveram ampla disseminação.
A doutrina da Ciência Espírita tem como base a crença em um Deus Único, criador de todo o Universo e a multiplicidade de mundos habitados. Para os espíritas, a alma é imortal e está em eterna evolução por meio de sucessivas encarnações.
O curso terá foco na análise da doutrina em seu caráter religioso, filosófico e científico. A existência da alma e sua sobrevivência ao transe da morte, bem como fenômenos da mediunidade representam um universo ainda a ser estudado nas rodas acadêmicas.
A graduação de bacharelado em "Teologia Espírita do Brasil" será ministrada na "Faculdade Dr. Leocádio José Correia", em Curitiba, que se alia à Universidade de São Paulo, no curso superior de medicina: "Medicina e Espiritualidade".
Todavia, independente do curso de teologia espírita, muitos bons Centros espalhados pelo país possuem Cursos de Desenvolvimento Mediúnico, que variam de 3 a 4 anos de duração.
Em São Paulo, alguns dos cursos mais conhecidos são ministrados pela FEESP - Federação Espírita de São Paulo – Rua Maria Paula, 140 (fone 011-3115-5544) e pelo CRE – Centro de Renovação Espiritual, na Rua Augusta, 2945 Sobreloja (fone 011-3081-6426).
Confira vídeo Desenvolvimento da Mediunidade (parte 1)
CURSO DE MÉDIUNS:
Em geral, a mediunidade é exercida mecanicamente, sem objetivo definido, pelo simples fato de existir. Mas isso é um erro. O médium deve saber por que é médium, quais faculdades possui, limites de sua aplicação, conseqüências de sua ação, objetivos a atingir e responsabilidades que assume, tanto como indivíduo quanto como membro da coletividade.
Quem desejar a verdadeira felicidade há de trabalhar pela felicidade dos outros; quem procurar a consolação, para encontrá-la deverá reconfortar os mais desditosos da humana experiência.
Eis a lei que impera igualmente no campo mediúnico, sem cuja observação o colaborador da Nova Revelação não atravessa os pórticos das rudimentares noções de vida eterna.
O QUE É O CURSO DE MÉDIUNS:
É um curso de preparação teórico-prático de médiuns para os alunos da Escola de Aprendizes do Evangelho.
QUAIS SÃO AS SUAS FINALIDADES:
Seu objetivo é educar os médiuns para o desenvolvimento e uso da mediunidade voltada para os trabalhos evangélicos tendo como base os princípios da Doutrina Espírita.
Confira vídeo Desenvolvimento da Mediunidade (Parte 2)
COMO SE ESTRUTURA:
Reuniões
As reuniões são semanais, com 90 minutos de duração. Sugestão para roteiro:
O roteiro de uma reunião da parte teórica é muito semelhante ao das aulas da Escola de Aprendizes do Evangelho: a) Leitura de texto evangélico ou pertinente à Mediunidade, preparação com elevação gradativa e prece. b) Avisos, leitura de temas, esclarecimentos em geral. c) Exposição da aula: assunto específico segundo programação. d) Encerramento, com vibrações e prece para agradecimento. Na parte prática, costuma-se trocar a ordem dos itens (b) e (c) e, além disso, em lugar da exposição da aula ocorrem os exercícios mediúnicos.
Direção
A direção é composta por um dirigente, um auxiliar e um secretário. O dirigente deve ser membro da Fraternidade dos Discípulos de Jesus.
Participantes
Podem ser inscritos no Curso de Médiuns todos os alunos que estiverem no grau de Servidor da Escola de Aprendizes do Evangelho.
Somente podem freqüentar o Curso de Médiuns aqueles alunos que se mantiverem na Escola de Aprendizes do Evangelho. O afastamento, por parte do aluno, da EAE, implicará seu automático desligamento do Curso de Médiuns.
Programação
O programa do Curso de Médiuns foi aprovado na primeira Assembléia de Grupos Integrados. 27/12/1973. Salientando a objetividade do Curso (onde a teoria é apresentada em apenas sete meses) e, principalmente, o dinamismo e a realidade da parte prática, ocasião em que o Curso de Médiuns se transforma num autêntico trabalho de auto-realização.
Este programa, que representa um avanço em matéria de desenvolvimento da mediunidade, pode ser colocado em prática por qualquer Centro Espírita bem dirigido e a Aliança estará sempre à disposição para esclarecimentos que se façam necessários.
RESUMO
Primeiro período (teoria) --- 29 aulas Segundo período (prática) --42 aulas. Revisão................................1 aula Total:....................................72 aulas.
Confira vídeo Desenvolvimento da Mediunidade (Parte 3)
11/05/10 – O que é terapia de vidas passadas? 30/07/10 – Os animais no plano espiritual 10/08/10 – Reencarnação, o que você conhece? 15/09/10 – No Brasil cresce a cada dia a fé no espiritismo 11/12/10 – A Culpa, segundo a terapia das vidas passadas
O Dr. DAVIDSON LEMELA é nosso velho conhecido neste blog, já tendo sido objeto de algumas interessantes postagens. Apesar de ser meu primo, posso afirmar com bastante imparcialidade que é atualmente um dos maiores especialistas de “terapia de vidas passadas”, já tendo lançado alguns best sellers sobre o assunto, que elucida com muita profundidade. Davidson Lemela nasceu em 1953 na cidade de Santos, estado de São Paulo, formou-se em psicologia, na Universidade Católica desta cidade e posgraduou-se em Terapia de Vida Passada pela SBTVP, onde exerce atualmente o cargo de diretor cientifico. Espirita há mais de 30 anos, tornou-se um dos estudiosos das obras de Kardec, bem como, de outros autores que complementam a Doutrina. Como supervisor de cursos de formação na Sbtvp, promove palestras e organiza Workshops, tanto com abordagem espirita, como dentro de temas ligados à Terapia de Vidas Passadas.
