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domingo, 10 de abril de 2011

POR QUE ESCREVER UM BLOG?

O Termo blog surgiu lá pelos anos de 1997 quando um internauta de nome John Barger batizou seu diário pessoal na rede como “weblog”. Mais adiante, outro internauta dividiu o termo em duas partes para criar o trocadilho “we blog” (algo como nós blogamos). A partir daí, a expressão acabou se consagrando como sinônimo de qualquer registro ou diário mantido na Internet, onde os “blogueiros” escrevem textos próprios ou reproduzem de terceiros (com a autoria mencionada), publicam fotos, vídeos ou links para as mais variadas finalidades.

Seja como for, essa “novidade” vem se tornando popular e constituindo atualmente uma “mídia alternativa” com audiência capaz de provocar inveja aos meios de comunicação convencional.

Outro grande fator responsável pela popularidade dos blogs remete a duas propostas básicas da própria internet: a liberdade de expressão (por meio de uma ferramenta tão simples você publica o que quiser) e a interatividade (assim que o texto é publicado você já pode receber comentários dos visitantes).

Por que escrever um Blog? Para registrar experiências cotidianas? Para revigorar um dos passatempos mais antigos da humanidade: o falar de si mesmo e dos outros? Seria a necessidade do ego, também tão antigo quanto o mito de Narciso? Por que, enfim, se expor?

Escrever é conversar consigo mesmo e com os outros; é organizar idéias e abrir a mente ao diálogo. Devemos estar abertos a aprender com a própria experiência e escrever sobre o que lemos, ouvimos e vivemos.

Esta disposição ao diálogo, a aprender com o mundo e os que vivem no mundo, é fundamental a quem se propõe a ensinar. O educador precisa ser educado e este processo é permanente. Como sou, entre outras coisas, professor, preciso participar desse processo o tempo todo, que estiver vivo.

Escrever é lutar contra a natureza, isto é, contra a potencial perda de memória que avança com o passar dos anos (e já passei dos cinqüenta).

Escrever é, simplesmente, uma necessidade e que espero ao utilizar este recurso, que este espaço seja mais uma possibilidade para aprender-ensinar, dialogar, COMPARTILHAR IDÉIAS.

Particularmente, ao resolver escrever o meu blog, decidi dividir com os meus amigos e leitores todos os assuntos e temas que me interessam e foram objetos dos meus estudos e pesquisas. Acredito sinceramente que ao fazê-lo, estou sendo menos egoísta e compartilhando com todas as matérias que nos levam a reflexão, mudanças de postura e comportamento, além de oferecer subsídios para aumentar os conhecimentos sobre determinados assuntos.

Não tenho a menor pretensão de ser o DONO DA VERDADE, pois tenho conhecimento de todas as minhas limitações e reconheço que ainda sei muito pouco da vida, do mundo e dos acontecimentos.

Toda moeda tem dois lados e toda história ou acontecimento tem pelo menos duas versões. O problema é que nem sempre a gente está disposta a ver o outro lado, quer saber a opinião do outro, saber ser imparcial ou saber reconhecer quem está certo, optando muitas vezes por opiniões arcaicas e superadas construída por líderes, religiosos e pensadores do passado. Estamos no século XXI e precisamos estar abertos ao novo, as diferenças e com o fim de todo e qualquer tipo de preconceito: A grande batalha da minha vida.

Assim sendo, conto com todos os meus amigos e conhecidos para além de ler os meus textos que me enviem criticas (boas ou ruins), sugestões e contribuições para as novas postagens no intuito de tentar melhorar sempre o Blog.


Confira vídeo sobre uma reportagem com blogueiros





BLOG É UM ÓTIMO PORTFÓLIO ON-LINE:

Augusto Nunes entrevista ALEXANDRE INAGAKI, 36 anos, jornalista e consultor em mídias sociais, além do blogueiro que criou o blog “Pensar enlouquece. Pense Nisso” em 1999, além de “Pop Cabeça”. Foi um dos criadores do portal Inter Ney Blogs, é curador da área de blogs do Campus Party Brasil e consultor do projeto editorial YahoO!Posts, onde publica suas colunas quinzenalmente, às quintas-feiras.


Alexandre diz o que mudou de lá para cá e fala sobre as premiações que já recebeu com a página, que possui 25 mil assinantes e mais de 6 mil visitas diárias.

Conta também o que mais coloca na sua página e que já conseguiu vários trabalhos através do Blog.

Na sua coluna recomenda para quem quer incrementar o seu blog, que visite o e-Videolog, escola de vídeos on-line: excelente iniciativa na qual videologgers mais experientes ensinam os novatos a editar vídeos, escolher trilhas sonoras e encontrar programas gratuitos de edição, dentre diversas dicas valiosas para quem deseja transformar suas idéias em realidade.


Confira vídeo com a entrevista de ALEXANDRE INAGAKI a Augusto Nunes (parte 1/2




COMO ESCREVER UM BLOG ?

A pergunta mais impertinente e a primeira que se deva fazer é: Sobre o que eu escreverei? Outra pergunta: Eu sei escrever? Hoje a internet vive um momento tão intenso que são milhares de blogs diariamente criados, assim como milhares deles são deixados ao vento sem sequer uma visita de seu criador.

SOBRE O QUE ESCREVER?

É uma pergunta difícil de responder. Pergunte-se sobre o que você mais busca na internet. Este conteúdo buscado você teria condições de expor suas idéias, teria alguma experiência para falar do assunto sugerido? Como eu tenho interesses variados e sou professor de português, formado em LETRAS, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E ADMINISTRAÇÃO COM PÓS EM ADMINISTRAÇÃO DE RH, pesquiso e escrevo sobre os assuntos que são os meus focos do momento.

Hoje penso que escrevo razoavelmente, pelo menos entre home page e por assuntos de busca na internet, meu blog vêm obtendo cerca de mil acessos diários, mas tenho a certeza que meus primeiros artigos e matérias eram nada atrativos a meu ponto de vista. Com o passar do tempo, fui adquirindo alguma experiência com base em muitas leituras que pratico todos os dias, sejam elas técnicas ou literárias.

Penso que o melhor que você tem a fazer é dicas sobre o que gosta. Somente assim você terá uma vontade extra de criar e criar. Seu blog terá mais sentido para você se o assunto escolhido fizer parte de seu cotidiano.

PODERIA EU ESCREVER UM BLOG?

Muitos e muitos escrevem por escrever, mas saiba que para ter uma boa credibilidade e conseguir uma audiência razoável é preciso teclar muito. Como tudo o que se faz na vida, escrever é algo que se adquire com muita prática e dedicação. A leitura é uma ótima aliada a escrita. Ler livros, jornais, revistas sites editoriais e blogs renomados podem ser uma boa forma de aprender a escrever.

Com a educação pública precária em que vivemos dificilmente algum aluno que não se esforce muito além do que é pedido em aula saberá escrever uma redação corretamente. Seguidamente vemos por aí as “pérolas do Enem ano 2000 e reticências” com absurdos escritos e respondidos. O aluno que estuda em uma escola pública tem muito menos chance de passar em um vestibular público que um aluno de escolas particulares, salvo os realmente esforçados. O ponto deste artigo não é este, mas se você é um aluno de escola pública sabe de que estou falando e o culpado disto não é somente você. O que fazer para melhorar? Leia muito e pratique a sua escrita. Quanto mais escrever e ler mais terá ânimo para fazê-lo, e cada vez irá quer ler, torna-se um vício e este com certeza é benéfico.

O ABANDONO DOS CRIADORES:

Assim como milhares de blogs são criados, milhares são deixados ao vento. O tempo é para a maioria das pessoas algo tão precioso que não se pode desperdiçar sequer um segundo, então como proceder para manter o blog atualizado? Crie rotinas de atualizações. Quem disse que o blog precisa ser diariamente atualizado?

Nossa vida corriqueira, tão presa ao relógio e as programações diárias faz com que você sequer tenha tempo para realizar tarefas pessoais, sendo assim como vai ter chance de atualizar seu blog? É a rotina de atualizações pode se tornar uma parte integrante de sua programação semanal. Escrever de dois a três vezes por semana já é atualização constante, e fará com que seus usuários as esperem de forma ansiosa.

Seja inesperado, faça com que os navegantes de seu site tenham motivo para voltar na próxima atualização e continuar a ler a sequência do texto publicado na semana que passou.