Atualmente atende também em consultório como psicoterapeuta em TVP.
Confira vídeo c/estrevista à TV Santa Cecília sobre A CULPA, segundo TVP (Parte 1)
O sentimento de culpa é o sofrimento obtido após reavaliação de um comportamento passado tido como reprovável por si mesmo. A base deste sentimento, do ponto de vista psicanalítico, é a frustração causada pela distância entre o que não fomos e a imagem criada pelo superego daquilo que achamos que deveríamos ter sido.
Há também outra definição para "sentimento de culpa", quando se viola a consciência moral pessoal (ou seja, quando pecamos e erramos), surge o sentimento de culpa.
Para a Psicologia Humanista-existencial, especialmente a da linha rogeriana, a culpa é um sentimento como outro qualquer e que pode ser "trabalhado" terapeuticamente ao se abordar este sentimento com aquele que sofre. Para esta linha de Psicologia, um sentimento como esse, quando chega a ser considerado um obstáculo por aquele que o sente, é resultado de um inadequado crescimento pessoal mas não é considerado uma psicopatologia. Para os rogerianos, todas as pessoas têm uma tendência a atualização que se dirige para a plena auto-realização; sendo assim, o sentimento de culpa pode ser apenas limitação momentânea no processo de auto-realização.
É bastante concebível que tampouco o sentimento de culpa produzido pela civilização seja percebido como tal, e em grande parte permaneça inconsciente, ou apareça como uma espécie de mal-estar, uma insatisfação, para a qual as pessoas buscam outras motivações. As religiões, pelo menos, nunca desprezaram o papel desempenhado na civilização pelo sentimento de culpa.
O sentimento de culpa, a severidade do superego, é, portanto, o mesmo que a severidade da consciência. É a percepção que o ego tem de estar sendo vigiado dessa maneira, a avaliação da tensão entre os seus próprios esforços e as exigências do superego. É o ponto-chave do texto "Mal estar na civilização" de Sigmund Freud.
Confira vídeo c/estrevista à TV Santa Cecília sobre A CULPA, segundo TVP (Parte 2)
Sentimento de Culpa, segundo o Espiritismo (Emmanuel)
Quando fugimos ao dever, precipitamo-nos no sentimento de culpa, do qual se origina o remorso, com múltiplas manifestações, impondo-nos brechas de sombra aos tecidos sutis da alma.
E o arrependimento, incessantemente fortalecido pelos reflexos de nossa lembrança amarga, transforma-se num abscesso mental, envenenando-nos, pouco a pouco, e expelindo, em torno, a corrente miasmática de nossa vida íntima, intoxicando o hausto espiritual de quem nos desfruta o convívio.
A feição do imã, que possui campo magnético específico, toda criatura traz consigo o halo ou aura de forças criativas ou destrutivas que lhe marca a índole, no feixe de raios invisíveis que arroja de si mesma.
É por esse halo que estabelecemos as nossas ligações de natureza invisível nos domínios da afinidade.
Operando a onda mental em regime de circuito, por ela incorporamos, quando moralmente desalentados, os princípios corrosivos que emanam de todas as inteligências, encarnadas ou desencarnadas, que se entrosem conosco no âmbito de nossa atividade e influência.
Projetando as energias dilacerantes de nosso próprio desgosto, ante a culpa que adquirimos, quase sempre somos subitamente visitados por silenciosa argumentação interior que nos converte o pesar, inicialmente alimentado contra nós mesmos, em mágoa e irritação contra os outros.
É que os reflexos de nossa defecção, a torvelinharem junto de nós, assimilam, de imediato, as indisposições alheias, carregando para a acústica de nossa alma todas as mensagens inarticuladas de revolta e desânimo, angústia e desespero que vagueiam na atmosfera psíquica em que respiramos, metamorfoseados-nos em autênticos rebelados sociais, famintos de insulamento ou escândalo, nos quais possamos dar pasto à imaginação virulada pelas mórbidas sensações de nossas próprias culpas.
É nesse estado negativo que, martelados pelas vibrações de sentimentos e pensamentos doentios, atingimos o desequilíbrio parcial ou total da harmonia orgânica, enredando corpo e alma nas teias da enfermidade, com a mais complicada diagnose da patologia clássica.
A noção de culpa, com todo o séquito das perturbações que lhe são conseqüentes, agirá com os seus reflexos incessantes sobre a região do corpo ou da alma que corresponda ao tema do remorso de que sejamos portadores.
Toda deserção do dever a cumprir traz consigo o arrependimento que, alentado no espírito, se faz acompanhar de resultantes atrozes, exigindo por vezes, demoradas existências de reaprendizado e restauração.
Cair em culpa demanda, por isso mesmo, humildade viva para o reajustamento tão imediato quanto possível de nosso equilíbrio vibratório, se não desejamos o ingresso inquietante na escola das longas reparações.
É por essa razão que Jesus, não apenas como Mestre Divino mas também como Sábio Médico, nos aconselhou a reconciliação com os nossos adversários, enquanto nos achamos a caminho com eles, nos ensinado a encontrar a verdadeira felicidade sobre o alicerce do amor puro e do perdão sem limites.
Extraído do Livro: Pensamento e Vida - Francisco Cândido Xavier.
Confira vídeo c/ estrevista à TV Santa Cecília sobre A CULPA, segundo TVP (Parte 3)
Leia, de Davidson Lemela, os livros:
O disfarce da memória (Editora Conhecimento) A escolha do amor (Editora Conhecimento)
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11/05/10 – O que é terapia de vidas passadas? 30/07/10 – Os animais no plano espiritual 10/08/10 – Reencarnação, o que você conhece? 15/09/10 – No Brasil cresce a cada dia a fé no espiritismo
O ESPIRITISMO é seguido por 30 milhões de pessoas no mundo. O Brasil é a maior nação espírita do planeta. São 20 milhões de adeptos e simpatizantes, segundo a Federação Espírita Brasileira – no último Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) 2,3 milhões declarou seguir os preceitos do francês Allan Kardec, o fundador da doutrina. A mediunidade, popularizada pelas psicografias de Chico Xavier, em Uberaba (MG).
MÉDIUNS-* A ciência comprova que o cerebro deles é diferente
* Por que alguns podem desenvolver esse dom?
Como a ciência justifica as manifestações de contato com espíritos e por que algumas pessoas desenvolvem o dom.
A Revista ISTO É, em resumo, no seu artigo, aborda como a ciência justifica as manifestações de contato com espíritos e por que algumas pessoas desenvolvem o dom. Conta-nos o artigo que o interesse pelo tema vem crescendo em progressão geométrica. Por exemplo, “o filme Bezerra de Menezes – o diário de um espírito, do cineasta Glauber Filho teve 250 mil espectadores, desde o lançamento nos cinemas, em 29 de agosto. Um número alto para uma produção nacional e o "filme Chico Xavier", lançado alguns meses atrás já havia batido todos os recordes de bilheteria, porém com o lançamento do "filme Nosso Lar” a dois finais de semana atrás e baseado numa psicografia de Chico Xavier, esperava-se o mesmo sucesso, mas logo na primeira semana superou todas as expectativas e é o mais novo campeão de bilheteria brasileiro e ainda foi indicado para representar o Brasil no Oscar, ao lado de Chico Xavier, o filme. A TV Globo estreou recentemente a "novela Escrito nasEstrelas", baseada na doutrina espirita, com muita licença poética e vem obtendo um excelente ibope, repetindo o êxito de outra com tema parecido " A Viagem" e exibida alguns anos atrás. E, nas noites de terça-feira, vem apresentando atualmente, também com grande sucesso, a mini-série “A CURA”, com Selton Mello e que vem obtendo boa repercussão e interesse de público.
Com todas essas produções baseadas na doutrina espírita, a TV Globo tornou-se uma emissora ostensivamente e claramente espírita, fazendo contraponto com a TV Record que é evangélica e propagadora da Universal do Reino de Deus, que pertence ao bispo diversas vezes processado por lavagem de dinheiro - Edir Macedo.
Confira vídeo do FANTASTICO: Chico Xavier e o código secreto (12/09/10)
A Revista ISTO É na continuação da excelente e didática reportagem sobre o tema, nos explica ainda no artigo, que a mediunidade se expressa pela:
• Psicografia, que consagrou Chico Xavier, é a mais conhecida. Nela, o médium escreve mensagens e histórias que recebe de espíritos. Estaria sob o controle deles o que as mãos transcrevem. • Vidência permite enxergar os mortos que não conseguiram se desvencilhar da Terra ao não aceitarem a morte ou que aparecem para enviar recados a entes queridos. • Psicofonia, o sensitivo é capaz de ouvir e reproduzir o que os espíritos dizem e pedem. • Psicopictografia, ou pintura mediúnica, permite ao médium ser instrumento de artistas desencarnados (termo usado pela doutrina para designar mortos). • A mediunidade da cura é responsável pelas chamadas cirurgias espirituais. Não é incomum um mesmo indivíduo reunir mais de um tipo de dom (assista ao vídeo).
Confira vídeo sobre a CURA ESPIRITUAL (que lembra um pouco a série que está passando na TV Globo: A CURA
A reportagem relata ainda alguns casos reais de pessoas portadoras desses dons. A revista ainda presenciou uma manifestação mediúnica em uma cidade no interior de São Paulo e contatou alguns médiuns, relatando em detalhes os seus comentários. Conversou ainda com Geraldo Campetti, diretor da Federação Espírita Brasileira.
A Revista VEJA publicou como matéria de capa: VIDA APÓS MORTE - Por que é tão forte a crença na reencarnação e na comunicação com os mortos?
A Revista ISTO É nos relata ainda que “Comprovar cientificamente a mediunidade também é objetivo do psiquiatra Sérgio Felipe Oliveira, professor de medicina e espiritualidade da Faculdade de Medicina da USP e membro da Associação Médica-Espírita de São Paulo. Com exames de tomografia, ele analisou a glândula pineal (uma parte do cérebro do tamanho de um feijão) de cerca de mil pessoas. "Os testes mostraram que aqueles com facilidade para manifestar a psicografia e a psicofonia apresentam uma quantidade maior do mineral cristal de apatita na pineal", afirma Oliveira. Ele também atende no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, casos de pacientes de doenças como dores crônicas e epilepsia que receberam todos os tipos de tratamento, não tiveram melhora e relatam experiências ligadas à mediunidade. "Somamos aos cuidados convencionais, como o remédio e a psicoterapia, a espiritualidade, que vai desde criar o hábito de orar até a meditação. “E os resultados têm sido positivos.” Uma pesquisa de especialistas da USP e da Universidade Federal de Juiz de Fora, publicada em maio no periódico The Journal of Nervous and Mental Disease, comparou médiuns brasileiros com pacientes americanos de transtorno de múltiplas personalidades (caracterizado por alucinações e comportamento duplo). Eles concluíram que os médiuns apresentam prevalências inferiores de distúrbios mentais, do uso de antipsicóticos e melhor interação social.”