Confira vídeo com a entrevista de ALEXANDRE INAGAKI a Augusto Nunes (parte 2/2)




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quarta-feira, 9 de março de 2011

PROFESSOR, A DESVALORIZAÇÃO DA PROFISSÃO

Nos últimos meses vem sendo veiculado na TV paga um comercial do MEC pregando a valorização do professor, ressaltando que nos países desenvolvidos o profissional responsável pelo desenvolvimento social e econômico é o PROFESSOR.

Seria muito bonito esse reconhecimento se não ficasse apenas nas palavras, pois se sabe que a profissão do professor vem sofrendo uma profunda rejeição dos jovens, já que há vagas de 6% nas universidades públicas nessa formação e nas privadas chega a 57%. Dos professores no magistério atualmente 53% já estão na faixa de idade para aposentar-se nos próximos anos (entre 40 e 59 anos) e apenas 15% são homens, pois também vem aos poucos se tornando uma profissão feminina, talvez pela baixa remuneração e nenhum reconhecimento da sociedade a um trabalho tão importante para os nossos jovens, o futuro da Nação Brasileira.

Como o salário de professor não oferece nenhum atrativo no mercado de trabalho, por ser demasiado baixo e exigir um esforço exagerado de constante atualização, além de uma baita carga horária de trabalho, que não fica apenas nas escolas, mas também em casa, preparando aulas, corrigindo provas e trabalhos, a cada ano o número de candidatos a professores vem diminuindo e acarretando muitas salas sem professores por longos períodos. Se a educação de nossos jovens vem apresentando resultados medíocres, por muitos motivos que certamente não cabem apenas aos professores, com a falta desses profissionais, fica muito pior, com toda a certeza.


Confira vídeo do Portal do MEC – Valorização do Professor



PROGRESSÃO CONTINUADA OU REPROVAÇÃO

Há muito se discute a “progressão continuada”, estratégia para permanecer “bem na fita” na UNESCO, inventada nos bastidores da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo ali pelos 90, na primeira gestão Alckmin post Covas.

Como todo bom projeto, tinha boas intenções, a proposta incendiou o debate da educação e sua eficácia, tornando-se o calcanhar de Aquiles da educação no estado mais desenvolvido do Brasil. Partia do principio que os alunos devem permanecer na escola o maior tempo possível, na tentativa de diminuir a evasão escolar de quem precisa de amparo e apoio da gestão pública. Mas era um falso princípio.

O que se viu e se demonstrou de sua ação durante esse tempo é que no fundo sua orientação foi a necessidade de gerar respostas satisfatórias às planilhas/relatórios visando os repasses de verbas das ornagelas internacionais, mais do que responder às necessidades de um nível educacional melhor, com alunos capazes de competir e ocupar no mercado interno e internacional os espaços ampliados na última década, com urgência reclamando gente mais bem preparada. Também porque existe um ranking mundial que mede a qualidade de ensino público nos países que estão fora do eixo do poder (G8) e que pleiteiam verba; as mais bem colocadas recebem incentivos.

Pretendia que nos níveis básicos do ensino fundamental alunos não deveriam ser reprovados, em si um desestímulo ao gosto pelo estudo e pela escola, ainda que a merenda escolar fosse “atraente”. Seriam, ao invés, projetados (promovidos) à frente e, com o apoio e a instituição de novos projetos específicos, em tese, recuperados em suas defasagens para evitar sentir o peso da reprovação.

Os tais projetos de apoio e recuperação só vieram 14 anos depois, já no fim da gestão de Serra e são denominados RECUPERAÇÃO PARALELA e vem obtendo um certo apoio das delegacias de ensino, no intuito de capacitar bons professores para essa tarefa, mas apenas para português e matemática. As provas Saresp e IDESP (para medir níveis e fluxo das escolas) também só apareceram bem depois, a crise já instalada. Foi mais fácil jogar a culpa da falência do projeto nas costas dos professores (tão vitimas quanto os alunos). Para remediar, criaram-se as capacitações profissionais, bônus e “provinhas” em vez de concursos públicos e uma remuneração digna.

Na falta de planejamento educacional, a gestão Serra optou por doar cadernos, mochilas, lápis, livros, apostilas, enfim, material escolar, criando uma aura ilusória de ocupação com a qualidade do ensino e sua clientela. Metade da lição. Não se alterou uma vírgula no valor dos vencimentos dos professores (16 anos com o mesmo, sem um aumento real acima da inflação), motivação maior para um funcionário. Não há sequer plano de carreira. Enfim, o profissional de educação é tratado como funcionário público ordinário, mas que lida com o intelecto das pessoas, responsável pela formação das próximas levas de mão de obra no nosso mercado de trabalho, que reclama cada vez mais candidatos bem qualificados.


Confira vídeo do Jornal Nacional: Profissão Professor




No Estado de São Paulo, como alunos do fundamental não sofrem reprovação, seus pais não se interessam em acompanhar e cobrar boas notas. Os alunos, como independente de boas notas, serão promovidos, não sentem qualquer estimulo em aprender o programa didático curricular, muito menos demonstrar o menor respeito e consideração com o pobre professor se esforçando no intuito de levar o conhecimento necessário para a sua formação. Está certo que eles não têm maturidade para esse reconhecimento e a escola para eles é apenas o “playground” onde poderão passar algumas horas com os amiguinhos “brincando”, quando o chato do professor não tenta interrompê-los. E, para os pais, a escola atualmente funciona mais como uma “creche”, onde seus filhos serão cuidados durante algumas horas, já que não cobram das crianças qualquer tipo de nota ou execução do trabalho de casa, como vem acontecendo e os professores se lastimando.

Nas reuniões de pais e mestres, quando são alertados tanto das dificuldades de aprendizado, como do mau comportamento dos filhos, alegam que é por incompetência do pobre professor, coitado, não reconhecendo qualquer responsabilidade na péssima educação que dão aos filhos. Se aos professores cabe ENSINAR e PREPARAR os alunos para a vida e o mercado de trabalho, aos pais cabe MANTER e EDUCAR seus filhos para que cresçam cidadãos e bem preparados para o convívio social.


PROFESSORES ESTRESSADOS

Qualquer pessoa que se dispuser a fazer uma pesquisa na internet ou nas bases especializadas em publicações cientificas ficará surpreso com a enorme quantidade de pesquisas que apontam a presença de estresse em professores. Algumas delas afirmam que 50% dos profissionais da educação apresentam sintomas às diversas faces do estresse, inclusive a de exaustão. Logo, o professor tem sido apontado como uma das maiores vitima do estresse profissional, mais conhecido como Síndrome de Burnout. Esta síndrome caracteriza-se por um estado de esgotamento físico e mental cuja causa está intimamente ligada à vida profissional e é causada por circunstâncias concernentes às atividades profissionais, ocasionando sintomas físicos, afetivos, cognitivos e comportamentais. Entre os principais sintomas do estresse destacam-se dificuldades de concentração, dores de cabeça e musculares, fadiga, ansiedade e depressão.

São inúmeras as causas do estresse profissional do professor: mudanças constantes de currículo; insegurança profissional; incerteza de obter aulas a cada novo ano: acúmulo de funções que outrora eram realizadas pelas secretárias e por gestores especializados: desmotivação e grosseria dos alunos: falta de apoio dos pais e, sobretudo, falta de reconhecimento do governo e da sociedade brasileira. A desvalorização da profissão do professor pelo corpo discente ou pela própria sociedade é um dos maiores responsáveis por este grave distúrbio. A sensação de impotência do professor pode chegar a extremos, quando este se depara com problemas que não dependem apenas de sua ação para serem resolvidos, principalmente aqueles relativos à degradação do sistema educacional.

Alguns professores ainda afirmam ser bastante desgastante encontrar equilíbrio suficiente para mediar a relação entre os alunos. Sob estresse, ansiedade e muitas vezes quadros de depressão, é bastante penoso chamar a atenção, interromper a aula, motivar os alunos, intermediar conflitos, etc. Curiosamente, a Síndrome de Burnout atinge professores motivados que reagem a este desequilíbrio empenhando-se ainda mais. A desproporcionalidade entre o empenho do professor e os resultados obtidos por este reforça ainda mais sua frustração.


Confira vídeo TV Câmara: Gabriel Chalita defende professores em discurso na Sessão Plenária




PROFESSORES SOFREM ATÉ AGRESSÕES FÍSICAS

Cerca de 80% dos professores da rede pública de São Paulo já sofreram algum tipo de agressão física no exercício da profissão. O dado faz parte de uma pesquisa realizada pelo Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeosp).

A presidente da APEOESP, Maria Izabel Azevedo Noronha, afirmou que as escolas ganharam as páginas policiais, com casos de violência, a partir dos anos 1990 (coincidência com o inicio da progressão continuada?). ”O problema antes estava localizado na capital. Agora, atinge também o interior do estado”, disse.