Saiba mais: Alguns livros espíritas para conhecer melhor essa linda doutrina, que nos dá tantas respostas:
• ALLAN KARDEC (Obras Básicas e Complementares) o O Livro dos Espíritos o O Livro dos Médiuns o O Evangelho Segundo o Espiritismo o A Gênese o O Céu e o Inferno o O Que é o Espiritismo? o Obras Póstumas o Resumo das Leis dos Fenômenos Espíritas o Biografia de Allan Kardec
• ANDRÉ LUIZ
o Série Nosso Lar I. Nosso Lar II. Os Mensageiros III. Missionários da Luz IV. Obreiros da Vida Eterna V. No Mundo Maior VI. Libertação VII. Entre a Terra e o Céu VIII. Nos Domínios da Mediunidade IX. Ação e Reação X. Evolução em Dois Mundos XI. Mecanismos da Mediunidade XII. Sexo e Destino XIII. E a Vida Continua...
A Revista ÉPOCA traz na capa: CHICO XAVIER E A ALMA DO BRASIL - Oito anos depois da sua morte o mito do médium mineiro é renovado por uma onda de comemorações do seu centenário e a Revista HISTÓRIA DA BIBLIOTECA NACIONAL - traz na capa: Espiritismo a "crença dos loucos" que conquista o Brasil e a Revista GALILEU - traz na sua capa: "A Nova Era do Espiritismo" Como a influência de outras crenças está mudando a cara da doutrina e conquistando cada vez mais adeptos.
o Outras Obras I. Agenda Cristã II. Apostilas da Vida III. Cirurgia Moral IV. Conduta Espírita V. Desobsessão VI. Respostas da Vida VII. Sinal Verde
BLOG QUE EU INDICO - http://programamuitasvidas.blogspot.com/
10/08/10 - Reencarnação, o que você conhece? 30/09/10 - Os animais no plano espiritual 30/08/10 - Filme Nosso Lar, de Chico Xavier 22/06/10 - A questão espiritual dos animais 28/04/10 - Chico Xavier, o filme
Na próxima sexta-feira, dia 3 de setembro, estréia em 400 salas o aguardado filme NOSSO LAR, com direção de Wagner Assis, baseado na obra de Chico Xavier. Filmado como uma superprodução nacional promete imagens lindíssimas para deleite de todos os espectadores. É um filme que não pode deixar de ser assistido por todos aqueles que conhecem a obra desse importante espírita. Nosso Lar conta a história do médico André Luiz, que, ao despertar no mundo espiritual, depara-se com criaturas assustadoras, que vivem em lugar escuro e sombrio. Surpreende-se ao perceber que, apesar da morte, continua vivo, tem fome, sede, frio e outras sensações materiais. Depois de longo período de sofrimento, é recolhido por espíritos dessa zona de purgação e levado para uma colônia chamada Nosso lar. Lá, passa a conhecer melhor o Além, a aprender lições e adquirir conhecimentos que mudarão completamente o seu modo de enxergar a vida. Com saudades de parentes e amigos, sente vontade de voltar a Terra. E volta, mas para que perceba que a vida continua.
Nosso Lar é o um dos livros - o mais vendido até hoje - psicografados pelo médium brasileiro Chico Xavier, que compõem uma coleção intitulada A Vida no Mundo Espiritual, atribuída ao espírito André Luiz. No movimento espírita brasileiro essa coleção é também conhecida como Série Nosso Lar.
Clássico da literatura espírita brasileira, Nosso lar é um romance que versa sobre os primeiros anos do médico André Luiz após sua morte, numa "colônia espiritual", espécie de cidade onde se reúnem espíritos para aprender e trabalhar entre uma encarnação e outra. O romance levanta questões acerca do sentido do trabalho justo e dignificante e da Lei de Causa e Efeito a que todos os espíritos, segundo o espiritismo, estariam submetidos.
Confira vídeo com o trailer oficial do filme: NOSSO LAR
A novelista Ivani Ribeiro teve o livro Nosso lar entre suas bases para escrever a novela A viagem, que até agora teve produzidas duas versões, ambas com sucesso e impulsionando a venda de literatura relacionada ao tema.
Nosso Lar, obteve o primeiro lugar entre os dez melhores livros espíritas publicados no século XX, segundo pesquisa realizada em 1999 pela "Candeia Organização Espírita de Difusão e Cultura".
Desenhos minuciosos e detalhados do mapa da cidade "Nosso Lar" assim como a arquitetura das edificações, ministérios e casas, foram criados pela médium Heigorina Cunha através de suas observações realizadas durante suas saídas do corpo (desdobramento) em março de 1979, conduzidas e orientadas pelo espírito Lucius. Estes desenhos serviram de inspiração para criar o visual arquitetônico da cidade que se vê no Nosso Lar (filme). Seus desenhos foram esclarecidos e confirmados por Chico Xavier de que se tratava realmente da cidade “Nosso Lar”.
Assista também: Chico Xavier, o filme (2010), de Daniel Filho Bezerra de Menezes, diário de um espírito (2008) de Joe Pimentel e Glauber Filho O Sexto Sentido (1999), de M.Night Shyamalan Amor além da Vida (1998), de Vincent Ward
A TV Globo vem difundindo muito o tema, tanto em novelas, como em reportagens especiais do GLOBO REPORTER e do Programa FANTÁSTICO. Confira e acompanhe os vídeos abaixo com a reportagem exibida neste ultimo domingo e cinco outros do Discovery Channel, muito interessante e bem feito. Então, como espírita KARDECISTA (foto de Allan Kardec, ao lado) praticante e empenhado na minha reforma intima, no intuito de crescer como ser humano e melhorar o meu desenvolvimento espiritual, resolvi colocar nesta postagem um estudo aprofundado sobre o tema REENCARNAÇÃO, que é difundido por algumas das principais religiões do mundo.