Segundo ela, de 10 a 15 professores são assassinados por ano no estado. Esses casos fizeram com que a entidade criasse o Observatório de Violência, que registra as ocorrências violentas num banco de dados. Cerca de 96% dos registros referem-se à agressão verbal. Outros 88,5% descrevem casos de vandalismo.

DILMA, ALCKMIN E AS PROMESSAS DE CAMPANHA

Dilma Roussef, como mostra o vídeo abaixo em debate na TV Globo, comprometeu-se a melhorar a remuneração dos professores nos próximos anos, no intuito de valorizar e reconhecer a profissão necessária para transformar o Brasil de um país emergente, para outro desenvolvido. Esperamos que essa não seja mais uma promessa de campanha, a ser esquecida ou relegada a segundo plano no futuro.

O Governador Alckmin durante a sua campanha, também prometeu olhar com cuidado a educação no estado, rever conceitos e valorizar o professor. Vamos ver!


Confira vídeo Debate TV Globo – Dilma prometendo mais valorização do professor




Fontes: Volmer S. do Rego, jornalista, escritor e professor, em opinião no Metrô News dia 15/02/11;
Marcello Árias Dias Danunalov, jornalista da Revista Geografia, edição de janeiro/2011;
Fernando Granato, jornalista, no Diário de São Paulo, em 02/03/11.


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15/02/11 – Como entrar no Mercado de Trabalho
14/12/10 – Medicina na Argentina, sem vestibular
13/11/10 – Cinqüentões e o Mercado de Trabalho de hoje
09/09/10 – Mercado de Trabalho após os 40 anos
31/08/10 – Idosos, mercado volta a oferecer vagas
23/08/10 – Tecnologia de Informação, há vagas, falta qualificados
29/05/10 – Saiba como estudar pela Internet
25/05/10 – No Brasil falta mão de obra qualificada

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

COMO ENTRAR NO MERCADO DE TRABALHO

O ensino brasileiro não vem oferecendo a formação e a qualificação necessária aos jovens, que são considerados inexperientes e despreparados para entrar no Mercado de Trabalho, resultado de uma educação de má qualidade oferecida no País, infelizmente.

Quando a economia brasileira reaqueceu, as empresas e o governo se preocuparam com as novas tecnologias e os equipamentos, se esquecendo que as máquinas necessitam de homens (e mulheres) para a sua operação. Assim, atualmente, há muitas vagas e falta de candidatos qualificados para ocupá-las.

Ter um bom currículo com formação adequada e experiência ainda é um forte requisito para se garantir uma vaga de emprego. Contudo, atualmente, é bastante importante ter uma boa rede de contatos a fim de que a vaga seja encontrada e adquirida com a indicação de um amigo ou conhecido. Essa rede, conhecida como network, é fundamental já que em muitas profissões há mais vagas do que procura. Diante dessa realidade, mesmo se tendo uma formação adequada, sem uma indicação fica difícil conseguir um bom emprego.

Entretanto nem só uma boa formação educacional é garantia de aquisição de vaga, é preciso ter um perfil profissional que garanta para a empresa um algo a mais. Esse perfil de candidato deve ser de liderança, de garantia de rentabilidade e de maiores resultados para a empresa. Qualificação adequada é importante, dependendo da vaga que se pretende conquistar. Também não resolve ter qualificação para uma área e buscar um emprego em outra. A empresa busca a qualificação adequada ao cargo que será preenchido. Dominar a língua inglesa é primordial em alguns empregos. Em outros, esse conhecimento aumenta as chances da conquista da vaga.

Os concursos públicos são ótimas oportunidades de emprego. Alguns exigem formação específica. São indicados para pessoas que buscam estabilidade profissional. Empregos temporários também são possibilidades de qualificação profissional, experiência para o currículo e possibilidade, ainda que remota, de efetivação. É igualmente vantajoso, pois os benefícios são os mesmos que os dos empregos comuns com a diferença de ser por tempo pré-determinado. Os estágios, sejam eles remunerados ou não, também são excelentes possibilidades de abertura de caminhos para bons empregos posteriormente ou para efetivação após o cumprimento do contrato

Confira vídeo do São Paulo Acontece: Jovens tem dificuldade de entrar no Mercado de Trabalho



Antes de iniciar todos os seus esforços no intuito de entrar numa faculdade, pense se não vale à pena fazer um curso de nível técnico profissionalizante, pois no Brasil há falta de técnicos e sobrando universitários.

Qual é a vantagem de ter feito técnico antes de fazer a faculdade?

Experiência. Você ganha muita experiência. Acaba saindo na frente de muita gente que faz faculdade e não tem essa experiência de trabalho mesmo, de vivência, de rotina, e isso a gente consegue ter com o técnico”..

A falta de técnicos é tão acentuada que muitas empresas estão fazendo parcerias com escolas profissionalizantes. Uma recente pesquisa, da Confederação Nacional das Indústrias, mostra que 61% das empresas pesquisadas estão capacitando seus próprios técnicos.

O caminho mais indicado é dar um passo de cada vez. Fazer um curso técnico, conseguir um bom emprego e depois investir em cursos de especialização, incluindo o curso superior mais adequado.

Confira vídeo exibido no FANTÁSTICO: Como entrar no Mercado de Trabalho sem nível superior




Outra boa opção, no intuito de antecipar a sua formação, em curso mais rápido e barato são os tecnológicos, que oferecem muitas opções e vêm atraindo mais interessados a cada ano.

E, apesar de não conceder bacharelado, é um curso de nível superior, com formação específica e voltada para as grandes necessidades de mão de obra qualificada no mercado de trabalho brasileiro. E é muito recomendado para quem já exerce determinada função e deseja se especializar ou aprimorar os seus conhecimentos na área.

O número de cursos superiores de tecnologia cresceu 96,67% entre 2004 e 2006, passando de 1.804 para 3.548 em todo o país, segundo dados do Ministério da Educação. Só no Estado de São Paulo, de 1998 a 2004, a quantidade de alunos ingressantes nas graduações tecnológicas aumentou 395%, de acordo com o Censo Nacional da Educação Superior realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

A formação está em sintonia com o mercado de trabalho, mas as empresas valorizam esses cursos e recebem os profissionais que acabam de se formar? Não há uma pesquisa nacional que responda sobre a empregabilidade dos tecnólogos, mas alguns números indicam que a aceitação tem sido grande nos últimos anos

Houve uma ampliação do leque de alunos que procuram os cursos superiores de tecnologia. O perfil clássico de quem cursava o tecnólogo era o de pessoas que já estavam no mercado, mas pensavam em fazer um curso superior porque não haviam concluído a faculdade ou mesmo nunca haviam tido a oportunidade de começar uma graduação. Eram alunos, geralmente na faixa dos 25, 30 anos, que desejavam adquirir mais conhecimento e ter a chance de progressão na carreira.

Alunos com esse perfil continuam a procurar os cursos superiores de tecnologia. Mas agora eles têm a companhia de muitos outros grupos. O mercado de curso superior de tecnologia, pela existência de novas profissões, se expandiu. Em vez de ser curso de curta duração para adulto, o tecnólogo virou opção para novas profissões. E, com isso, o público se diversificou. Temos desde o jovem que saiu do ensino médio e quer seguir uma carreira que nem tem uma graduação tradicional como opção até o médico que faz o curso de gastronomia por hobby.


Confira vídeo exibido no FANTASTICO: Curso Tecnológico é bem aceito no Mercado de Trabalho



A graduação em TECNÓLOGO é mais especifica e voltada para as necessidades da área de formação, em um curso mais rápido e objetivo. Para quem não pode cursar uma faculdade, é uma excelente opção de graduação, que vem oferecendo grande aceitação do mercado de trabalho, pois desde que o Governo reconheceu esses cursos em 1997, é cada vez maior o número de candidatos admitidos com essa formação tecnológica.

A UNIMONTE, da cidade de Santos, oferece essa graduação desde o inicio do reconhecimento dos cursos pelo MEC e seus alunos formandos vem obtendo muitas e excelentes vagas no Mercado de Trabalho, alguns com excelente remuneração, inclusive.

E, depois, há ainda a possibilidade de uma pós, com uma especialização mais específica, valorizando o currículo profissional do candidato.

Confira vídeo do SP Record: 90% dos Tecnólogos conseguem emprego



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25/05/10 – No Brasil falta mão de obra qualificada

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

HACKERS, O QUE É?

Originalmente, e para certos programadores, HACKERS (singular: hacker) são indivíduos que elaboram e modificam software e hardware de computadores, seja desenvolvendo funcionalidades novas, seja adaptando as antigas.

Originário do inglês, o termo hacker é utilizado no português. Os hackers utilizam todo o seu conhecimento para melhorar softwares de forma legal. Eles geralmente são de classe média ou alta, com idade de 12 a 28 anos. Além de a maioria dos hackers serem usuários avançados de Software Livre como os BSD Unix (Berkeley Software Distribution) e o GNU/Linux. A verdadeira expressão para invasores de computadores é denominada “Cracker” e o termo designa programadores maliciosos e ciberpiratas que agem com o intuito de violar ilegal ou imoralmente sistemas cibernéticos

Existe uma Ética Hacker. Equivocadamente é usado referindo-se a pessoas relativamente sem habilidade em programação e sem ética, como criminosos que quebram a segurança de sistemas, agindo ilegalmente e fora da ética hacker. O problema é quando os crackers e script kiddies são referidos como hackers pela imprensa, por falta de conhecimento, gerando uma discussão sem fim.

Nesse sentido, os hackers seriam as pessoas que criaram a Internet, fizeram do sistema operacional Unix o que ele é hoje, mantêm a Usenet, fazem a World Wide Web funcionar, e mantém a cultura de desenvolvimento livre conhecida atualmente. É comum o uso da palavra hacker fora do contexto eletrônico/computacional, sendo utilizada para definir não somente as pessoas ligadas a informática, mas sim os especialistas que praticam o hacking em diversas áreas.


Confira video do JORNAL DA RECORD: Como as vítimas tentam se defender do HACKERS



É importante lembrar que existe toda uma cultura por trás desse sentido da palavra hacker. A Cultura hacker define diversos pontos para estilo e atitude e, por mais que pareça estranho, muitas das pessoas que se tornam os chamados programadores extraordionários possuem esse estilo e atitude naturalmente e casual.

O termo hoje também é usado para representar todos os que são bons naquilo que fazem, como os artesãos que usavam como principal ferramenta de trabalho o machado, ou Picasso com sua arte fabulosa, eles foram os primeiros hackers. Atualmente o termo indica um bom especialista em qualquer área. Este termo adquiriu esta definição somente após seu uso na informática, designando especialistas em computação.

Os hackers e crackers são indíviduos da sociedade moderna, e possuem conhecimentos avançados na área tecnológica e de informática, mas a diferença básica entre eles é que os hackers somente constróem coisas para o bem e os crackers destróem, e quando constróem, fazem somente para fins pessoais.

Confira video do JORNAL DA RECORD: Crimes Cibernéticos



O termo "hacker de computador" apareceu pela primeira vez em meados da década de 1960. O hacker era um programador, uma pessoa que criava códigos de computação. Os hackers eram visionários que conseguiam enxergar novas maneiras de usar os computadores, criando programas que ninguém poderia imaginar. Eles foram os pioneiros da indústria da computação, construindo desde pequenos aplicativos para sistemas operacionais. Nesse sentido, pessoas como Bill Gates, Steve Jobs e Steve Wozniak eram todos hackers - eles viram o potencial do que os computadores eram capazes de fazer e criaram maneiras de ter acesso a esse potencial.

Uma característica comum entre esses hackers era o grande senso de curiosidades, que às vezes beirava a obsessão. Esses hackers eram orgulhosos não só por sua habilidade de criar novos programas, mas também por aprender como outros programas e sistemas funcionavam. Quando havia bug, uma seção de códigos errados que impediam o bom funcionamento do programa, os hackers criavam e distribuíam pequenas seções de códigos chamados "patches" para solucionar o problema. Alguns conseguiam empregos que alavancavam suas habilidades, sendo pagos pelo que eles adorariam fazer de graça.

Conforme os computadores foram evoluindo, os engenheiros de computação começaram a juntar máquinas individuais em rede, formando um sistema. Logo, o termo "hacker" adquiriu um novo significado: uma pessoa que utilizava computadores para explorar uma rede à qual o hacker não pertencia. Geralmente, os hackers não eram mal-intencionados. Eles só queriam saber como as redes de computadores funcionavam e consideravam qualquer barreira entre eles e esse conhecimento como um desafio.

Na verdade, isso ainda ocorre hoje em dia. Há muitas histórias sobre hackers mal-intencionados sabotando sistemas de computação, infiltrando-se em redes e espalhando vírus pelos computadores, mas, a maioria dos hackers é só curiosa; eles querem saber todas as complexidades do mundo da computação. Alguns usam o conhecimento para ajudar corporações e governos a criar melhores medidas de segurança. Outros usam suas habilidades para ações menos éticas

Confira video da TV TEM (Afiliada da Globo) : Profissão HACKER



A caixa de ferramentas dos hackers

O principal recurso com o qual os hackers contam, além da ingenuidade do usuário, é o código de computador. Há uma grande comunidade de hackers na Internet (em inglês), mas só alguns poucos programam códigos. Muitos hackers buscam e baixam códigos escritos por outras pessoas. Há milhares de programas diferentes que os hackers utilizam para explorar computadores e redes. Esses programas dão aos hackers muito poder sobre os usuários e empresas inocentes, pois se o hacker for habilidoso o bastante para saber como um sistema funciona, ele poderá projetar programas para explorá-lo.

Os hackers mal-intencionados utilizam programas para:

Obter senhas: há diversas maneiras de obter senhas de outras pessoas, desde adivinhações a simples algoritmos que geram combinações de letras, números e símbolos. O método de obter senhas por erros e acertos é chamado brute force attack, o que significa que o hacker tenta gerar todas as combinações possíveis para obter o acesso. Outra maneira de obter senhas é utilizar um "dictionary attack", programa que insere palavras comuns em campos de senha.
Infectar computadores ou sistemas com um vírus: os vírus de computador são programas projetados para que se dupliquem e causem problemas desde destruir um computador até apagar todo o conteúdo do hard drive de um sistema. O hacker pode instalar um vírus infiltrando-se em um sistema, mas é muito mais comum que eles criem vírus simples e os mandem a possíveis vítimas por e-mail, mensagens instantâneas, páginas na internet com conteúdo que pode ser baixado ou redes peer-to-peer (p2p).
Registrar teclas pressionadas no teclado: alguns programas permitem aos hackers rever cada tecla pressionada por um usuário de computador. Assim que for instalado no computador da vítima, o programa, chamado keylogger, registra cada tecla pressionada, dando ao hacker tudo o que ele necessita para se infiltrar em um sistema ou até roubar identidades.
Obter acesso de modo clandestino: assim como a obtenção de senhas, alguns hackers criam programas que buscam caminhos desprotegidos em sistemas e computadores de rede. Na época em que a internet surgiu, muitos sistemas de computação tinham segurança limitada, tornando possível para um hacker encontrar um caminho para entrar no sistema sem nome de usuário ou senha. Os hackers também conseguem obter acesso de modo clandestino infectando um computador ou sistema com um "Trojan horse".
Criar computadores-zumbi: o computador-zumbi, ou "bot", é um computador que pode ser utilizado pelo hacker para enviar spam ou fazer ataques a sistemas ou redes de computadores (DDoS). Após uma vítima executar um código aparentemente inocente, abre-se uma conexão entre esse computador e o sistema do hacker. O hacker consegue, secretamente, controlar o computador da vítima, utilizando-o para cometer crimes ou espalhar spam.
Fazer espionagem em e-mails: os hackers criaram um código que permite a eles interceptar e ler mensagens de e-mail, o que seria equivalente na internet a um interceptor de conversas telefônicas. Hoje em dia, a maioria dos programas de e-mail utiliza criptografia tão complexa, que mesmo que um hacker intercepte a mensagem, não será capaz de lê-la.

Fontes: Wikipédia
http://informatica.hsw.uol.com.br/hacker.htm


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21/09/10 – A Escravidão não acabou
23/08/10 – Tecnologia da Informação, há vagas e falta qualificados

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

MEDICINA NA ARGENTINA SEM VESTIBULAR

Quantos jovens brasileiros não sonham em fazer um curso de medicina e ficam apenas na utopia, por falta de condição financeira de arcar com os custos de uma universidade particular, entre R$ 3.000,00 e R$ 5.000,00 mensais. A outra alternativa: uma Universidade Pública, encontrarão centenas de concorrentes para cada vaga, que torna o acesso quase a sorte grande de uma mega sena.


Agora, por incrível que possa parecer, surgiu a chance de estudar medicina na ARGENTINA e sem vestibular, inclusive, pelo custo de U$ 2.000,00 anuais. O custo de um mês no Brasil para uma universidade particular.