De maneira geral, cristãos, islâmicos e judeus acreditam que após a morte há a ressurreição. Já os espíritas crêem na reencarnação: o espírito retorna à vida material através de um novo corpo humano para continuar o processo de evolução. Algumas doutrinas acreditam que as pessoas podem renascer no corpo de algum animal ou vegetal. Em algumas religiões orientais, o conceito de reencarnação ganha outro sentido: é a continuação de um processo de purificação. Nas diversas religiões, o homem encara a morte como uma passagem ou viagem de um mundo para outro.
Confira vídeo da TV Globo – Programa Fantástico, com reportagem exibida em 08/08/10 sobre “reencarnação”
FILOSOFIA
A sobrevivência do espírito humano à morte do corpo físico e a crença na vida e no julgamento após a morte já era encontrada na filosofia grega, em especial em Pitágoras, Platão e Plotino. Já Sartre, filósofo francês, defendia que o indivíduo tem uma única existência. Para ele, não há vida nem antes do nascimento e nem depois da morte.
DOUTRINA NIILISTA
Sendo a matéria a única fonte do ser, a morte é considerada o fim de tudo.
DOUTRINA PANTEÍSTA
O Espírito, ao encarnar, é extraído do todo universal. Individualiza-se em cada ser durante a vida e volta, com a morte, à massa comum.
DOGMATISMO RELIGIOSO
A alma, independente da matéria, sobrevive e conserva a individualidade após a morte. Os que morreram em 'pecado' irão para o fogo eterno; os justos, para o céu, gozar as delícias do paraíso.
BUDISMO
O Budismo prega o renascimento ou reencarnação. Após a morte, o espírito volta em outros corpos, subindo ou descendo na escala dos seres vivos (homens ou animais), de acordo com a sua própria conduta. O ciclo de mortes e renascimentos permanece até que o espírito liberte-se do carma (ações que deixam marcas e que estabelece uma lei de causas e efeitos). A depender do seu carma, a pessoa pode renascer em seis mundos distintos: reinos celestiais, reinos humanos, reinos animais, espíritos guerreiros, espíritos insaciáveis e reinos infernais. Estes determinam a Roda de Samsara, ou seja, o transmigrar incessante de um mundo a outro, ora feliz e angelical, ora sofrendo terríveis torturas, brigando e reclamando. Em qualquer um destes estágios as pessoas estão sujeitas a transformações.
De acordo com o Livro Tibetano da Morte, existem 49 etapas, ou 49 dias, após a morte. Os monges oram para que as pessoas atinjam a Terra Pura - lugar de paz, tranqüilidade e sabedoria iluminada - ou renasçam em níveis superiores.
Para libertar-se do carma e alcançar a iluminação ou o Nirvana, o ciclo ignorância, sede de viver e o apego às coisas materiais deve ser abolido da mente dos homens. Para isso, a doutrina budista ensina a evitar o mal, praticar o bem e purificar o pensamento. O leigo deve praticar três virtudes: fé, moral e benevolência. Para eles, todo ser humano é iluminado, embora não tenha consciência disso.
HINDUÍSMO
A visão hindu de vida após a morte é centrada na idéia de reencarnação.
Para os hinduístas, a alma se liga a este mundo por meio de pensamentos, palavras e atitudes. Quando o corpo morre ocorre a transmigração. A alma passa para o corpo de outra pessoa ou para um animal, a depender das nossas ações, pois a toda ação corresponde uma reação - Lei do Carma. Enquanto não atingimos a libertação final - chama de moksha -, passamos continuamente por mortes e renascimentos. Este ciclo é denominado Roda de Samsara, da qual só saímos após atingirmos a Iluminação.
No hinduísmo, a alma pode habitar 14 níveis planetários distintos (chamados Bhuvanas) dentro da existência material, de acordo com seu nível de consciência. Quando se liberta, a alma retorna ao verdadeiro lar, um mundo onde inexistem nascimentos e mortes.
Os hindus possuem crenças distintas, mas todas são baseadas na idéia de que a vida na Terra é parte de um ciclo eterno de nascimentos, mortes e renascimentos.
ISLAMISMO (Religião Muçulmana)
Para o islamismo, Alá (Deus) criou o mundo e trará de volta a vida todos os mortos no último dia. As pessoas serão julgadas e uma nova vida começará depois da avaliação divina. Esta vida seria então uma preparação para outra existência, seja no céu ou no inferno.
Quando a pessoa morre, começa o primeiro dia da eternidade. Ao morrer, a alma fica aguardando o dia da ressurreição (juízo final) para ser julgado pelo criador. O inferno está reservado para as almas 'desobedientes', que foram desviadas por Satanás. No Alcorão, livro sagrado, ele é descrito como um lugar preto com fogo ardente, onde as pessoas são castigadas permanentemente. Para o paraíso, vão as almas que obedeceram e seguiram a mensagem de Alah e as tradições dos profetas (entre eles, os cinco principais: Noé, Abrão, Moisés, Jesus filho de Maria e Mohammed). No Alcorão, o paraíso é descrito como um lugar com rios de leite, córregos de mel e outras belezas jamais vistas pelo homem.
Confira vídeo do Discovery Channel sobre Reencarnação (Parte I)
ESPIRITISMO
Defende a continuação da vida após a morte num novo plano espiritual ou pela reencarnação em outro corpo. Aqueles que praticam o bem, evoluem mais rapidamente. Os que praticam o mal, recebem novas oportunidades de melhoria através das inúmeras encarnações. Crêem na eternidade da alma e na existência de Deus, mas não como criador de pessoas boas ou más. Deus criou os espíritos simples e ignorantes, sem discernimento do bem e do mal. Quem constrói o céu e o inferno é o próprio homem.