O Brasil é famoso por ter uma das cargas tributárias mais altas do mundo, com pouco retorno aos brasileiros. É famoso pelos juros exorbitantes. É famoso pela péssima distribuição de renda. É famoso pela corrupção. É famoso pela educação sem qualquer qualidade e agora também famoso pelos cursos superiores de medicina caríssimos, enquanto em países do MERCOSUL custam 10 % do praticado no nosso país.


Confira vídeo da TV Globo – FACULDADE DE MEDICINA NA ARGENTINA SEM VESTIBULAR POR 2 MIL DOLÁRES ANUAIS.




Se o curso for realizado numa universidade particular da Argentina, será de apenas 6 anos, como no Brasil, porém se for numa universidade pública, é necessário 1 ano do CBC (ciclo básico comum), a faculdade acaba sendo 7 anos, 1 a mais que no Brasil para se formar. E depois de formado o diploma só é "reconhecido" pelo MEC para fazer a REVALIDAÇÃO! Ou seja, ninguém se forma lá, já podendo atuar aqui. A revalidação atualmente é basicamente constituida de duas provas, teórica e prática (e dizem que não é nada fácil passar, quem sabe no futuro isso mude). Quem não consegue revalidar o diploma (o que acontece com muita freqüência) tem que fazer uns 2-4 anos ainda em alguma particular aqui no Brasil, para obter o diploma brasileiro valido para atuar no país.

Confira video da TV Record – Argentina em Verde e Amarelo



Fontes: http://www.medicinanaargentina.com.br/

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13/11/10 – Cinqüentões e o mercado de trabalho de hoje
09/09/10 – Mercado de Trabalho após os 40 anos
31/08/10 – Idosos, Mercado volta a oferecer Vagas
23/08/10 – Tecnologia da Informação, há Vagas, falta Qualificados
14/06/10 – Brasileiros vivendo no exterior
29/05/10 – Saiba como estudar pela Internet
25/05/10 – No Brasil falta mão de obra qualificada

sábado, 13 de novembro de 2010

CINQUENTÕES E O MERCADO DE TRABALHO DE HOJE



Na década de 90 quando um trabalhador de 50 anos ficava desempregado suas perspectivas de conseguir um novo emprego eram quase nulas, porque não se dava valor à experiência, que muitas empresas consideravam, inclusive, ultrapassada, optando por profissionais recém formados, que custavam bem menos e teoricamente vinham com uma bagagem profissional mais atualizada.

Atualmente, felizmente, essa ótica mudou completamente (ou quase) e os recrutadores de Recursos Humanos já procuram com muito interesse os profissionais de mais de 50 anos e com experiência em qualquer área de trabalho.

Os profissionais acima de 50 anos ocupam 18% do mercado de trabalho e de 2002 a 2006 a procura e recolocação desses trabalhadores cresceu 2,7% e a tendência é que continue a aumentar, devido a sua recente valorização e reconhecimento.


Confira vídeo MGTV - Reportagem sobre mercado de trabalho



Mas se você ficou desempregado com essa idade, há alguns cuidados que ajudarão a sua rápida recolocação.

Faça um currículo moderno e eficaz, dando ênfase aos seus pontos fortes, e procure distribuí-lo nas empresas que gostaria de trabalhar e que tenha conhecidos, que poderão indicá-lo.

Não tenha vergonha por estar desempregado, use a sua REDE DE CONTATOS, informando não estar trabalhando e a sua disponibilidade e experiência.

Distribua cartões, envie mensagens por e-mail, faça inscrição grátis em empresas de recolocação na internet (geralmente oferecem uma semana grátis para conhecer o produto), procure agencias de emprego. Não fique abatido dentro da sua casa esperando uma proposta bater a sua porta.

Avalie a sua qualificação e analise a possibilidade de fazer uma reciclagem, ou até mesmo, uma nova requalificação profissional. Nunca é tarde para mudar ou recomeçar.

Eu, com duas faculdades e uma pós graduação, aos 50 anos resolvi fazer uma nova faculdade no intuito de iniciar uma nova profissão, a de professor, inclusive visando outra aposentadoria, além do INSS, já que não tive chance ou oportunidade de fazer uma previdência privada.

E, além da faculdade de LETRAS, não me canso de procurar cursos on-line, visando o meu aprimoramento profissional, além da imprescindível atualização, porque o mundo não pára e diariamente surgem novas tecnologias e metodologias. Se você ficar parado, não estará estacionado, mas regredindo e ficando cada dia mais ultrapassado e obsoleto.

Confira vídeo Recolocação no Mercado de Trabalho




Mas é evidente que não basta ter mais de 50 anos ou grande experiência em qualquer área, para conseguir rapidamente uma rápida recolocação. É preciso atualização na sua área e requalificação, procurando fazer sempre cursos voltados a novos conhecimentos tecnológicos, operacionais e administrativos.

Conhecimentos de informática são imprescindíveis e não se concebe que alguém não domine, mesmo como simples usuário, essa ferramenta primordial de trabalho na atualidade.

Há disponível no mercado vários e excelentes cursos de atualização profissional, alguns até grátis, alguns on-line, oferecidos por diversas instituições, que valem a pena fazê-los, pois são elaborados dentro das mais modernas técnicas e com conhecimentos necessários e realmente usuais em cada área de trabalho.

O conhecimento de uma ou duas línguas estrangeiras também ajuda bastante. Antigamente era o inglês a língua mais importante e exigida para alguns cargos que requerem domínio dessa comunicação, principalmente para uso da informática, porém, atualmente, o espanhol e o mandarim estão também ocupando um espaço muito importante na recolocação de profissionais que dominam essas línguas no intuito de abastecer a comunicação no comercio exterior com nações latino americanas e a China, principalmente.

Confira vídeo Experiência e Qualificação Profissional - Fatores de Sucesso



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09/09/10 – Mercado de Trabalho após os 40 anos
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sexta-feira, 5 de novembro de 2010

REDE SOCIAL, O QUE É?

Uma REDE SOCIAL é uma estrutura social composta por pessoas ou organizações, conectadas por um ou vários tipos de relações, que partilham valores e objetivos comuns. Uma das características fundamentais na definição das redes é a sua abertura e porosidade, possibilitando relacionamentos horizontais e não hierárquicos entre os participantes. "Redes não são, portanto, apenas uma outra forma de estrutura, mas quase uma não estrutura, no sentido de que parte de sua força está na habilidade de se fazer e desfazer rapidamente."

Muito embora um dos princípios da rede seja sua abertura e porosidade, por ser uma ligação social, a conexão fundamental entre as pessoas se dá através da identidade. "Os limites das redes não são limites de separação, mas limites de identidade. (...) Não é um limite físico, mas um limite de expectativas, de confiança e lealdade, o qual é permanentemente mantido e renegociado pela rede de comunicações."

As REDES SOCIAIS podem operar em diferentes níveis, como, por exemplo, redes de relacionamentos (facebook, orkut, myspace, twitter, blogs), redes profissionais (linkedin), redes comunitárias (redes sociais em bairros ou cidades), redes políticas, dentre outras, e permitem analisar a forma como as organizações desenvolvem a sua atividade, como os indivíduos alcançam os seus objetivos ou medir o capital social – o valor que os indivíduos obtêm da rede social.

Um ponto em comum dentre os diversos tipos de rede social é o compartilhamento de informações, conhecimentos, interesses e esforços em busca de objetivos comuns. A intensificação da formação das redes sociais, nesse sentido, reflete um processo de fortalecimento da Sociedade Civil, em um contexto de maior participação democrática e mobilização social.

Confira vídeo da Agencia Click sobre REDES SOCIAIS



ANÁLISE DE REDES SOCIAIS

A Análise de Redes Sociais (relacionada com a network theory) surgiu como uma técnica chave na sociologia moderna. Esta tem, também, vindo ser aplicada e desenvolvida no âmbito de disciplinas tão diversas como a antropologia, a biologia, os estudos de comunicação, a economia, a geografia, as ciências da informação ou a psicologia social.

A ideia de rede social começou a ser usada há cerca de um século atrás, para designar um conjunto complexo de relações entre membros de um sistema social a diferentes dimensões, desde a interpessoal à internacional.

Em 1954, J. A. Barnes começou a usar o termo sistematicamente para mostrar os padrões dos laços, incorporando os conceitos tradicionalmente usados quer pela sociedade quer pelos cientistas sociais: grupos bem definidos (ex.: tribos, famílias) e categorias sociais (ex.: genero, grupo étnico).