Pela teoria, todos os seres humanos são espíritos reencarnados na Terra para evoluir. A morte seria apenas a passagem da alma do mundo físico para a sua verdadeira vida no mundo espiritual. E mesmo no paraíso, acredita-se que o espírito esteja em constante evolução para o seu aperfeiçoamento moral.
As almas dos mortos ligam-se umas às outras, em famílias espirituais, guiadas pela sintonia entre elas. Conseqüentemente, os lugares onde vivem possuem níveis vibratórios diferentes, sendo uns mais infelizes e sofredores, e outros mais felizes e plenos.
Muitas escolas espiritualistas - não todas - defendem a idéia da sobrevivência da individualidade humana, chamada espírito, ao processo da morte biológica, mantendo suas faculdades psicológicas intelectuais e morais.
IGREJA EVANGÉLICA
Como no catolicismo, os evangélicos acreditam no julgamento, na condenação (céu ou inferno) e na eternidade da alma. A diferença é que o morto faz uma grande viagem e a ressurreição só acontecerá quando Jesus voltar a Terra, na chamada 'Ressurreição dos Justos', ou, então, aqueles que forem condenados terão uma nova chance de ressurreição no 'Julgamento Final'. Os que morrerem sem Cristo como seu Deus também receberá um corpo especial para passar a eternidade no lago de fogo e enxofre.
Mas sabe-se que a Igreja Universal pratica o exorcismo contra espíritos mortos que continuam na Terra influenciando os vivos, o que se trata de um paradoxo evidente.
Confira vídeo do Discovery Channel sobre Reencarnação (Parte II)
IGREJA ADVENTISTA DO SÉTIMO DIA
Na Igreja Adventista do Sétimo Dia, os mortos dormem profundamente até o momento da ressurreição. Quem cumpriu seu papel na Terra recebe a graça da vida eterna, do contrário desaparece.
IGREJA BATISTA
Crêem na morte física (separação da alma do corpo físico) e na morte espiritual (separação da pessoa de Deus). Os que, após a morte física, acreditam ou passam a confiar em Jesus Cristo, vão para o Paraíso onde terão uma vida de paz e felicidade. Com a morte espiritual, a alma vai para o Inferno para uma vida de angústia, sofrimento, dor e tormentos.
CATOLICISMO
A vida depois da morte está inserida na crença de um Céu, de um Inferno e de um Purgatório. Dependendo de seus atos, a alma se dirige para cada um desses lugares.
A alma é eterna e única. Não retorna em outros corpos e muito menos em animais. Crê na imortalidade e na ressurreição e não na reencarnação da alma. A Bíblia ensina que morreremos só uma vez. E ao morrer, o homem católico é julgado pelos seus atos em vida. Se ele obtiver o perdão, alcançará o céu, onde a pessoa viverá em comunhão e participação com todos os outros seres humanos e, também, com Deus. Se for condenado, vai para o inferno. Algumas almas ganham uma chance para serem purificadas e vão para o purgatório, que não é um lugar, e sim uma experiência existencial da pessoa. Quem for para o céu ressuscitará para viver eternamente. Depois do Juízo Final, justos e pecadores serão separados para a eternidade. Deus julga os atos de cada pessoa em vida de acordo com a palavra que revelou através de Seu Filho, com os ideais de amor, fraternidade, justiça, paz, solidariedade e verdade.
JUDAÍSMO
O judaísmo crê na sobrevivência da alma, mas não oferece um retrato claro da vida após a morte, e nem mesmo se existe de fato.
O judaísmo é uma religião que permite múltiplas interpretações. Algumas correntes acreditam na reencarnação, outras na ressurreição dos mortos. Enquanto a reencarnação representa o retorno da alma para um novo corpo, a ressurreição é definida como o retorno da alma ao corpo original.
Para os judeus, a lei permite à pessoa que vai morrer pôr a sua casa em ordem, abençoar a família, enviar mensagem aos que lhe parecem importantes e fazer as pazes com Deus. A confissão in extremis é considerada importante elemento na transição para o outro mundo.
Confira vídeo do Discovery Channel sobre Reencarnação (Parte III)
CANDOMBLÉ
Não existe uma concepção de céu ou inferno, nem de punição eterna. As almas que estão na terra devem apenas cumprir o seu destino, caso contrário vagarão entre céu e terra até se realizar plenamente como um ser consciente e eterno.
Os cultos afro-brasileiros acreditam que os mistérios da vida e da morte são regidos por uma Lei Maior, uma força divina que dá o equilíbrio divino ou eterno. O Candomblé vê o poder de Deus em todas as coisas e, principalmente, na natureza. Morrer é passar para outra dimensão e permanecer junto com os outros espíritos, orixás e guias. Trabalha com a força da natureza existente entre terra (Aìyê) e o céu (Òrun). Nos cultos afros, o assunto de vida após a morte não é bem definido.
Na Terra, o objetivo do homem é realizar o seu destino de maneira completa e satisfatória. Ao cumprir o seu destino na Terra, o ser humano está pronto para a morte. Após a morte, o espírito será encaminhado ao Òrun, para uma dimensão reservada aos seres ancestrais, ou seja, eternos. O ser humano pode ser divinizado e cultuado. Caso o seu destino não seja cumprido, os espíritos ficarão vagando entre os espaços do céu e da terra, onde podem influenciar negativamente os mortais. Como não se realizaram plenamente, estes espíritos estão sujeitos à reencarnação. Já as pessoas vivas que sofrem as suas influências negativas, precisam passar por rituais de limpeza espiritual para reencontrar o equilíbrio.
UMBANDA
A Umbanda sofre influências de crenças cristãs, espíritas e de cultos afros e orientais. Como não existe uma unidade ou um 'livro sagrado', alguns umbandistas admitem o céu e o inferno dos cristãos, enquanto outros falam apenas em reencarnação e Carma.