Acadêmicos como S.D. Berkowitz, Stephen Borgatti, Ronald Burt, Kathleen Carley, Martin Everett, Katherine Faust, Linton Freeman, Mark Granovetter, David Knoke, David Krackhardt, Peter Marsden, Nicholas Mullins, Anatol Rapoport, Stanley Wasserman, Barry Wellman, Douglas R. White ou Harrison White expandiram e difundiram o uso sistemático da Análise de Redes Sociais.

Confira video TV Globo – Fantástico – Sobre REDES SOCIAIS na Internet



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24/09/10 - Bullying, você sabe o que é?


Fonte: Wikipédia a enciclopédia livre

sábado, 18 de setembro de 2010

BRASIL É O MAIOR EXPORTADOR DE PROSTITUTAS PARA A EUROPA

Após ser descoberto por Portugal em 1500, foi somente em 1808 que o Brasil obteve uma autorização do governo colonial Português para definir as suas primeiras fábricas e fabricantes. No século XXI, o Brasil atingiu a posição de 8ª maior economia do mundo. Se no início, a lista de exportações era basicamente de matérias-primas e bens primitivos, como o açúcar, borracha e ouro, hoje 84% das exportações é constituída de produtos manufaturados e semimanufaturados, além de, acreditem ou não, homens e mulheres para trabalhar na PROSTITUIÇÃO de paises europeus, principalmente.

Mulheres que escolhem países da Europa. Principalmente Itália, Portugal e Espanha para estudar, fazer negócios ou simplesmente mudar de ares têm que provar o tempo todo que não estão lá para se prostituir ou arrumar marido.

São situações como essas que as brasileiras têm enfrentado no dia-a-dia em Portugal, Itália e na Espanha. Não faz diferença nem o grau de formação, nem a qualificação profissional, nem mesmo o tipo físico. No imaginário europeu, a mulher brasileira é livre, sensual, não mede esforços para atingir seus objetivos e não vê barreiras que a impeçam de trocar de par se ela não está feliz. Essa lista de atributos atesta que estamos falando de uma mulher bem-resolvida e dona de si, mas na Europa tem sido sinônimo de mulher volúvel, infiel, cidadã nada confiável.

Confira video – Vivendo em Portugal






Salário em euro e ilusão de viver na Europa atrai homens e mulheres

Estimativas da Organização Internacional de Migrações (IOM), agência ligada à ONU, apontam quase 75 mil prostitutas brasileiras trabalhando hoje na Europa. E esse número só cresce. “Espanha, Portugal, Holanda, Suíça, Alemanha, Itália e Áustria são os principais destinos”, diz a entidade. E o total de mulheres que deixam o Brasil é bem superior ao de homens. Na Itália, dos 19 mil brasileiros vivendo legalmente no País em 2000, 14 mil eram mulheres. O número elevado de prostitutas contribui para a diferença.

Dados do governo espanhol apontam existência de 1,8 mil prostitutas brasileiras no país e 32 rotas de tráfico de mulheres. Muitas usam Portugal como porta de entrada e praticamente todas chegam ao continente com documentos falsos.

Reportagem do jornal escocês Scottish Daily Record apontou envolvimento de cerca de cem gangues e grupos mafiosos no tráfico de sul-americanas à Europa. E, uma vez lá, elas são mantidas, até de forma violenta por causa de dívidas, pelos agentes que facilitaram suas viagens.

O número de brasileiras é tão grande que algumas chegam a cargos de chefia em associações locais. Edna da Silva foi eleita recentemente integrante do Comitê Executivo da Aspasie, entidade que luta pelos interesses das prostitutas em Genebra. “Tenho 49 anos e saí do Brasil com 20 para trabalhar na indústria do sexo. Nunca vi tanta brasileira trabalhando no ramo como agora. Há uma leva impressionante.”

Algumas chegam a montar casas de prostituição. Em Zurique, um edifício de três andares no bairro do Paquis é ocupado por 40 brasileiras. Elas pagam aluguel simbólico pelos quartos e têm alimentação no local - uma cozinheira baiana garante feijoada aos sábados. Mas são obrigadas a deixar pelo menos metade do que recebem nas mãos da dona, um travesti.

Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), o tráfico de pessoas para exploração sexual transformou-se num dos negócios mais rentáveis do mundo - US$ 28 bilhões por ano. Em breve, uma campanha suíça combaterá o tráfico de latino-americanas. Segundo a imprensa local, elas estariam sendo contratadas por R$ 100 mil para casar com supostos terroristas de Bangladesh para garantir-lhes visto. A denúncia foi feita por uma ex-prostituta brasileira.

Confira vídeo – Tráfico sexual de brasileiras e brasileiros na Itália



Em Portugal, brasileiras são maioria nas boates

Elas representaram 79,5% das 3.071 mulheres flagradas entre 2003 e 2007 em pontos de prostituição

A oferta às vezes é para garçonete em bares e cafés de Portugal. Ou pode ser mais direta: ser prostituta numa “casa de alterne” - nightclubs e boates de strip-tease - ou num apartamento alugado em Lisboa, Porto ou cidades pequenas, como Braga, perto da Espanha.

As brasileiras vêm de diversos Estados. Atraídas por ofertas de até 3 mil (R$ 8,4 mil), aceitam as condições dos recrutadores. A maioria é enganada. Sabe que trabalhará na prostituição, mas desconhece condições. Muitas sofrem maus-tratos e não recebem o valor combinado. A passagem é paga por alguém da rede e chega a custar o triplo. Em muitos casos, o empréstimo vira dívida incalculável. Passaportes são confiscados até o pagamento da dívida, embora essa prática tenha diminuído, pois a fiscalização passou a associar falta do documento à exploração sexual.

Entre 2003 e o primeiro semestre de 2007, o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) de Portugal averiguou 3.071 mulheres em pontos de prostituição. Do total, 79,5% eram brasileiras. Estudo do Centro de Estudos Sociais (CES), da Universidade de Coimbra, realizado a partir de processos judiciais e de Órgãos de Investigação Criminal, mostrou que brasileiras são a maioria das vítimas de tráfico sexual em Portugal, seguidas por romenas e russas. E têm o seguinte perfil: solteira, 22 a 30 anos, nível médio de instrução e emprego anterior no setor terciário.

A rota começa em Estados do Nordeste ou em Goiás, Rio ou Rio Grande do Sul. As vítimas saem pelos aeroportos do Rio ou São Paulo e desembarcam em Madri, Paris e, em menor número, aeroportos alemães e italianos. São orientadas a pegar ônibus ou vôo a Vigo, a 130 km do Porto, cidade espanhola na fronteira, onde um taxista ou alguém da rede irá buscá-la. Cruzam a fronteira de Portugal com visto de turista e vão parar nos apartamentos ou nightclubs.

Confira vídeo – Mulher brasileira em Portugal



Lucro e baixo risco atraem traficantes de mulheres

O tráfico de pessoas é definido pela ONU como “recrutamento, transporte, transferência, abrigo ou recebimento de pessoas, por meio de ameaça ou uso de força ou outras formas de coerção, de rapto, fraude ou engano”. O problema das mulheres traficadas na Europa não é recente. Desde a globalização dos mercados econômicos, a liberalização das fronteiras entre países membros e o colapso da União Soviética, no início dos anos 90, o problema se agravou. “Elas vêm geralmente de ambientes fragilizados, do ponto de vista econômico, mas também familiar. Seja do Brasil ou do Leste Europeu”, afirma Luís Santos, psicólogo social e pesquisador do Centro das Minorias da Universidade Fernando Pessoa, no Porto. 'Num certo sentido, podemos dizer que o tráfico de mulheres é mais rentável do que o tráfico de armas ou drogas porque as mulheres, contrariamente às drogas, são vendidas e revendidas várias vezes', diz a pesquisadora Madalena Duarte, da Universidade de Coimbra.

O baixo risco é também apontado por estudiosos como atrativo aos criminosos, sendo difícil às autoridades caracterizar a infração, porque não há um produto do tráfico e sim vítimas, em que em diversos casos o testemunho é a prova mais importante.

Os criminosos sustentam uma rede que liga empresários da noite, pequenos grupos donos de apartamentos alugados para prostituição e recrutadores em vários países.


Confira video – Tráfico sexual de brasileiras na Espanha




Turismo Sexual no Brasil

E, para piorar ainda a nossa imagem no exterior o Brasil é uma das rotas preferenciais do turismo sexual no mundo. Despontou como destino entre as décadas de 1980 e 1990, quando o mercado asiático começou a ficar saturado. Até hoje, no entanto, a Ásia lidera como o principal destino de turismo sexual do globo, com destaque para a Tailândia, altamente problemática. Em seguida vêm América Central, Caribe e América do Sul. Entre os principais destinos do turismo sexual no continente americano estão México, Cuba e Brasil.