Na Umbanda, morte e nascimento são momentos sagrados, que marcam a passagem de um estado a outro de manifestação espiritual, morremos para um lado e nascemos para outro lado da vida, o que nos aguarda do outro lado depende de nós mesmos.
A Umbanda explica o universo através de sete linhas, regidas por Orixás. Ao morrer, a pessoa será atraída por estes mundos espirituais. A matéria é apenas um dos caminhos para a evolução do espírito. Sendo assim, a morte é uma etapa do ciclo evolutivo, sendo a reencarnação a base da evolução. O objetivo maior do nascimento e da morte é a harmonização e a evolução consciente do espírito. Após morte, o ser humano leva consigo suas alegrias, sua fé, suas crenças, suas mágoas e suas dores. E terá que lidar com elas, sempre contanto com o auxílio dos espíritos mais evoluídos que o recepcionarão no outro lado da vida e o ajudarão na sua adaptação no mundo espiritual.
Com a morte do corpo físico, os espíritos bons podem se tornar protetores, enquanto os maus (espíritos de pouca evolução, devido às poucas encarnações) podem virar perturbadores. Os mortos (desencarnados) podem ser contatados, ajudados ou afastados.
Confira vídeo do Discovery Channel sobre Reencarnação (Parte IV)
ORIGEM DA CRENÇA
A crença na reencarnação tem suas origens nos primórdios da humanidade, nas culturas primitivas. De acordo com alguns estudiosos, a ideia se desenvolveu de duas crenças comuns que afirmam que: • Os seres humanos têm alma, que pode ser separada de seu corpo, temporariamente no sono, e permanentemente na morte; • As almas podem ser transferidas de um organismo para outro.
Entre as tentativas de dar uma base "científica" a essa crença, destaca-se o trabalho do Dr. Ian Stevenson, da Universidade de Virgínia, Estados Unidos, que recolheu dados sobre mais de 2.000 casos em todo o mundo que evidenciariam a reencarnação. No Sri Lanka (país onde a crença é muito popular), os resultados foram bem expressivos.
Segundo os dados levantados pelo Dr. Stevenson, os relatos de vidas passadas surgem geralmente aos dois anos de idade, desaparecendo com o desenvolvimento do cérebro. Uma constante aparece na proximidade familiar, embora haja casos sem nenhum relacionamento étnico ou cultural. Mortes na infância, de forma violenta, aparentam ser mais relatadas. A repressão para proteger a criança ou a ignorância do assunto faz com que sinais que indiquem um caso suspeito normalmente sejam esquecidos ou escondidos.
Influências comportamentais como fragmentos de algum idioma, fobias, depressões, talentos precoces (como em crianças prodígio), etc, podem surgir, porém a associação peremptória desses fenômenos com encarnações passadas continua a carecer de fundamentação científica consistente.
Dentre os trabalhos desenvolvidos por Dr. Stevenson sobre a reencarnação, destaca-se a obra Vinte casos sugestivos de reencarnação
Confira vídeo do Discovery Channel sobre Reencarnação (Parte V)
REENCARNAÇÃO E A CIÊNCIA
A crença na sobrevivência da consciência após a morte é comum e tem-se mantido por toda a história da humanidade. Quase todas as civilizações na história tem tido um sistema de crença relativo à vida após a morte. Cientificamente, entretanto, inexiste qualquer motivo para sustentar ou rejeitar a hipótese.
As investigações científicas sobre assuntos relacionados ao pós-morte remontam particularmente ao século XIX, e, embora continuem a ser motivo de intenso debate entre leigos, não mais despertam interesse sério na comunidade acadêmica.
A objeção mais óbvia à reencarnação é que não há nenhum processo físico conhecido pelo qual uma personalidade pudesse sobreviver à morte e se deslocar para outro corpo. Mesmo adeptos da hipótese como Stevenson reconhecem esta limitação e atribuem a possível existência de tais fenômenos a propriedades naturais ainda desconhecidas da ciência.
Outra objeção é que a maior parte das pessoas não relembram vidas prévias. Além disso, estatisticamente, cerca de um oitavo das pessoas que "lembram" de vidas prévias se lembrariam de ter sido camponeses chineses; mas, entre os que se "lembram", a maioria lembra de situações sociais menos triviais e mais interessantes.
Alguns céticos explicam que as supostas evidências de reencarnação resultam de pensamento seletivo e falsas memórias comumente baseadas nos sistemas de crença e medos infantis dos que as relatam.
Acrescenta-se, por último, que a reencarnação é, no fundo, objeto de crença dos fiéis de determinados segmentos religiosos, da mesma forma que o é a ressurreição em outros segmentos religiosos. A ciência, como se sabe, não se presta a provar ou não a reencarnação ou a ressurreição. Isto porque, entre outros argumentos, a ciência se faz sobre um determinado recorte da realidade que pode ser provado, demonstrado, testado, etc. O aspecto subjetivo que sustenta as ideias da ressurreição e da reencarnação dificulta eventuais demonstrações, fazendo tais ideias aportarem então no âmbito da fé e da crença, o que não significa necessariamente qualquer falta de mérito de qualquer uma delas, senão que se limitam ao campo da fé e da experiência individual. Por mais evidentes que possam parecer alguns relatos, cientificamente, ao menos por enquanto, sob os atuais domínios do conhecimento científico, não podem ser provados.
Fonte:http://www.ensinoreligioso.seed.pr.gov.br/ - por Carolina Nascimento Wikipédia
Muito mais do que supomos, os animais são assistidos em seu desencarne por espíritos zoófilos que os recebem no plano espiritual e cuidam deles.