Uma pesquisa patrocinada pela OMT e divulgada em 2005 revelou o perfil do turista sexual que vem ao Brasil. Ele é na maioria das vezes de classe média, tem entre 20 e 40 anos de idade, viaja desacompanhado ou com outros homens. Italianos, portugueses, holandeses e norte-americanos lideram o ranking dos turistas sexuais. Em menor número aparecem os ingleses, alemães e latino-americanos. Foram entrevistadas 1.400 pessoas para o levantamento, entre garotas de programa brasileiras e turistas sexuais.

E, para finalizar, o carnaval brasileiro, conhecido e muito divulgado no mundo todo, expõe nossas mulheres nuas ou seminuas desfilando pelas passarelas do samba, fazendo crer aos olhares dos estrangeiros, que todo o resto da população de mulheres do nosso país são fáceis, levianas, vulgares e interesseiras.

Que triste o retrato das nossas mulheres no exterior!

Nessa postagem, para o artigo não ficar demasiado longo, evitei falar da PROSTITUIÇÃO MASCULINA, mas recentemente, por exemplo, a polícia espanhola desmontou rede que aliciava vítimas para prostituição no Brasil. Desta vez, eram rapazes na faixa dos 20 anos, a maior parte recrutada no Maranhão, mas sabe-se que o número de rapazes trabalhando nessa área em toda a Europa também é muito grande.

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18/06/10 - Prostituição, a profissão mais antiga e rentável do mundo
28/07/10 - Prostituição Masculina



Fonte: http://integras.blogspot.com/2008/05/europa-tem-75-mil-prostitutas-do-brasil.html

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

MERCADO DE TRABALHO APÓS OS 40 ANOS

A árdua tarefa de conseguir emprego após os 40 anos poderá ser mais tênue diante da retomada econômica. Especialistas em Recursos Humanos apontam que as empresas miram profissionais experientes, devido à falta de mão de obra qualificada. Contudo, o embate com a força jovem à disposição das indústrias segue, principalmente na área operacional.


A HORA E A VEZ DOS PROFISSIONAIS EXPERIENTES NAS EMPRESAS

Gente para trabalhar no Brasil, nunca faltou, o mercado de trabalho nem consegue absorver todos que anualmente entram nele, o grande problema é a qualificação, falta gente qualificada no Brasil.

Com a expansão da economia para todos os lados, como estamos tendo no Brasil hoje em dia, as empresas estão precisando cada vez mais de profissionais experientes e qualificados para poder liderar e dar suporte para suas equipes.

É um fenômeno interessante: como a experiência está sendo mais valorizada, os bons profissionais estão parando de trabalhar cada vez mais tarde e estamos vendo cada vez mais pessoas de 40, 50 anos dividindo as salas de espera da entrevista de emprego com os mais jovens de 20.

Confira vídeo Como retornar ao Mercado de trabalho após os 40 anos



Nunca é tarde para se mudar de empresa, mudar de ares ou até mesmo começar uma nova carreira. Experiência profissional, no entanto, sozinha não é capaz de garantir o sucesso em uma entrevista de emprego, de nada adianta ter toda uma qualificação se você não conseguir se vender corretamente, não passar a impressão correta.

Obviamente ainda existe muita discriminação por parte de algumas empresas, que nem chegam a chamar pessoas de 40 ou 50 anos para as suas entrevistas de emprego, mas os profissionais mais experientes podem comemorar, nunca o índice de desemprego foi tão baixo para esta faixa etária.

Para se ter uma idéia deste fenômeno, segundo o IPEA ( Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada ) o desemprego entre os jovens de 18 a 24 anos é 3,5x maior que entre os profissionais de mais de 24 anos.

Para ajudar quem está na casa dos 40 ou 50 anos e quer voltar a trabalhar ou então mudar de empresa, o Guia da Carreira (veja o link no final deste post), preparou algumas dicas simples para a entrevista de emprego:

DICAS PARA A ENTREVISTA DE EMPREGO DE PROFISSIONAIS EXPERIENTES

Destaque Sempre a Experiência Profissional na sua Entrevista de Emprego

A principal vantagem dos profissionais de 40 ou 50 anos sobre os mais jovens com certeza é a experiência. Na hora da entrevista de emprego quando você for falar dos cargos que já ocupou em outras empresas, aproveite sempre para falar sobre a sua trajetória e suas realizações, destaque o quanto você já colaborou para outras empresas e o quanto pode trazer para esta nova companhia.

Um profissional experiente e que vai agregar valor pode ser tudo que a empresa está buscando naquela rodada de entrevistas de emprego.

Indique Comprometimento e Atualização em Relação a sua Profissão

Muitas vezes um profissional mais velho pode passar a impressão de falta de atualização e dinamismo a primeira vista. Combata este estereótipo na sua entrevista de emprego destacando sempre cursos e atualizações que você tenha feito. Destaque que você tem se atualizado com freqüência.

Caso você não tenha se atualizado com frequência, adote esta postura, mesmo que não seja possível realizar cursos, procure sempre ler e pesquisar sobre a sua profissão. Mostre-se comprometido e atualizado com o universo da sua profissão.

Demonstre Disposição para Aprender Coisas Novas

Ninguém é sábio o bastante a ponto de não precisar aprender coisas novas. Durante a entrevista de emprego, deixe esta postura bem clara: você é sim um profissional experiente vai ensinar muito a equipe, mas também está sempre disposto a aprender com os mais jovens. Isso mesmo!! Demonstre confiança, mas demonstre também humildade e que você está disposto a colaborar. Mais jovens e mais velhos podem formar excelentes equipes, onde cada um colabora com o que tem de melhor.

Confira vídeo do Jornal da Gazeta – Empresas aumentam contratações às pessoas com mais de 50 anos




Copa e Olimpíadas vão demandar mão de obra

A perspectiva é de que muitos profissionais com idade superior a 40 anos e aposentados deverão voltar ao mercado, principalmente os engenheiros.

Levantamento realizado pelo portal de empregos Curriculum.com.br no ano passado mostra que os seniores têm mais oportunidades na indústria, varejo, bancos e empresas de auditoria e gestão.

Segundo o site, no ano passado, mais de 167 mil candidatos com esse perfil tiveram seu currículo visualizado pelas empresas, sendo que 183 mil estavam empregados.

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Fonte:
http://www.guiadacarreira.com.br/artigos/carreira/entrevista-emprego-apos-40-anos/

terça-feira, 31 de agosto de 2010

IDOSOS, MERCADO VOLTA A OFERECER VAGAS

No passado, como a expectativa de vida do brasileiro era curta, a aposentadoria servia para “descansar sentado, esperando a morte chegar”, mas atualmente, com a longevidade e com o arrocho da pensão, o idoso aposentado é muitas vezes obrigado a voltar ao mercado de trabalho.

Hoje, a concepção de aposentadoria está bem diferente, e ao invés de ser desejada, chega a ser temida por alguns. Afinal, como se adaptar a uma vida de ociosidade depois de anos de trabalho?

Para algumas poucas pessoas o fim da vida profissional não é problema. Alguns descobrem antes mesmo da aposentadoria, atividades que preenchem o tempo livre, como ginástica, viagens ao lado do companheiro (a) ou amigos, clube da terceira idade, ou mesmo alguma atividade remunerada que sirva como um “bico”, sem vínculo empregatício. Mas para outros, acostumados à correria do dia-a-dia de uma empresa, a idéia de ficar parado assusta bastante. Por esse motivo, vários estabelecimentos, como o Grupo Pão de Açúcar, Pizza Hut e o HSBC, entre outras, oferecem vagas para pessoas idosas. E essas pessoas não buscam apenas complementação de renda, mas também o bem-estar de se sentir útil e ativo por mais tempo.

Confira video do Jornal Hoje – Mercado de Trabalho para Terceira Idade




A velhice é um processo íntimo, natural e inevitável, quando ocorrem mudanças significativas de natureza física, psicológica e social. Essas alterações são encaradas de formas diferentes pelas pessoas, e aquelas que optam por se manter em atividade, evitam, na maioria das vezes, um quadro de depressão que é freqüente para quem se depara, de uma hora para outra, com um tempo livre que ela não teve durante toda a vida e ao qual não está habituada.

Geralmente o empregado mais antigo é respeitado em seu ambiente de trabalho, e quando vem a aposentadoria, ele enfrenta o preconceito da sociedade pelo fato de ele ser um cidadão da terceira idade. Esse quadro muitas vezes leva a pessoa a se reciclar e se requalificar para voltar à ativa, e daí surge um profissional inovador e que interessa muito ao mercado de trabalho.