Notícias pela Folha Espírita (dez. 1992) nos dão conta de que Konrad Lorenz - zoólogo e sociólogo austríaco, nascido em 1903 -, o pai da Etologia (ciência do comportamento animal, que enfoca também aspectos do comportamento humano a ele eventualmente vinculados) continua trabalhando, no plano espiritual, recebendo com carinho e atenção, animais desencarnados. Também temos informações que nos foram transmitidas, pelo espírito Álvaro, de que há vários tipos de atendimento para os animais desencarnados, dependendo da situação, especialmente para os casos de morte brusca ou violenta, possibilitando melhor recuperação de seu perispírito. Existem ainda instalações e construções adequadas para o atendimento das diferentes necessidades, onde os animais são tratados.
Tendo sido perguntado se os animais têm "anjo da guarda", Álvaro respondeu que sim; alguns espíritos cuidam de grupos de animais e, à medida que eles vão evoluindo, o atendimento vai tendendo à individualização.
Concluindo, podemos dizer que para os animais é discutível se existe o estado errante ou de erraticidade. Eu, particularmente, estou propensa a aceitar que esse estado existe, sim, para os animais, se o entendermos como "o estado dos espíritos durante os intervalos das encarnações".
Se esses intervalos são curtos ou longos, não se sabe exatamente. Penso que existem situações das mais variadas possíveis, face à grandeza da biodiversidade animal, devendo, portanto, acontecer tanto reencarnes imediatos, quanto mais ou menos tardios.
Por outro lado, existe ainda, a consideração feita de que o espírito errante pensa e age por sua livre vontade, além de ter consciência de si mesmo, o que não aconteceria em relação aos animais.
Mas, isso não aconteceria até mesmo com espíritos humanos em determinadas e graves condições de alienação mental, como é o caso dos "ovóides", a exemplo do que refere André Luiz, no livro Libertação.
A rigor, nesta abordagem, teríamos que condicionar o conceito de erraticidade, não apenas ao fato do espírito (humano ou animal) estar desencarnado - vivenciando, portanto, o intervalo entre duas encarnações - como também às suas condições mentais do momento. Quanto ao reencarne dos animais, perguntou-se ao espírito Álvaro se os animais estabelecem laços duradouros entre si." - Sim, existe uma atração entre os animais, tanto naqueles que formam grupos como naqueles que reencarnam domesticados.
Procuramos colocar juntos espíritos que já conviveram, o que facilita o aparecimento e a elaboração de sentimentos".
E qual é a finalidade da reencarnação para os animais? Conforme os espíritos da codificação, a finalidade é sempre a da oportunidade de progresso.
Extraído do livro: A questão espiritual dos animais, do Dr. Marcel Benedeti
Confira vídeo do Programa "Transição” apresentada pela psicóloga Del Mar Franco, exibido pela Rede TV e retransmitido pela TV Mundo Maior, entrevistando o veterinário Dr. Marcel Benedeti sobre a espiritualidade dos animais
MARCEL BENEDETI, faleceu este ano em São Paulo, dia 1º de fevereiro, aos 47 anos, vítima de câncer, médico-veterinário, escritor espírita e defensor dos animais, era vegetariano e dedicou a vida aos animais e a conscientizar as pessoas da necessidade de tratar todas as espécies com respeito e compaixão.
Marcel Benedeti nasceu em Barueri, São Paulo, em 1962, foi morar na capital ainda pequeno e, desde cedo, sentia um forte envolvimento pelos temas espirituais. No entanto, apenas em 1985 conheceu as obras de Allan Kardec e a Doutrina Espírita, graças à sua esposa. A partir de então se dedicou ao estudo e ao trabalho no Espiritismo nas cidades de São Caetano do Sul e Santo André, e também em São Paulo. Benedeti apresentava um programa na Rádio Boa Nova (“Nossos Irmãos Animais”), único no gênero, que mostrava os animais como seres inteligentes e sensíveis, capazes de compreender as nossas ações sobre eles. Com o programa Marcel Benedeti conseguiu mudar o ponto de vista de milhares de pessoas que se tornaram vegetarianas por simples demonstração de respeito aos animais. Milhares de pessoas que não davam importância aos seus animais passaram a respeitá-los e a tratá-los com a dignidade que merecem, tanto quanto nós.
Ainda na tentativa de ampliar a consciência nas pessoas, criou uma associação, que tem como objetivo educar as pessoas por meio de cursos, que envolvem o aprendizado da ética no trato com os animais. Por intermédio da associação, Marcel Benedeti conseguiu arrecadar rações e medicamentos distribuídos aos animais carentes, contribuindo assim para salvar milhares de vidas animais. Certo de que a educação é o caminho correto para uma vida melhor e mais digna aos animais e pessoas, Marcel Benedeti defendia que ampliando o seu pequeno projeto de educação ética, se ampliariam os horizontes da dignidade humana para com os animais. Seu objetivo era ver os animais sendo tratados com dignidade e respeito, pois acreditava que um crime cometido contra um animal tem a mesma gravidade de um crime cometido contra uma pessoa. Por seu amor aos animais, ele fazia consultas, cirurgias e até dava medicamentos às pessoas carentes, que mal tinham o que comer em casa, para que seus animais não sofressem ainda mais.
Marcel Benedeti publicou também sete livros. O primeiro a ser editado foi Todos os Animais Merecem o Céu; o segundo: Todos os Animais São Nossos Irmãos; o terceiro: Animais no Mundo Espiritual; o quarto: A Espiritualidade dos Animais; o quinto Histórias Animais que as Pessoas Contam, Errar é Humano – Perdoar é Canino, Os Animais Conforme o Espiritismo e, mais recentemente, Animais: Tudo o que Você Precisa Saber, e o último Os Animais conforme o Espiritismo
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