Estudos científicos recentes comprovam que, com o passar do tempo, a inteligência não sofre qualquer tipo de perda, pois ela tem relação com fatores próprios, como a educação, o padrão de vida, a vitalidade física, mental e emocional. A saúde desses fatores depende muito de como a pessoa encara a vida e se prepara para a chegada da “melhor idade”.

Pouco a pouco as empresas estão percebendo que nem sempre é viável dispensar funcionários inteligentes, experientes e ainda com energia para contribuir muito no dia-a-dia profissional. As vagas para candidatos maduros têm aumentado gradativamente, sinal de que o preconceito está finalmente sendo vencido.

Embora os idosos ainda estejam distantes da preferência das empresas quando elegem seus projetos sociais, essa população vem crescendo e se impondo, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). São 14,5 milhões, cerca de 8,6% da população brasileira, conforme o Censo 2000. Em 1991 o pessoal com mais de 60 anos correspondia a 7,3%.

É um contingente poderoso. Segundo o Censo IBGE, 62,4% dos idosos e 37,6% das idosas são arrimos de família. Juntos, somam uma população de 8,9 milhões, dos quais 54,5% garantem o sustento dos filhos e até dos netos. Graças às aposentadorias, esses velhos são responsáveis por mais de 90% do total de rendimento mensal do domicílio, conforme a pesquisa Indicadores Sociais Municipais do IBGE.

Confira video do Jornal Futura – Idosos no Mercado de Trabalho



Na Europa, onde a população idosa é quase a maioria, devido ao envelhecimento dos povos e a baixa natalidade, é comum se ver trabalhadores produtivos em idade bem avançada, muitas vezes ao lado de jovens, e não há qualquer tipo de discriminação, muito pelo contrário, suas experiências são valorizadas.

Espera-se que no Brasil, como na Europa e no Japão, com o envelhecimento da população, e com os projetos governamentais de postergação da aposentadoria, impondo idades mais avançadas que as atuais, que também a mentalidade de “todas” as empresas não apenas valorizem essa mão de obra, como além de mantê-la não dispensando seus empregados idosos, que também contratem trabalhadores da terceira idade, formando uma “nova onda”, como é o correto e saudável.

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segunda-feira, 23 de agosto de 2010

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, HÁ VAGAS E FALTA QUALIFICADOS

Apesar da alta taxa de desemprego no mercado de trabalho brasileiro, uma área oferece muitas vagas que não são ocupadas por falta de mão de obra qualificada: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO.

A Tecnologia da Informação (TI) pode ser definida como um conjunto de todas as atividades e soluções providas por recursos de computação. Na verdade, as aplicações para TI são tantas - estão ligadas às mais diversas áreas - que existem várias definições e nenhuma consegue determiná-la por completo.

O TERMO

A TI é uma grande força em áreas como finanças, planejamento de transportes, design, produção de bens, assim como na imprensa, nas atividades editoriais, no rádio e na televisão. O desenvolvimento cada vez mais rápido de novas tecnologias de informação modificou as bibliotecas e os centros de documentação (principais locais de armazenamento de informação), introduzindo novas formas de organização e acesso aos dados e obras armazenadas; reduziu custos e acelerou a produção dos jornais e possibilitou a formação instantânea de redes televisivas de âmbito mundial.

Além disso, tal desenvolvimento facilitou e intensificou a comunicação pessoal e institucional, através de programas de processamento de texto, de formação de bancos de dados, de editoração eletrônica, bem como de tecnologias que permitem a transmissão de documentos, envio de mensagens e arquivos, assim como consultas a computadores remotos (via rede mundiais de computadores, como a internet). A difusão das novas tecnologias de informação trouxe também impasse e problemas, relativos principalmente à privacidade dos indivíduos e ao seu direito à informação, pois os cidadãos geralmente não têm acesso a grande quantidade de informação sobre eles, coletadas por instituições particulares ou públicas.

Confira vídeo Jornal Hoje sobre Vagas de Tecnologia da Informação



As tecnologias da informação não incluem somente componentes de máquina. Existem tecnologias intelectuais usadas para lidar com o ciclo da informação, como técnicas de classificação, por exemplo, que não requerem uso de máquinas apenas em um esquema. Esse esquema pode, também, ser incluído em um software que será usado, mas isso não elimina o fato de que a técnica já existia independentemente do software. As tecnologias de classificação e organização de informações existem desde que as bibliotecas começaram a ser formadas. Qualquer livro sobre organização de bibliotecas traz essas tecnologias.

Os maiores desenvolvedores mundiais desse tipo de tecnologia são Suécia, Cingapura, Dinamarca, Suíça e Estados Unidos, segundo o Relatório Global de Tecnologia da Informação 2009-2010 do Fórum Econômico Mundial. O Brasil é o 61º nesse ranking.


TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO (TI) NAS ORGANIZAÇÕES

Impactos dos Sistemas de Informação (SI) / Tecnologias de Informação (TI) nas organizações

A introdução de SI/TI numa organização irá provocar um conjunto de alterações, nomeadamente em nível das relações da organização com o meio envolvente (analisadas em termos de eficácia) e em nível de impactos internos na organização (analisados através da eficiência).

As TI são um recurso valioso e provocam repercussões em todos os níveis da estrutura organizacional:

1. no nível estratégico, quando uma ação é suscetível de aumentar a coerência entre a organização e o meio envolvente, que por sua vez se traduz num aumento de eficácia em termos de cumprimento da missão organizacional;
2. nos níveis operacional e administrativo, quando existem efeitos endógenos, traduzidos em aumento da eficiência organizacional em termos de opções estratégicas. No entanto, ao ser feita essa distinção, não significa que ela seja estanque, independente, pois existem impactos simultâneos nos vários níveis: estratégico, operacional e tático.

Assim, temos que os SI permitem às organizações a oferta de produtos a preços mais baixos, que, aliados a um bom serviço e à boa relação com os clientes, resultam numa vantagem competitiva adicional, através de elementos de valor acrescentado cujo efeito será a fidelidade dos clientes.

Confira vídeo Jornal da Record sobre Vagas de Tecnologia de Informação



A utilização de SI pode provocar, também, alterações nas condições competitivas de determinado mercado, em termos de alteração do equilíbrio dentro do setor de atividade, dissuasão e criação de barreiras à entrada de novos concorrentes. Os SI/TI permitem, ainda, desenvolver novos produtos/serviços aos clientes ou diferenciar os já existentes dos da concorrência e que atraem o cliente de forma preferencial em relação à concorrência.

A utilização de alta tecnologia vai permitir uma relação mais estreita e permanente entre empresa e fornecedores, na medida em que qualquer pedido/sugestão da parte da empresa é passível de ser atendido/testado pelos fornecedores. A tecnologia permitiu uma modificação na maneira de pensar e de agir dos produtores e consumidores.

As Tecnologias de Informação têm reconhecidamente impactos no nível interno das organizações: na estrutura orgânica e no papel de enquadramento/coordenação na organização; em nível psicossociológico e das relações pessoais; no subsistema de objetivos e valores das pessoas que trabalham nas organizações; bem como no subsistema tecnológico.

Os maiores benefícios aparecem quando as estratégias organizacionais, as estruturas e os processos são alterados conjuntamente com os investimentos em TI. As TI’s permitem, assim, ultrapassar todo um conjunto de barreiras na medida em que existe uma nova maneira de pensar, pois em tempo real é possível às empresas agir e reagir rapidamente aos clientes, mercados e concorrência.

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E SEU IMPACTO NA SEGURANÇA EMPRESARIAL

A Tecnologia da Informação segue em avanço constante, mas ao mesmo tempo sua gestão no quesito segurança não acompanha o mesmo ritmo das políticas de segurança e não está ainda em um patamar que pode ser considerado eficiente. Com tantos recursos disponíveis e possibilidades quase ilimitadas, os gestores esquecem que agora sua empresa possui mais uma porta para o mundo, porta esta que, se aberta, pode dar a um individuo valiosas informações sobre sua organização.

Temos então um caso em que a tecnologia da informação se torna um risco devido a problemas de gerenciamento, é importante ressaltar os problemas que a tecnologia traz para as empresas além de seus benefícios, pois segurança também gera custos e, quando lidamos com alta tecnologia, os investimentos nunca são pequenos nessa área.

Confira vídeo Jornal do SBT sobre Mercado de Trabalho na área de TI em expansão



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Fonte: Wikipédia